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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - USP mapeia artistas
e arteses do Bexiga - 15/07/2012 ***
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O texto abaixo contm um Erramos, clique aqui para conferir a correo
na verso eletrnica da Folha de S.Paulo.

USP mapeia artistas e arteses do Bexiga

Pesquisa indita do Centro de Preservao Cultural revela 47 pontos de
cultura na regio central paulistana

'Nos surpreendemos ao encontrar saberes que so passados de gerao para
gerao', afirma a pesquisadora Rose Satiko




 Eduardo Knapp/Folhapress
[Casas no cruzamento das ruas Jaceguai e Jardim Helosa, no tradicional bairro paulistano do Bexiga] 
Casas no cruzamento das ruas Jaceguai e Jardim Helosa, no tradicional
bairro paulistano do Bexiga

MARIANA DESIDRIO
DE SO PAULO


De ruas estreitas e casinhas coloridas, o Bexiga, no centro paulistano,
conserva lugares e figuras raras numa cidade como So Paulo.

 ali que trabalha, h 41 anos, o relojoeiro Baltazar Joaquim de Paula,
71. Com movimentos precisos e uma pacincia mineira, ele conserta
relgios de todos os tipos. Nascido em Passos, em Minas, foi no Bexiga
que conseguiu fazer a vida. "Para mim,  um lugar que significa sorte."

Para preservar histrias como a dele, o CPC (Centro de Preservao
Cultural) da USP fez um mapeamento indito dos artistas e artesos dali.

O bairro foi criado por imigrantes italianos no sculo 19 e 
reconhecido pelas cantinas, o samba, os teatros e o jeitinho de cidade
do interior. Oficialmente, a regio  chamada de Bela Vista, mas o
antigo nome ainda prevalece.

O levantamento do CPC registrou 47 pontos, entre casas de restauro,
padarias, oficinas de costura e sapatarias. Alm dos artistas (grupos de
teatro, msicos e artistas plsticos) e centros culturais.

Como seu Baltazar, muitos esto ali h dcadas.

"Nos surpreendemos ao encontrar muitos saberes que so passados de
gerao para gerao e que esto ligados a uma tradio no bairro", diz
a antroploga Rose Satiko, vice-diretora do CPC e responsvel pela
pesquisa.

O levantamento inclui vdeos, fotos e textos. O material foi produzido
em oficinas com moradores e trabalhadores da regio, que indicaram
artistas e artesos que conheciam da vizinhana.

Morador do Bexiga h oito anos, o produtor de vdeos Rogrio Leite, por
exemplo, fez um documentrio sobre as aulas de bateria da Vai-Vai.

"De casa, sempre ouo as crianas ensaiando na bateria. Quando surgiu a
oficina, quis documentar.  uma forma de as pessoas terem acesso a essas
figuras que fazem arte no bairro", diz.

A escolha do Bexiga levou em conta a localizao do CPC. Criado em 2002,
o centro fica na regio, na Casa da Dona Yay, e rene professores de
antropologia, histria, comunicao e arquitetura.

O material ser exposto no CPC a partir de 23 de agosto e tambm vai o
site do projeto.

Veja mais fotos

folha.com/fg8622 Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Ladro de obras
raras age de dentro de presdio - 15/07/2012 ***
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Ladro de obras raras age de dentro de presdio

De Bangu 2, Lassio Rodrigues de Oliveira comanda organizao criminosa,
diz PF

Foram pelo menos 14 vtimas de 5 Estados, de bibliotecas a museus; lucro
por cada crime chega a R$ 500 mil DIANA BRITO
MARCO ANTNIO MARTINS
DO RIO


De Bangu 2, em meio a 700 detentos, sob vigilncia e cercado por muros,
um ladro incomum continua a praticar crimes, diz a Polcia Federal.

Lassio Rodrigues de Oliveira, 39, tem em sua ficha roubos e furtos de
obras raras em ao menos 14 instituies como bibliotecas e museus de So
Paulo, Rio, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco.

Condenado a 12 anos, o ex-estudante de biblioteconomia est no presdio
Alfredo Tranjan, em Bangu, na zona oeste do Rio, desde 2007.

No incio, planejava e praticava as aes sozinho. Mas, desde 2005,
ainda em liberdade, criou uma organizao que, segundo a PF, continua a
comandar. Uma vez preso, ele combinou os crimes pelo telefone celular,
mas abandonou a prtica passando a usar cartas ou passar ordens por meio
das visitas, diz a polcia.

As obras so, na maior parte, vendidas para colecionadores de Brasil,
Argentina e Uruguai. Processos analisados na Justia Federal mostram
que, por crime, Oliveira lucra cerca de R$ 500 mil.

"Considero-o o maior assaltante de obras raras do pas. Preso, conseguiu
convencer muito bandido de que  melhor furtar uma obra rara do que
vender cocana", diz o delegado Fbio Scliar, da Polcia Federal no Rio.

O primeiro furto ocorreu em 1998, na Biblioteca Nacional, no centro: 14
revistas e peridicos, entre elas a "Al Bazar Volante", de msica. Os
furtos, de obras avaliadas em R$ 1,5 milho, duraram um ano. At hoje, o
receptador no foi encontrado.

Oliveira s admite ter praticado esses furtos. A polcia acredita que h
muito mais.

Em 2004, iniciou estgio na Biblioteca Mrio de Andrade, a maior
biblioteca pblica de So Paulo. Chegou a ser preso por furto aps a
denncia de um livreiro de uma feira do Bexiga (centro de SP).

Em sua casa, foram achados 15 livros, 76 fotos e documentos atribudos a
Dom Pedro 2. Apesar de ter sido detido em flagrante, ficou preso pouco
mais de seis meses.

Em 2005, voltou a frequentar a faculdade. Segundo a polcia, temendo a
vigilncia, buscou uma parceira: Iwaloo Sakamoto. Ela coopta mulheres
para o grupo, afirma o Ministrio Pblico Federal.

Pouco antes do feriado de Corpus Christi, em 2006, Oliveira teria
realizado o ltimo levantamento pessoalmente: fotos de Augusto Malta,
datadas do sculo 19, do Arquivo Geral da Cidade, no Rio.

