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Viajando em bibels

SUVENIRES SURGIRAM COM POPULARIZAO DO TURISMO NA EUROPA NO FIM DO
SCULO 18






 Sang Tan - 31.mai.12/Associated Press   
[Lanados neste ano, pratos comemoram o Jubileu do reinado Elizabeth 2] 
Lanados neste ano, pratos comemoram o Jubileu do reinado Elizabeth 2



QUINQUILHARIA

Na era vitoriana, os ingleses descobriram a fruio turstica de
destinos praianos em regies como a Normandia e a Provena -e os
suvenires se popularizaram.

Assim, com o advento do turismo, esses objetos tpicos se tornaram
lembranas palpveis da viagem. Mas, desde logo, havia uma diferena
entre o badulaque feito em massa e o bibel cuja manufatura remetia 
produo artstica local.

Hoje, mesmo um prato popular alusivo ao reinado da rainha Victria
(1819-1901), com o passar do tempo, ganhou valor. O mesmo vale para
documentos autgrafos em velhos cartes-postais. Quem no gostaria de
ter, por exemplo, uma foto com a assinatura do inventor Santos Dumont ou
do imperador Pedro 2? Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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kitsch? - 12/07/2012 ***
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Suvenir cult ou kitsch?

Viagens reservam surpresas, o inesperado nas ruas, o quadro no museu; j
os enfeites, que aludem a elas, nos trazem o conforto da lembrana de j
ter viajado MARCELO COELHO
COLUNISTA DA FOLHA


Enfeitinhos, badulaques, quinquilharias, bonecas tpicas, ms de
geladeira. Em qualquer ponto turstico, a presena das lojinhas de
suvenires  ao mesmo tempo um fator de enfeiamento e uma atrao
irresistvel.

No  s a necessidade que o viajante tem de levar alguma lembrana -de
fcil transporte e baixo preo- para os parentes, amigos e funcionrios
que permaneceram em seu pas.

A meu ver, os suvenires servem para satisfazer outra necessidade nossa.
O lugar  bonito: no basta ficar vendo; no basta fotograf-lo.
Queremos "possuir" Veneza, Paris ou San Francisco.

J senti o mesmo viajando para o litoral norte de So Paulo, ou para
alguns lindos cenrios de montanha, como Visconde de Mau (RJ) ou So
Bento do Sapuca (SP). A fantasia de ter uma casa de campo ou de praia
vai crescendo. Sei do trabalho que daria e sei que  muito mais vantagem
para mim variar os lugares das frias, pagando o que for pelo pacote num
hotel.

Mesmo assim, vem a vontade de procurar algum terreno, de inquirir sobre
os preos na regio.  que gostar de alguma coisa se traduz, na minha
cabea, em comprar aquela coisa.

O que no pode ser levado na mala -a beleza do lugar- ser objeto de
transao imobiliria. O que pode ser levado na mala  o suvenir, o
lugar em miniatura, a torre Eiffel de bolso, o Coliseu no apontador.

"No basta ver a Itlia", disse o filsofo Theodor Adorno (1903-1969), a
respeito dos pacotes de viagem turstica. " preciso ter a prova de que
a Itlia existe."

Por isso mesmo, os suvenires no so simplesmente uma coisa de "mau
gosto". Na maior parte das vezes, so bonitinhos.

O que faz cada suvenir ser um exemplo do kitsch no  sua ausncia de
"qualidade artstica".  a presena de um excesso de significao. No
vale que uma coisa seja apenas italiana, ou francesa, ou russa. Tem de
ser tpica.

Tem de corresponder  ideia preconcebida que temos de Roma -suas runas,
seus macarres-, de Paris -boinas, baguetes, msica de acordeo-, ou de
Moscou -bonecas, Lnin, catedrais, cossacos.

Um dos males do turismo -da ideia de turismo-  que procuramos numa
cidade apenas aquilo que j sabemos existir ali. V ao Louvre, veja a
Mona Lisa e volte para casa. Felizmente, nenhum turista fica preso ao
que h de turstico no turismo.