Oliveira teve a pena reduzida a cinco anos, por bom comportamento e
trabalho no crcere. Seu advogado no retornou os contatos da Folha .
Iwaloo vive no interior paulista e no foi encontrada. Prximo Texto |
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testes, obra falsa vai a pblico - 15/07/2012 ***
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Aprovada em dois testes, obra falsa vai a pblico

Para a PF, ladro substituiu lbum de Matisse exposto pela Pinacoteca

Material, que compe a srie 'Jazz', era um emprstimo da Mrio de
Andrade; polcia investiga os exames DO RIO


Infiltrado entre os funcionrios da Biblioteca Mrio de Andrade, Lassio
Oliveira substituiu entre 2004 e 2006 o lbum da srie "Jazz" (1947) do
artista francs Henri Matisse (1869-1954), diz a PF.

A BMA (Biblioteca Mrio de Andrade)  a segunda maior do pas -a
primeira, Fundao Biblioteca Nacional, tambm foi alvo da quadrilha de
Oliveira em 2005.

Entre setembro e novembro de 2009, o lbum "Jazz" foi emprestado pela
Mrio de Andrade  Pinacoteca para exposio em comemorao ao artista
pelo Ano da Frana no Brasil. O que a instituio provavelmente
desconhecia  que os trabalhos eram "cpias grosseiras".

A PF investiga o emprstimo do lbum para a Pinacoteca, assim como os
dois testes de autenticidade.

A Pinacoteca informou que o lbum foi exposto fechado, sendo visvel
apenas a capa. Na ocasio, 140 mil pessoas visitaram a exposio.

No Brasil, s existem cinco lbuns "Jazz" originais de Matisse: um
pertence  BMA, outro ao Museu Chcara do Cu, no Rio, e os trs
restantes so de colecionadores.

A biblioteca afirmou que o lbum no estava includo como desaparecido
na relao elaborada pela instituio num "furto de maiores propores"
em 2006 porque havia uma rplica em seu lugar.

No incio deste ano, a atual direo da instituio foi informada de que
20 gravuras de Matisse pertencentes ao seu acervo foram localizadas pela
PF na Argentina.

A polcia enviou ofcio  Secretaria Municipal da Cultura recomendando
inventrio das obras raras da BMA por um corpo tcnico externo. Texto
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Hollywood imprime
charme a falsrios - 15/07/2012 ***
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Hollywood imprime charme a falsrios THALES DE MENEZES
EDITOR-ASSISTENTE DA ILUSTRADA


Orson Welles dirigiu em 1973 o documentrio delirante "Verdades e
Mentiras", sobre as proezas de um famoso falsificador de arte, Elmyr de
Hory. Na poca, disse que a figura de um falsrio seria adequada a um
heri de trama cinematogrfica.

"A maioria das pessoas considera pagar milhares e milhares de dlares
por uma tela cheia de tinta um absurdo to grande que no sente
compaixo alguma pelo colecionador se a obra for roubada.  quase uma
nova verso de Robin Hood", disse o cineasta.

Para corroborar a teoria de Welles, a figura do falsificador de arte no
cinema ganhou contornos de glamour. Alm de sempre se dar bem, falsrios
diversos -e ladres de arte- foram interpretados por astros de muito
charme.

Em "Como Roubar um Milho de Dlares" (1966), a herona  a mais jovem
representante de uma linhagem de falsrios. A atriz  Audrey Hepburn,
talvez a melhor personificao de beleza feminina sofisticada no cinema.

Ela precisa roubar uma obra de arte antes que seja periciada e revele os
crimes de seu pai. O ladro que aparece para ajud-la  interpretado
pelo ingls Peter O'Toole, outro cone de ator charmoso.

O filme "Thomas Crown Affair" exibe em suas duas verses astros
reconhecidos como sedutores. Em 1968, recebeu no Brasil o titulo de
"Crown, o Magnfico" e mostrava Steve McQueen no papel do ladro de
obras de arte que usava falsificaes em seus golpes. McQueen, no auge
da carreira, era o Brad Pitt da poca. Claro que no seria preso no
final. Na refilmagem de 1999, chamada "Thomas Crown - A Arte do Crime",
o personagem passou para Pierce Brosnan. Com filmes interpretando James
Bond no currculo, s reforou a viso charmosa que Hollywood imprime a
seus falsrios. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Querer demais da
vida - 15/07/2012 ***
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Danuza Leo

Querer demais da vida

Ser apenas feliz, para certas mulheres,  pouco. Dizem que no tm
vocao para a vida normal e vo embora

Costuma ser assim: as pessoas se conhecem, se encantam umas pelas
outras, procuram conhecer os amigos, a famlia, os gostos pessoais, e
assim descobrir se foram feitos um para o outro, para se unirem e serem
felizes, at que a morte os separe. A namoram e casam.

Bem, para comear,  raro que duas pessoas se unam e sejam felizes at
que a morte as separe, e quando chegam a se descobrir, todo aquele
enorme encantamento que sentiram no primeiro encontro comea a
complicar.

Ela no gosta da mulher do melhor amigo dele -e j comea a implicar-,
ele no vai com a cara da irm dela -e j comea a implicar-, um gosta
de churrascaria, o outro, de um japons, e por a vai.

Comea ento a tentativa de adaptao, cada um abrindo mo de certas
coisas para que a relao d certo. As adaptaes que eram feitas nos
primeiros dias de namoro com enorme prazer, um ano depois podem virar
motivo de mau humor, e a verdade verdadeira  que ningum gosta de fazer
concesses, cada um s quer fazer o que quer e o que gosta.

 da natureza humana, e natural, pois se duas pessoas gostam exatamente
das mesmas coisas, das mesmas pessoas, sentem fome e sono sempre na
mesma hora, e por a vai, vira uma monotonia sem fim. Ento que tal por
uma vez fazer tudo diferente e tentar que tudo d certo, pelo menos por
um tempo?