Cada cidade tem surpresas a oferecer; o inesperado em cada rua, o quadro
que no conhecamos em cada museu.  esse o maior prazer de uma viagem.
No m de geladeira que levamos para casa, a Mona Lisa sorri: parece
concordar com isso. Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Viajando em bibels

SUVENIRES SURGIRAM COM POPULARIZAO DO TURISMO NA EUROPA NO FIM DO
SCULO 18






 Sang Tan - 31.mai.12/Associated Press   
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QUINQUILHARIA

Na era vitoriana, os ingleses descobriram a fruio turstica de
destinos praianos em regies como a Normandia e a Provena -e os
suvenires se popularizaram.

Assim, com o advento do turismo, esses objetos tpicos se tornaram
lembranas palpveis da viagem. Mas, desde logo, havia uma diferena
entre o badulaque feito em massa e o bibel cuja manufatura remetia 
produo artstica local.

Hoje, mesmo um prato popular alusivo ao reinado da rainha Victria
(1819-1901), com o passar do tempo, ganhou valor. O mesmo vale para
documentos autgrafos em velhos cartes-postais. Quem no gostaria de
ter, por exemplo, uma foto com a assinatura do inventor Santos Dumont ou
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kitsch, bibels ensejam lembranas divertidas - 12/07/2012 ***
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Entre o cult e o kitsch, bibels ensejam lembranas divertidas

Popularizao do turismo deu origem  produo dos suvenires DO EDITOR
DE TURISMO


Cada um coleciona -ou no coleciona- o que gosta e, na origem, os
suvenires so recordaes, lembranas sem muito valor comercial de
determinado lugar. Em si, o hbito de juntar esses objetos se liga ao
advento do turismo e s lojas de coisas tpicas que surgiram quando
veranear se popularizou na Europa da virada dos sculos 18 e 19.

Entre os bibels caractersticos, que servem de adorno, as camisetas,
que nunca deixam de ser uma vestimenta, e os badulaques e
quinquilharias, que viram estorvo, no h muitas diferenas. Todos tm
algo de kitsch e, em sua avaliao, pesam questes como autenticidade,
procedncia, antiguidade e raridade. Para valer, um objeto precisa ser
artstico, ter valor cultural, ser confeccionado de material nobre e at
ter pertencido a algum famoso.

De mau gosto, suvenires que usam partes de animais, como piranhas
empalhadas e pratos com asas de borboleta, foram banidos e no podem ser
comercializados.

Anacrnicos diante da internet, os postais e as miniaturas de fotos de
lugares saram de moda e escassearam.

Os limites entre o kitsch e o cult em colees de lembranas de viagem
so tnues. Documentos autgrafos, os postais assinados por
personalidades tm valor de antiguidade. O mesmo vale para objetos de
arte em miniatura, caso das filigranas de Toledo, na Espanha, das
miniaturas de vidro de Murano, em Veneza, etc.

No final da era vitoriana, viajantes britnicos que iniciaram o hbito
de ir s praias da Normandia, na Frana, adquiriam leos de cavaletes de
artistas impressionistas como, por exemplo, Claude Manet. Esses quadros
valem fortunas hoje. Mas haver quem tenha comprado pinturas ruins, de
artistas que permaneceram annimos.

Se voc estiver tentando transitar da compra de um simples badulaque
para algo que, com o tempo, ganhe valor e se torne um objeto de coleo,
invista.  raro um par de argolas de guardanapos feito de lata virar
antiguidade; j um vaso de porcelana de Svres ganha valor com o passar
do tempo. Idem um prato kitsch britnico da poca da rainha Victria
(1819-1901). Todos,  certo, tm valor sentimental -e nunca deixam de
ser lembranas divertidas de viagem.

(SILVIO CIOFFI) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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por significados ao juntar suvenires - 12/07/2012 ***
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Viajantes procuram por significados ao juntar suvenires

H quem valorize objetos que julgue ter histria e no d importncia a
lembranas como ms de geladeira

Evitando os badulaques mais tpicos, h quem colecione medalhas de
santos e at estatuetas sacras de todo o mundo DE SO PAULO


Mais do que roupas, bebidas e aparelhos eletrnicos, para alguns o
suvenir , de certo modo, uma aquisio simblica nas viagens.