Seria assim: uma mulher e um homem se conhecem, se olham, e sentem um
total arrebatamento um pelo outro. Nesse momento eles sairiam de onde
estivessem -da praia, do bar, da festa- e passariam a viver s desse
amor, s para esse amor. Nesse mesmo dia iriam morar juntos, sem saber
dos defeitos um do outro, se esconderiam do mundo, dos amigos, das
famlias, e abririam mo de seus desejos mais intensos para agradar ao
outro. No  assim, quando se ama?

E como  assim, no brigariam por nada, no discutiriam por nada, no
implicariam com coisa alguma, e a vida seria uma total felicidade -por
um tempo,  claro. Mas chegaria o momento em que eles comeariam a se
conhecer melhor, e a vida real invadiria um mundo que at aquele momento
era s deles; com isso viriam as complicaes, as de sempre.

Teriam que conhecer os amigos e as famlias, chegaria o dia inevitvel
em que um deles -ela- diria que tem horror a futebol, e ele daria o
troco dizendo que odeia os filmes de Woody Allen que foi obrigado a ver,
para lhe fazer a vontade. E chegaria o dia cruel em que falariam pela
primeira vez sobre poltica, e que no iriam votar no mesmo candidato. A
partir da, viraram um casal feliz, desses que se v por a.

S que ser apenas feliz, para certas mulheres,  pouco. Algumas dizem ao
marido que no tm vocao para a chamada vida normal, que vo embora. E
ficam espantadas -quase decepcionadas- quando eles dizem estar de
acordo.

Porque quem viveu momentos to delirantes no pode se conformar com
menos. Querem da vida muito, tudo, tanto, que no aceitam viv-la como
ela .

E vo, cada um para o seu lado, na procura eterna de outros encontros
apaixonantes, mesmo que curtos, sabendo que para encontr-los -talvez-
vo passar longas temporadas inteiramente ss.

danuza.leao@uol.com.br

AMANH EM COTIDIANO

Silvia Corra Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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H 50 anos



Aps aval da Cmara, Conselho se rene para traar primeiras aes

DO BANCO DE DADOS - O Conselho de Ministros, chefiado pelo
primeiro-ministro Francisco de Paula Brochado da Rocha, reuniu-se ontem
pela primeira vez aps ter sido aprovado pela Cmara.

Em nota da Secretaria do Conselho, o encontro inicial serviu para
definir as primeiras aes ministeriais sobre a manuteno da ordem
pblica, a crise de abastecimento no Nordeste, a reduo do custo de
vida e a diminuio do desemprego.

A reunio contou com os ministros de Exrcito, Aeronutica, Marinha,
Viao, Justia, Educao, Agricultura e Trabalho. O Conselho volta a se
reunir em cinco dias. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - 'So Paulo precisa
de calado', diz pesquisador - 15/07/2012 ***
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'So Paulo precisa de calado', diz pesquisador

Para especialista norte-americano, ruas devem ser seguras para todos

Michael Kodransky afirma que locomoo por carro privado no deve ser a
forma mais barata de transporte ITALO NOGUEIRA
DO RIO


As ruas de So Paulo no deveriam ser usadas exclusivamente para carros,
mas tambm dar acesso seguro a pedestres e ciclistas. O excesso de
estacionamentos e a falta de rea para pedestres tornam a cidade
invivel. Essa  a anlise de Michael Kodransky, 31, gerente de poltica
urbanas do ITDP (sigla de Instituto de Polticas de Transportes e
Desenvolvimento, em ingls). Kodransky defende medidas como o fechamento
da Times Square, em Nova York, para carros.

-

Folha - Como era a Times Square antes das mudanas? Michael Kodransky -
Pesquisas mostravam que a maioria dos que usavam o espao era pedestre,
mas a rea era ocupada desproporcionalmente por veculos. A percepo 
a de que a Times Square nunca tinha sido uma praa. Era um lugar pelo
qual os carros passavam. Agora h um espao pblico que reflete melhor o
seu nome.

Qual papel os veculos privados deveriam ter na cidade? Eles so
necessrios, j que permitem, por exemplo, a entrega de bens. Mas no 
preciso permitir que caminhes circulem pela cidade por qualquer motivo.
As ruas no tm o mesmo uso o dia inteiro, e eles podem ser
equilibrados.

Aqui, o governo diminuiu impostos para carros para aquecer a economia.
Como v isso? A cidade precisa analisar suas polticas e se h
contradies. Se a melhor poltica  limitar o espao para
estacionamentos, no permitir que a locomoo por carro seja a mais
fcil, mas se diminuem os impostos dos carros, h uma contradio.

Como avalia o sistema de transporte de So Paulo? O espao para
pedestres poderia ser melhor. H muitas reas onde no se pode caminhar.
 necessrio um plano para que haja mais calades. As cidades mais
bem-sucedidas do prioridade aos pedestres. So Paulo tem tambm
polticas muito liberais para estacionamentos, o que cria uso
ineficiente do espao.  impossvel esse volume de pessoas dirigindo.

A vida do motorista deve ser dificultada? O real custo em usar carro no
 revelado. A diminuio do imposto incentiva seu uso. Mas o verdadeiro
custo em dirigir  o congestionamento, o barulho, a poluio... As
pessoas tomam decises com base no que afeta diretamente seu bolso.
Quando voc sai de casa, pensa no que  mais conveniente. Se voc tem um
estacionamento no prdio onde trabalha, voc provavelmente vai de carro.
Especialmente se  barato dirigir. Texto Anterior | Prximo Texto |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Faculdades
controlam acessos para evitar crimes - 15/07/2012 ***
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Faculdades controlam acessos para evitar crimes

Na UFMG, s as pessoas autorizadas entram no campus no fim de semana

USP prev implantar catracas em seis portes de pedestres neste ano para
restringir entrada de 'estranhos' REYNALDO TUROLLO JR.
DE SO PAULO


Aps cercar suas reas, terceirizar a vigilncia e investir em cmeras,
universidades pblicas em todo o pas esto criando regras para
controlar o acesso a seus espaos.