Lembrancinhas como chaveiros e ms de geladeira so comprinhas quase
obrigatrias em visitas a outros pases, mas h turistas que evitam os
suvenires bvios -como miniaturas da torre Eiffel e sombreiros
mexicanos.

Para essas pessoas, o mais importante  que o objeto em questo tenha
significado.

Entre os suvenires acumulados em viagens pelo mundo, um dos mais
queridos para a assessora de imprensa Cecilia Valenza, 29,  uma
estatueta de camelo feita de argila, que ganhou numa visita ao Marrocos
em 2009.

"Fui visitar uma cooperativa de artesos locais e, ao chegar, em poucos
minutos um dos artesos transformou uma bola de argila em um pequeno
camelo e me presenteou. Fiquei encantada e cuidei da esttua como se
fosse um filho at o fim da viagem. Na poca, morava em Barcelona e
estava viajando com uma mochila pequena, morria de medo de que a esttua
quebrasse", conta.

O camelo sobreviveu  viagem at Barcelona, mas, na volta para o Brasil,
uma das pernas da figura acabou se quebrando. "Quando vi, fiquei
arrasada, mas colei o pedao, e o camelinho est comigo at hoje."

Alguns viajantes optam por trazer sempre o mesmo tipo de objeto, fazendo
uma coleo com exemplares de vrias partes do mundo.

 o caso do arquiteto Gonalo Sarmento, 50, que possui mais de 130
imagens de so Francisco de Assis que foram garimpadas em viagens pelo
Brasil e por pases como Portugal, Itlia e Chile.

A primeira estatueta do santo comprada por Sarmento foi adquirida em
Natal (RN). J a mais recente veio de Penedo (RJ).

"Independente da questo religiosa, so Francisco me atrai por sua
histria de vida. Tambm decidi fazer a coleo por seu aspecto
plstico, j que a variedade que existe em termos de representao desse
santo e a diferena de estilos das imagens  muito grande", explica o
arquiteto.

J Raquel Medeiros, 35, coleciona medalhinhas de santos, mas tambm
garimpa outros objetos que acha interessantes nas viagens que faz.

"Confesso que s vezes fico sem espao para guardar algumas lembranas e
a mando para o meu quarto na casa da minha me", diz ela.

(VANESSA CORRA DA SILVA) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Turismo - Fim de recursos criou
turismo no espao - 12/07/2012 ***
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Fim de recursos criou turismo no espao

Com trmino da utopia comunista, a ideia de viajantes no espao ajudou a
manter naves e estaes funcionando

Poucos conseguiram, mas, desde Gagarin, muitos quiseram ter a vista
privilegiada do azul do planeta Terra RICARDO BONALUME NETO
DE SO PAULO


"A Terra  azul", disse o primeiro homem no espao, o sovitico Yuri
Gagarin, em 12 de abril de 1961, durante voo em rbita do planeta de
menos de duas horas.

Desde ento, muitos quiseram ter a mesma vista privilegiada. Poucos
conseguiram. Tanto os "cosmonautas" soviticos como seus rivais
"astronautas" americanos eram quase todos militares.

Quando Gagarin viajou, o mundo vivia a Guerra Fria entre os blocos
comunista e capitalista, e a corrida espacial, especialmente sua verso
de voos tripulados, era a vitrine que servia para mostrar ao mundo as
virtudes de seus regimes poltico-econmicos.

Levou 40 anos para o primeiro "turista" de verdade ir ao espao -e,
ironicamente, isso foi possvel justamente graas ao fim da Guerra Fria.

Em julho de 1969, dois astronautas do projeto Apollo pisaram na Lua. Dos
12 que o fizeram, s um era cientista. E o comeo da dcada de 1990 viu
o desmantelamento do comunismo na Europa. De repente, perdeu a graa
investir em caros voos tripulados para o espao. No havia interesse
poltico. EUA e URSS continuaram a mandar homens e mulheres ao espao.