Segundo as instituies, as medidas tentam evitar furtos, roubos,
sequestros-relmpago e depredaes nos campi. No h levantamento do
nmero de casos j registrados.

No campus da UFMG, em Belo Horizonte, os portes se fecham aos sbados e
domingos para quem no pertence  comunidade acadmica. Para entrar nos
prdios  preciso estar numa lista de pessoas autorizadas.

"Uma vez, esqueci de enviar a documentao para um projeto, que ficou na
minha sala. Fui l no domingo, implorei para entrar, mas, como meu nome
no estava na lista, no deixaram", conta a biloga Glria Susana de
Souza, 33, que fazia ps-doutorado. Apesar da situao, ela diz aprovar
a medida.

"[O controle de acesso] Tem sido analisado com maior nfase nos ltimos
anos. No a ponto de ter uma poltica nacional, mas passou a ser uma
preocupao que no existia dez anos atrs", diz Gustavo Balduino,
secretrio-executivo da Andifes, que rene reitores de instituies
federais.

Segundo ele, cada universidade tem autonomia para adotar as medidas que
quiser.

Em So Paulo, a USP vai instalar a partir deste ano seis cancelas nas
entradas de pedestres para forar a identificao dos visitantes em
horrios restritos.

" um tremendo espao que fica cercado no final de semana sem a
populao ter acesso. Antes, funcionava como um parque", diz o
ex-secretrio do Andes (sindicato nacional dos docentes) e professor da
Faculdade de Educao da USP Csar Minto.

'SHOPPING'

No ano passado, um aluno morreu a tiros numa tentativa de roubo na FEA
(Faculdade de Economia e Administrao). A faculdade vai pr catracas em
seu prdio -proposta aprovada por docentes e servidores em plebiscito,
mas rejeitada pelos alunos.

"A FEA parece um shopping center. Entra todo mundo, sai todo mundo. 
bacana, mas vira e mexe acontecem roubos", diz o diretor, Reinaldo
Guerreiro.

A Unesp distribuiu a estudantes de trs campi carteirinhas com chip para
controlar a entrada. Uma parceria com o Santander permitiu que um carto
de dbito viesse acoplado, o que gerou crticas. A reitoria disse que
no recebeu as queixas.

A UFMS (federal do Mato Grosso do Sul) construiu guaritas e prev a
instalao de catracas. Na Uemg (estadual de Minas), em Belo Horizonte,
a portaria ter catracas. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Restrio tambm
vale para veculos em universidades - 15/07/2012 ***
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Restrio tambm vale para veculos em universidades DE SO PAULO


Alm dos pedestres, veculos vm sofrendo restries nos campi de
universidades pblicas em todo o pas.

Na UFRGS (federal do Rio Grande do Sul), s professores e servidores tm
vaga garantida nos estacionamentos. "O que sobra das vagas  sorteado
entre alunos", diz Daniel Pereira, coordenador de segurana da
instituio.

Na UFPA (federal do Par), a reitoria informou que a cada 15 minutos uma
amostragem dos carros que entram e saem  parada e vistoriada por
seguranas. Nas guaritas ficam guardas armados.

Uma pesquisa da UFPA de dezembro passado mostrou que, apesar de 4,84%
dos alunos (55 mil no total) j terem sido vtimas de violncia dentro
do campus, 55% dizem se sentir inseguros no local.

"A UFPA foi criada em um local distante do centro. Os bairros no entorno
so bairros perifricos, que enfrentam todos os problemas dessa formao
urbana", afirma a universidade.

No Rio, foi inaugurada em fevereiro a ponte do Saber, que d acesso 
ilha do Fundo, onde fica o campus da UFRJ. Ela logo passou a ser usada
por motoristas que queriam cortar caminho por dentro do campus.

Segundo a instituio, comeou a haver atropelamentos, porque os carros
corriam. Na mesma poca, uma onda de sequestros-relmpago atingiu o
campus.

Em maio, a Prefeitura do Campus resolveu, ento, fechar o acesso  ponte
de manh, argumentando ter autonomia sobre o territrio. Como reflexo, o
trnsito no restante da cidade piorou.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) rebateu pelo Twitter: "Absolutamente
ridcula, pattica e autoritria a deciso de fechar a ponte do Saber:
jamais poderia acontecer em uma universidade pblica".

A UFRJ recuou, em troca de medidas para melhorar o trnsito no campus
-como sinalizao e radares.

PLENO CONTROLE

Na UFPE (federal de Pernambuco), todos os motoristas que chegam recebem
um carto, que precisa ser devolvido na sada.

"Teremos um pleno controle de acesso", diz o superintendente de
Segurana, Armando do Nascimento.

O plano, diz,  que guardas cadastrem visitantes sem vnculo, mesmo
pedestres, inclusive anotando aonde vo.

"A finalidade  saber quem entra, para fazer dados estatsticos e
avaliar o grau de satisfao dos usurios."

Andr Graciano, 30, aluno de pedagogia da UFPE, critica. "Esse cadastro
 um constrangimento". J Thauan Fernandes, 20, aluno de biomedicina e
membro do DCE (Diretrio Central dos Estudantes), diz que o campus 
inseguro e que a medida deve ser discutida. (RTJ) Texto Anterior |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Memorial homenageia
vtimas do voo da TAM - 15/07/2012 ***
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Memorial homenageia vtimas do voo da TAM

Praa demorou cinco anos para ficar pronta COLABORAO PARA A FOLHA


Cerca de 20 operrios enfrentaram uma chuva, ora forte, ora branda, na
tarde da ltima quinta-feira. Eles estavam a 250 m da pista do aeroporto
de Congonhas, um dos mais movimentados do Brasil com a misso de deixar
pronto o memorial em homenagem s 199 vitimas do acidente do voo da TAM
JJ 3054.

O Memorial 17 de Julho [dia da tragdia] ser inaugurado na tarde da
prxima tera-feira, em frente a Congonhas, na zona sul de So Paulo.

"Essa praa simboliza nossa luta pelo respeito  memria de nossos
familiares", diz Silvia Xavier, me de Paula, que morreu no acidente aos
23 anos. E completa: "E tambm pela melhoria das condies da aviao
brasileira."