A necessidade de propaganda era fundamental para manter  tona esses
projetos espaciais. Os soviticos enviaram ao espao cosmonautas de seus
aliados: Bulgria, Polnia, Alemanha Oriental e at Afeganisto e Sria.

Os EUA fizeram o mesmo com seus aliados da Europa ocidental, alm de
arranjarem lugares a bordo para senador, deputado e professora -que
explodiram com o nibus espacial Challenger em 1986, detonando projetos
semelhantes de levar ao espao jornalistas e civis.

Com o fim da utopia comunista da ex-URSS, no havia recursos. Foi quando
surgiu a ideia do turismo espacial para ajudar a manter as naves e
estaes funcionando.

At hoje, os nicos casos de "turismo" espacial estrito senso foram
protagonizados pela sucessora da agncia espacial da URSS, a Agncia
Espacial Russa. Houve o caso de "executivos" irem ao espao por conta de
suas empresas, claro, mas isso no chega a ser considerado uma espcie
tradicional de turismo, na qual o prprio indivduo paga sua viagem e
estadia.

Caso haja interesse, quem faz a mediao  a Space Adventures (
spaceadventures.com ). Ela tem usado as naves russas da srie Soyuz,
testada e confivel. No futuro, espera usar uma nave em projeto pela
Boeing, a CST-100.

Se voc acha que os preos so exagerados s para constatar que a Terra
 azul, h uma opo mais barata: por US$ 4.950 (R$ 10.062), voc
embarca em um avio que simula -graas a manobras- a sensao de
"gravidade zero" do espao. Por menos de um minuto, mas voc vai flutuar
como um astronauta/cosmonauta. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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turstica espacial deve sair em 2013 - 12/07/2012 ***
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Primeira viagem turstica espacial deve sair em 2013

Apesar de bastante salgado, preo da passagem deixa de ser inacessvel
ao mercado de turismo de megaluxo

Com valor em cerca de R$ 395 mil, passageiros podero experimentar a
gravidade zero e ver, de cima, a forma da Terra ROBIN MCKIE
DO GUARDIAN


Na ponta oeste de Pall Mall, entre venerveis e antiquados clubes para
cavalheiros de Londres, um novo escritrio abriu no comeo do ano. Na
vitrine, um letreiro proclama um lema simples: "Espao -um territrio
Virgin". Em meio s relquias do passado, Pall Mall agora abriga o
futuro das viagens.

Estamos na nova sede britnica da Virgin Galactic, em que Richard
Branson espera criar um mercado inteiramente novo de turismo -o turismo
espacial.

Branson investiu mais de  162 milhes (R$ 511,2 milhes) no projeto e
construo de uma frota de espaonaves formada pelas unidades
WhiteKnightTwo e pelos avies espaciais SpaceShipTwo, de menor porte,
que, operando juntos, transportaro passageiros em viagens a mais de 100
km acima da superfcie da Terra, onde a atmosfera do planeta termina e o
espao comea.

Preso ao dorso do jato de transporte, cada avio espacial -transportando
dois pilotos e seis passageiros- subir at uma altitude de 15 km. L, o
avio espacial ser desacoplado da unidade de transporte, e os
passageiros sentiro um arranque assustador no momento do disparo do
motor foguete.

Sero comprimidos contra os encostos de suas poltronas enquanto a
aeronave dispara a mais de 4.000 km/h. Do lado de fora, o cu azul ser
substitudo pela escurido do espao, quando a espaonave deixar a
atmosfera.

Depois de 90 segundos, o piloto desligar o motor, e os passageiros
flutuaro em gravidade zero, planando no espao dentro da aeronave. Mais
de 100 km abaixo, a curvatura da Terra ser claramente visvel diante do
fundo escuro do espao.

Os passageiros tero seis ou sete minutos de flutuao livre at que o
aparelho inicie seu retorno. As asas curtas mudaro de posio e ficaro
apontadas para cima, transformando a aeronave em uma espcie de peteca
gigante que "deslizar" de volta  Terra.