A praa  composta por uma esplanada, que tem em seu centro uma mureta
com um espelho de gua.

Preservada do fogo do acidente ficou um "xod" dos familiares: uma
amoreira localizada bem no ncleo do espao, contornado por grama e
mudas de flores.

A vida das 199 vtimas ser representada por fachos de luzes, instalados
no cho.

Ao fundo, esto vrios brinquedos infantis, como um trepa-trepa,
gangorra e balanas. A esplanada  circundada por quatro longos bancos
semicirculares.

Logo no primeiro ms aps o acidente, em agosto de 2007, os familiares
das vtimas comearam a discutir o que fazer com o terreno, que foi
doado pela TAM  Prefeitura de So Paulo, mas, s em dezembro do ano
passado, a obra, de fato, comeou.

Isso ocorreu, segundo Archelau Xavier, vice-presidente da Associao dos
Familiares e Amigos das Vtimas da TAM, por causa da morosidade do
processo de desapropriao das casas que ocupavam o quarteiro, vizinhas
do terminal de cargas expressas da companhia e de um posto de
combustveis, onde o avio se chocou.

Outro ponto foi a escolha do projeto, bancado pela Prefeitura de So
Paulo. A primeira ideia do arquiteto Ruy Ohtake previa uma creche e um
centro de segurana area do pas. Mas, segundo Xavier, pela proximidade
do aeroporto, o projeto de criao do centro foi abandonado.

A ento foi acertado o projeto do arquiteto Marcos Cartum. A obra levou
oito meses para ser concluda.

A cerimnia de inaugurao comea s 17h30, com uma missa do bispo de
Santo Amaro Dom Fernando Antonio Figueiredo.

s 18h51, horrio da exploso, ser feito um minuto de silncio. (FELIPE
VANINI BRUNING) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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Memorial 17 de Julho



Onde fica Avenida Washington Lus

O que vai ter Espelho de gua contornando a rvore que resistiu ao
acidente, jardins e quatro bancos extensos

rea 8,3 mil metros quadrados

Lazer Brinquedos infantis

Custo R$ 3,6 milhes

Financiador Prefeitura de So Paulo Texto Anterior | Prximo Texto |
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pai faz peregrinao a Congonhas - 15/07/2012 ***
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Em nome da filha, pai faz peregrinao a Congonhas

Empresrio visita local do acidente da TAM ao menos uma vez por semana

Ele se mudou do RS para perto do aeroporto por causa da tragdia; jovem
foi uma das 199 vtimas do voo JJ 3054 RICARDO BUNDUKY
COLABORAO PARA A FOLHA


Da entrada do aeroporto de Congonhas so 500 metros at o balco da TAM.
Pelo caminho, Beto Silva, 56, cumprimenta as pessoas. Gente que ele
conheceu ao longo dos ltimos anos.

Fica de olho nos monitores, que anunciam, a partir das 17h40, a chegada
de um voo vindo de Porto Alegre. Esse voo tem um significado especial
para Silva. Era nele que a filha mais velha, Madalena, comissria da TAM
de apenas 20 anos, viajou para So Paulo h cinco anos. No dia 17 de
julho de 2007, Madalena e outras 198 pessoas morreram no acidente do voo
JJ 3054 -hoje, rebatizado de JJ 3046.

Um ano e meio depois da tragdia, Silva se mudou da cidade de Dois
Irmos (RS), onde morava, para So Paulo. Veio com a mulher e a filha
mais jovem. Eles vivem a cerca de quatro quadras do local do acidente.
Desde ento, ao menos uma vez por semana, o empresrio repete um
trajeto: no comeo da tarde, sai de casa rumo ao aeroporto. Sempre para
no local onde o avio explodiu e que, na prxima tera, ir ganhar um
memorial em homenagem s 199 vtimas.

"Continuarei at meu ltimo dia se for preciso. Quero ficar perto do que
ela mais amava", diz, se referindo ao amor da filha pela aviao.

Foi no aeroporto Salgado Filho, na capital gacha, que pai e filha se
viram pela ltima vez. "Quando ela passou da rea de embarque, fez um
corao [com as mos] e me jogou um beijo", lembra.

"Mana [como o pai chamava e ainda chama a filha mais velha] era a nossa
artista."

Normalmente s teras (dia do acidente), ele abre o guarda-roupa de
casa, escolhe uma das 32 camisetas, seu uniforme de trajeto. Uma delas
exibe a seguinte frase: "Amor de nossas vidas, nossa estrela que brilha
no cu".

Um ms depois do acidente, o empresrio se submeteu a dois anos de
terapia, associada ao uso de medicamentos para dormir. A filha mais
nova, Solen, 21, enfrentou uma sndrome de ansiedade.

"As duas eram muito prximas. Mana e Maninha."

Da janela do quarto, na zona sul de So Paulo, o empresrio v o
aeroporto. No pequeno imvel, aeronaves de brinquedo decoram as
prateleiras da sala. Mas so os murais de fotos de Madalena, espalhados
pela casa, que chamam a ateno. No quarto de Silva e da mulher,
Therezinha, um pster da filha sorrindo, vestida de comissria, com um
leno vermelho no pescoo, cobre toda a porta.

O pai conta que ela no precisava pegar aquele voo. "Ela deveria se
apresentar em Guarulhos no dia seguinte. Como o tempo estava ruim em
Porto Alegre, achou que no chegaria na hora certa." Texto Anterior |
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Mortes



7 DIA

ALEX ADELMANN - Hoje, s 18h30, na Catedral Anglicana, r. Comendador
Elias Zarzur, 1.239, Alto da Boa Vista.

ANDREZA PAES DE BARROS AMARAL - Amanh, s 18h30, na capela do Ensino
Fundamental do Colgio Sta. Cruz, r. Orob, 277, Alto de Pinheiros.

ANTONIO NELSON NAIME - Hoje, s 16h30, na igreja S. Jos, r. Brig.
Jordo, 460, Ipiranga.

HILDA MATTAR - Hoje, s 18h, na capela do Hospital Sta. Catarina, av.
Paulista, 200, Cerqueira Csar.

MARIA JULIA MORAES PAGANO - Amanh, s 18h30, na parquia N. Sra.
Aparecida, lgo. de Moema, Moema.

WADIH ASSADY COURY - Hoje, s 17h30, na capela do Orfanato S. Judas,
Tadeu, av. Itacira, 2.801, Planalto Paulista.

30 DIA

ANTONIETA ZUFFO LAVIERI (LILITA) - Hoje, s 18h30, no Santurio N. Sra.
de Ftima, av. Dr. Arnaldo, 1.831, Sumar.

JUVENAL RODRIGUES DA SILVA RAMOS - Hoje, s 12h, na Catedral Anglicana,
r. Comendador Elias Zarzur, 1.239, Alto da Boa Vista.

1 ANO

ALVARO XAVIER DA SILVA JNIOR - Amanh, s 18h30, na parquia Assuno
de N. Sra., al. Lorena, 665, Jd. Paulista.

MERI BARSOTTI GIUSTI - Hoje, s 10h, na igreja N. Sra. Aparecida, r.
Labatute, 781, Ipiranga.

31 MS

DIVA DE OLIVEIRA BRESSER - Amanh, s 19h, na igreja S. Jos do Belm,
lgo. S. Jos do Belm, Belm.

62 MS

CARLOS AUGUSTO BRESSER NETO - Amanh, s 19h, na igreja S. Jos do
Belm, lgo. S. Jos do Belm, Belm.

18 ANO

ANTONIO MADI FILHO - Amanh, s 17h30, na igreja N. Sra. do Carmo, r.
Brs Cubas, 163, Aclimao.

41 ANO

JOO ROLANDO LAVIERI - Hoje, s 18h30, no Santurio N. Sra. de Ftima,
av. Dr. Arnaldo, 1.831, Sumar.

RUBENS AUGUSTO GUELLI - Hoje, s 18h, na igreja do Bom Jesus, pa.
Divino Salvador, Americana (SP).

MATZEIVA - CEMITRIO ISRAELITA DO BUTANT

ANNA SENDER - Hoje, s 11h, q, 323, sep. 39, set. O.

DAVID ZISKIND - Hoje, s 10h, q, 408, sep. 140, set. R.

HORACIO AJZEN - Hoje, s 11h, q, 406, sep. 44, set. R.

ISAAC FINGUERMANN - Hoje, s 10h30, q, 405, sep. 127, set. R.

MARTHA CUSNIR - Hoje, s 10h30, q, 341, sep. 24, set. O.

MAURICIO JAYME KRAUTHAMER - Hoje, s 11h, q, 333, sep. 106, set. O.

ROSA WOLAK - Hoje, s 11h30, q, 255, sep. 60, set. L.

MATZEIVA - CEMITRIO ISRAELITA DO EMBU

IDA BINDER - Hoje, s 11h, q, 19, sep. 87, set. B.

SHLOSHIM - CEMITRIO ISRAELITA DO BUTANT

MARTA ZYNGER - Hoje, s 10h, q, 399, sep. 37, set. R.

SHLOSHIM - CEMITRIO ISRAELITA DO EMBU

SARA RAICHER - Hoje, s 13h, q, 16, sep. 125, set. B. Texto Anterior |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Mdico e professor
da Unifesp - 15/07/2012 ***
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Luc Louis Maurice Weckx (1948-2012)

Mdico e professor da Unifesp ESTVO BERTONI
DE SO PAULO


"Fabricado na Blgica, nascido no Brasil", brincava o paulistano Luc
Louis Maurice Weckx sobre sua origem.

Neto de um cnsul belga no Brasil e filho de um diretor de banco, Luc
estudou medicina na Unifesp, onde seguiria carreira aps se formar em
1973.

Fez mestrado, doutorado e livre-docncia na instituio, da qual era
professor titular e chefe do departamento de otorrinolaringologia e
cirurgia de cabea e pescoo.

Foi tambm na Unifesp que o mdico conheceu a mulher. Lily, pediatra e
tambm professora da instituio, formou-se na turma do marido.

O diretor do campus So Paulo da Unifesp, Paulo Pontes, que deu aulas
para Luc e foi seu padrinho de casamento, conta que o amigo era
extremamente rgido no trabalho e sentia prazer em atuar na parte
administrativa.

Luc presidiu a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e integrou a
diretoria da Associao Mdica Brasileira.

Tinha paixo pela medicina e pela transmisso do conhecimento, segundo
Pontes, que o descreve como um dos melhores professores orientadores da
ps-graduao.

Deixou estudos importantes sobre estomatologia (que trata de doenas da
boca) e escreveu artigos em revistas e captulos em livros mdicos.

Fantico pelo Palmeiras, no perdia um jogo do time.

Morreu na tera (10), aos 64 anos, em decorrncia de um cncer. Deixou o
filho, Marcel, que colocou a bandeira alviverde no caixo do pai.

Aps o enterro, o filho viajou na quarta a Curitiba (PR) com a carteira
e a camisa de Luc para que o pai "estivesse presente" na conquista
palmeirense da Copa do Brasil.

coluna.obituario@uol.com.br Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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'pattys' se jogam na lama do rgbi - 15/07/2012 ***
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Por corpo, 'pattys' se jogam na lama do rgbi

Bumbum 'power'  um dos resultados; jogo exige preparo

Nmero de meninas praticantes salta de 320 para 500 em todo o pas;
esporte volta a ser olmpico em 2016, no Rio MARIANA RIOS
COLABORAO PARA A FOLHA


Bastam dez minutos de partida para fazer um estrago danado: uniformes,
cabelo, rosto e unhas ficam tingidos de ocre. Em nada lembram aquelas
mulheres que, antes de entrar em campo, deixaram no vestirio o salto
alto e o modelito social.

De shorts, camiseta e chuteiras, correm num campo de barro,
derrubando-se no cho, disputando uma bola oval, numa noite com sensao
trmica de 15C.