Quando o aparelho retornar a uma altitude de cerca de 15 km, as asas
retornaro  configurao original, e a aeronave planar at o pouso no
aeroporto. E o dia do turismo espacial ter chegado.

TURISTAS PIONEIROS

Entre os passageiros com reservas na primeira misso da Virgin Galactic
esto Branson e seus filhos Sam e Holly. Angelina Jolie ser passageira
de um dos primeiros voos, assim como Brad Pitt. Outras reservas para a
viagem de

 125 mil (R$ 394,5 mil) foram feitas por Ashton Kutcher, pelos pilotos
de Frmula 1 Rubens Barrichello e Niki Lauda, entre outros famosos.

A Virgin Galactic -que Branson descreve como "de longe meu
empreendimento mais ousado"- at agora j teve depsitos de  64 milhes
(R$ 202 milhes), de 520 passageiros que desejam escapar s amarras da
Terra. Os primeiros voos devem ocorrer no final de 2013.

Na disputa pelo mercado de turismo espacial tambm esto o consrcio
aeroespacial XCOR, a Armadillo Aerospace, ambas dos EUA, e a Orbital
Technologies, da Rssia, que ganhou notoriedade em 2011 ao revelar seu
plano de abrir um "hotel celeste".

O mdulo orbital com quartos divertir hspedes em gravidade zero a um
preo elevado:  500 mil (R$ 1,58 milho) pela passagem no foguete
Soyuz, mais  100 mil (R$ 315,4 mil) por cinco dias de estadia.

Um fator crucial em comum nestes projetos  o preo: salgado, mas no
proibitivo. Uma tentativa de escalar o Everest custa entre R$ 95 mil e
R$ 237 mil, por exemplo, e no  coincidncia que os preos da Virgin
Galactic e da XCOR sejam s um pouco mais altos -com o objetivo de
capturar o mercado de turismo de aventura dominado por homens e mulheres
equipados com relgios Breitling e salrios de centenas de milhares de
cifres ao ano.

Traduo de PAULO MIGLIACCI Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Turismo - Preo por estadia
valia milhes - 12/07/2012 ***
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Para poucos

Preo por estadia valia milhes

At hoje, s sete passageiros, todos bilionrios, pagaram por uma
estadia de sete dias na Estao Espacial Internacional. O mais recente
foi Guy Lalibert, canadense que criou o Cirque Du Soleil. Ele pagou 
22 milhes (R$ 69,5 milhes) por um voo e retornou  Terra com um nariz
de palhao. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Turismo - Pginas ajudam a
explorar as Capitais Europeias da Cultura - 12/07/2012 ***
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Planet@ Letra

Pginas ajudam a explorar as Capitais Europeias da Cultura

Site da Comisso Europeia traz histria do projeto e a lista das cidades
j escolhidas DE SO PAULO


Desde 1985, a cada ano a Europa escolhe ao menos uma de suas cidades
para ser Capital Europeia da Cultura.

A iniciativa de eleger cidades como sedes de eventos culturais durante
um ano inteiro j foi adotada por mais de 40 locais, de Estocolmo a
Gnova, passando por Atenas e Cracvia.

As capitais europeias so escolhidas pelo Conselho da Unio Europeia. O
site da Comisso Europeia ( ec.europa.eu/culture ), que pode ser visto
em ingls, alemo e francs, traz a histria do projeto e fala de seus
objetivos. As informaes sobre as capitais da cultura esto disponveis
no menu do lado esquerdo da tela.

A seo "Choosing a capital" explica de forma didtica o processo de
seleo das cidades, abordando todos os estgios da candidatura.

Clicando em "Past Capitals",  possvel ver a lista de cidades que j
receberam o ttulo. J em "Future Capitals" h a lista de localidades j
eleitas at 2014.

Em "Competitions for 2015-2019", so listados os pases que devero
selecionar locais para concorrer ao ttulo nos prximos sete anos, sendo
dois pases por ano.

Este ano, as cidades escolhidas so Guimares ( www.guimaraes2012.pt ),
em Portugal, e Maribor ( www.maribor2012.eu/en ), localizada na
Eslovnia.

Cada Capital Europeia da Cultura tem um site prprio, disponvel em
ingls e na lngua do pas, com os horrios e locais dos eventos que
fazem parte da programao cultural das capitais. Vdeos e galerias de
fotos dos eventos esto disponveis.

Pelos sites  possvel comprar ingressos e encontrar informaes
tursticas das cidades. Na pgina de Guimares, por exemplo, h sees
indicando o que fazer, onde ficar e o que comer na cidade. O visitante
pode ainda fazer reservas de pacotes tursticos e hotis na cidade.

No site de Maribor, o turista ter maior dificuldade para reservar um
hotel, j que a lista de opes no deixa clara sua localizao, e a
alternativa de separar os hotis por regio no funciona para quem no 
familiarizado com o pas. As informaes tursticas sobre o destino
tambm esto escondidas:  preciso clicar em "Visitors", depois em
"Visit Maribor" e, finalmente, em "Tourism" para ler as dicas da cidade.

Em 2013, o ttulo passar para a cidade francesa de Marselha (
www.mp2013.fr ) e para Kosice ( www.kosice2013.sk ), na Eslovquia.
Ambas j colocaram na internet suas pginas como Capitais Europeias da
Cultura. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Turismo - Lanamentos de guias
de viagem exploram cidades da Europa - 12/07/2012 ***
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Lanamentos de guias de viagem exploram cidades da Europa DE SO PAULO


O continente europeu  tema de trs guias de viagem que chegam s
livrarias no ms de julho.

Espanha e Roma so os novos destinos abordados pela coleo de guias
"Key Guide", e a cidade de Praga  o assunto do novo "Guia Visual" da
editora Publifolha.

Dividido por regies, o guia da Espanha tem captulos inteiros dedicados
s cidades de Madri e Barcelona e uma seo que aborda a histria e a
cultura do pas europeu.

J o guia de Roma aponta as pinturas, esculturas e monumentos que no
podem deixar de ser vistos em uma visita  capital italiana.

Para quem procura mais do que um roteiro de arte, o livro traz tambm
informaes sobre hotis, restaurantes e lojas de Roma, alm de sugerir
opes de passeios nos arredores da cidade.

A verso atualizada do "Guia Visual Praga" vem com um mapa destacvel
com orientaes para facilitar a localizao do turista em vrios pontos
da cidade.

O guia sugere uma srie de roteiros de quatro dias de durao, divididos
por temas de interesse, com indicaes do que fazer e estimativa de
gastos com ingressos, transporte e alimentao.

Tambm possui uma seleo de hotis e restaurantes e informaes sobre
as atraes tursticas da capital da Repblica Tcheca.

GUIAS KEY GUIDE Editora Publifolha

ESPANHA Quanto R$ 85 (498 pgs.)

ROMA Quanto R$ 62 (318 pgs.)

GUIA VISUAL PRAGA Dorling Kindersley Editora Publifolha Quanto R$ 72
(272 pgs.) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Overbook



SPOTTED BY LOCALS SITE www.spottedbylocals.com Moradores de 41 cidades
europeias contribuem com dicas para que o viajante possa fugir de
programas e locais exclusivamente tursticos em lugares como Barcelona,
Hamburgo e Oslo. O site rene blogs de cada municpio com sugestes de
lojas, restaurantes e passeios. Os guias podem ser baixados em PDF e
tambm esto disponveis para iPhone e, em breve, podero ser baixados
pelo sistema Android.

HOTEL TONIGHT SITE www.hoteltonight.com Para quem precisa de um quarto
de hotel de ltima hora, o aplicativo rene ofertas com at 70% de
desconto em acomodaes de diversas cidades dos Estados Unidos. A
ferramenta no  til para viagens programadas com antecedncia, j que
as reservas de quartos s podem ser feitas no mesmo dia da chegada ao
hotel. O aplicativo  gratuito e est disponvel para iPhone, iPad e
celulares que operam com o sistema Android.

TripIT SITE www.tripit.com O aplicativo foi pensado para os turistas que
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