O zelador da quadra na Vila Snia (zona oeste), onde 15 mulheres de
classe mdia-alta entre 17 e 36 anos treinam trs vezes por semana, no
entende a disputa. Nem famlia, namorados e colegas de trabalho das
garotas.

"Minha me tem medo de que me machuque", conta Georgia Bianco Januzzi,
17, que treina no Pasteur Athltique Club, na zona sul.

Mais mulheres esto praticando a modalidade. A Confederao Brasileira
de Rugby estima que eram 320 praticantes em 2009. Hoje, elas so 500.
No se incomodam em ficar raladas ou doloridas. "Machucar  quebrar osso
e romper ligamento", desdenha Luza Lopes, 22.

Para quem pensa em treinar para ficar perto dos fortes do time
masculino ou para deixar o bumbum duro, a treinadora avisa: no aguenta
o tranco. "No teste fsico tem que correr at vomitar, seno no deu
tudo", grita a tcnica Mrcia Muller, 30.

Confira fotos

folha.com/fg8653 Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - USP mapeia artistas
e arteses do Bexiga - 15/07/2012 ***
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O texto abaixo contm um Erramos, clique aqui para conferir a correo
na verso eletrnica da Folha de S.Paulo.

USP mapeia artistas e arteses do Bexiga

Pesquisa indita do Centro de Preservao Cultural revela 47 pontos de
cultura na regio central paulistana

'Nos surpreendemos ao encontrar saberes que so passados de gerao para
gerao', afirma a pesquisadora Rose Satiko




 Eduardo Knapp/Folhapress
[Casas no cruzamento das ruas Jaceguai e Jardim Helosa, no tradicional bairro paulistano do Bexiga] 
Casas no cruzamento das ruas Jaceguai e Jardim Helosa, no tradicional
bairro paulistano do Bexiga

MARIANA DESIDRIO
DE SO PAULO


De ruas estreitas e casinhas coloridas, o Bexiga, no centro paulistano,
conserva lugares e figuras raras numa cidade como So Paulo.

 ali que trabalha, h 41 anos, o relojoeiro Baltazar Joaquim de Paula,
71. Com movimentos precisos e uma pacincia mineira, ele conserta
relgios de todos os tipos. Nascido em Passos, em Minas, foi no Bexiga
que conseguiu fazer a vida. "Para mim,  um lugar que significa sorte."

Para preservar histrias como a dele, o CPC (Centro de Preservao
Cultural) da USP fez um mapeamento indito dos artistas e artesos dali.

O bairro foi criado por imigrantes italianos no sculo 19 e 
reconhecido pelas cantinas, o samba, os teatros e o jeitinho de cidade
do interior. Oficialmente, a regio  chamada de Bela Vista, mas o
antigo nome ainda prevalece.

O levantamento do CPC registrou 47 pontos, entre casas de restauro,
padarias, oficinas de costura e sapatarias. Alm dos artistas (grupos de
teatro, msicos e artistas plsticos) e centros culturais.

Como seu Baltazar, muitos esto ali h dcadas.

"Nos surpreendemos ao encontrar muitos saberes que so passados de
gerao para gerao e que esto ligados a uma tradio no bairro", diz
a antroploga Rose Satiko, vice-diretora do CPC e responsvel pela
pesquisa.

O levantamento inclui vdeos, fotos e textos. O material foi produzido
em oficinas com moradores e trabalhadores da regio, que indicaram
artistas e artesos que conheciam da vizinhana.

Morador do Bexiga h oito anos, o produtor de vdeos Rogrio Leite, por
exemplo, fez um documentrio sobre as aulas de bateria da Vai-Vai.

"De casa, sempre ouo as crianas ensaiando na bateria. Quando surgiu a
oficina, quis documentar.  uma forma de as pessoas terem acesso a essas
figuras que fazem arte no bairro", diz.

A escolha do Bexiga levou em conta a localizao do CPC. Criado em 2002,
o centro fica na regio, na Casa da Dona Yay, e rene professores de
antropologia, histria, comunicao e arquitetura.

O material ser exposto no CPC a partir de 23 de agosto e tambm vai o
site do projeto.

Veja mais fotos

folha.com/fg8622 Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Cantina mais antiga
do bairro tem 105 anos - 15/07/2012 ***
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Cantina mais antiga do bairro tem 105 anos DE SO PAULO


Numa portinha na rua Conselheiro Carro, a cantina Capuano  a mais
antiga do Bexiga, com 105 anos. Como bom italiano, o dono, ngelo Luisi,
92,  apaixonado pelo Palmeiras. Tambm gosta de exibir seu clarinete e
seu bandolim, que toca at hoje.

Os pratos carros-chefes da casa so o fusili feito a mo e o cabrito
ensopado. A cantina ainda no est no levantamento da USP. Texto
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Grupo promove
protesto hoje contra mudana de feira na praa Roosevelt - 15/07/2012
***
Transcrita em 15/7/2012






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Foco

Grupo promove protesto hoje contra mudana de feira na praa Roosevelt
DE SO PAULO


Obrigados a se mudarem das imediaes da praa Roosevelt, onde esto
instalados h pouco mais de seis dcadas, feirantes da regio prometem
fazer hoje um protesto pelo centro de So Paulo.

A manifestao comear s 10h em frente  igreja da Consolao e
partir em direo  feira, na rua Gravata, onde o grupo dar um abrao
simblico s barracas e convidar os fregueses a defenderem a
permanncia do comrcio popular no local.

No incio do ano, os feirantes foram obrigados a se mudarem da rua Joo
Guimares Rosa, ao lado da praa, para a Gravata, uma travessa do
endereo inicial por conta da reforma da praa.

Agora, a prefeitura quer levar a feira dominical para uma rua mais
distante e ordenou que os donos das barracas deixem o local antes da
inaugurao da praa, prevista para setembro.

Se os comerciantes no conseguirem reverter a deciso, a ltima feira no
entorno da Roosevelt ser no prximo dia 5 de agosto.

Procurada, a assessoria da Coordenao das Subprefeituras de So Paulo
no havia se manifestado at a concluso desta edio. Texto Anterior |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Seguidores de trens
- 15/07/2012 ***
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Seguidores de trens

Perfis no Twitter fazem sucesso entre usurios com informaes on-line
sobre metr e CPTM DANILO VERPA
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SO PAULO


No so nem 6h da manh, e Ricardo j est a mil. D bom dia aos mais de
3.500 seguidores, se certifica de que tudo "opera normalmente", para, em
seguida, acrescentar que surgiu um problema.

Digita do celular, dentro de um trem que o leva de Francisco Morato
(Grande SP), onde vive, at a estao Barra Funda (zona oeste).

Minutos depois, antes de embarcar na Vila Matilde (zona leste), Adilson
inicia jornada semelhante, com cerca de 200 informes dirios (3.000 em
dias turbulentos).

A misso que Ricardo Guimares, 22, e Adilson Silva, 32, abraaram  a
mesma: divulgar, a cada instante, as condies das linhas de trem e
metr paulistanas.

Tudo pelo Twitter. Eles passam o dia on-line.

Atualizam seus perfis com base em informaes de outros passageiros,
observadas por eles prprios ou colhidas oficialmente com as companhias.
Esse trabalho  feito, inclusive, em fins de semana e feriados. Detalhe:
eles no recebem nada por isso.

Ricardo comeou com o blog "Dirio da CPTM", que, em dois anos, j
recebeu mais de 1 milho de visitas.

H seis meses, criou o @DiariodaCPTM no Twitter.

"O problema da CPTM  a falta de informao", critica Ricardo. "Eles
fazem uma obra e no avisam, ou s em cima da hora. As pessoas me
procuram para se informar, e me sinto satisfeito por isso."

Ele sonha em fazer faculdade de jornalismo. Hoje,  auxiliar
administrativo.

J Adilson diz que a criao do @UsuariosMetroSP h quase um ano surgiu
como uma brincadeira. "Queria compartilhar situaes divertidas que via
no metr, mas logo se tornou um servio."

Ele diz que, no perodo, o Metr se tornou mais transparente, fazendo
questo de responder s dvidas ou reclamaes postadas.

Chegou a ser convidado para reunies e props solues para problemas
encontrados na estao Brs.

Facilita o canal o fato de ele nunca publicar palavres nem mensagens de
cunho poltico -mesmo sendo seguido por alguns vereadores.

Ele  supervisor de helpdesk das 9h s 17h, quando no pode dar tanta
ateno ao "trabalho voluntrio".

Mas, nas horas de pico, at 0h, est sempre on-line, monitorando o que
outros usurios informam.

Foi assim que descobriu, antes de sites noticiosos, que havia tido uma
coliso entre trens da Linha Vermelha, que resultou em 49 feridos, em
maio. Tambm divulgou antes o incio e o fim da greve dos metrovirios.

Por outro lado, j sofreu resistncia at mesmo em casa. "Minha mulher,
no incio, me criticou bastante, porque tinha acabado de nascer meu
filho. Mas hoje ela v com outros olhos. Fao porque gosto, posso ajudar
outras pessoas." Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Para secretaria,
redes sociais so 'aliadas' - 15/07/2012 ***
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Para secretaria, redes sociais so 'aliadas' DE SO PAULO


A Secretaria dos Transportes Metropolitanos informou que Metr e CPTM j
mantm equipes para monitorar em tempo real as redes sociais em seus
perfis ( @metrosp_oficial e @cptm_oficial ).

Tambm monitora as pginas de usurios, que tm as perguntas
respondidas. O trabalho  feito de segunda a sexta, das 8h s 19h30,
exceto feriados.

A pasta diz que "respeita e entende as manifestaes dos usurios", que
so "importantes para apontar sugestes de melhorias", e que as redes
sociais so "aliadas" na divulgao de servios. Texto Anterior |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Quebrada frtil -
15/07/2012 ***
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Quebrada frtil

Mais organizada e menos isolada, produo cultural longe do centro de
So Paulo ganha visibilidade DE SO PAULO


Passa das 21h e as mesas esto cheias quando o primeiro poeta assume o
microfone no Bar do Z Batido. A TV est desligada.

"Aqui  a 'La Bombonera' da poesia perifrica, mano!", brinca Sergio
Vaz, 48, escritor e fundador do Sarau da Cooperifa, citando o estdio do
argentino Boca Juniors que naquela noite disputava a Libertadores com o
Corinthians.

Sem investimentos pblicos ou privados, a Cooperifa completa 11 anos em
outubro. O pioneirismo se tornou referncia e inspirou projetos
semelhantes em outros bairros afastados do centro. Nas contas de Vaz,
so mais de 60 saraus hoje na capital.

A profuso de atraes no se resume  poesia. H msica, teatro, circo
e dana. Iniciativas que atraem, cada vez mais, a ateno de quem mora
em bairros mais centrais.

"A dinmica cultural no  nova. O que  novo  a visibilidade", explica
Frederico Barbosa, pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econmica
Aplicada), que estuda o acesso  cultura no pas.

Segundo ele, iniciativas como os Pontos de Cultura, lanados em 2004
pelo governo federal, ajudaram a dar flego s produes perifricas.

"O momento  bom, mas a movimentao cultural sempre existiu", diz
Vagner Souza, 27, um dos organizadores do sarau Poesia na Brasa, que
ocorre h quatro anos na Vila Brasilndia, zona norte.

Segundo ele, o que mudou, foi o contato entre os movimentos. "Antes, a
Brasilndia no sabia o que acontecia no Capo."

Diante da ausncia de espaos culturais, muitos desses recitais ocorrem
em bares. A rede de fomento que alimenta a cultura perifrica 
amparada, principalmente, por microcrdito e agentes culturais
engajados.

Sergio Vaz, da Cooperifa, chama o momento atual de "primavera
perifrica", em aluso s movimentaes recentes no mundo rabe.
(GUILHERME GENESTRETI E RAFAEL GREGORIO, COM COLABORAO DE REGIANE
TEIXEIRA) Texto Anterior | ndice | Comunicar Erros 






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