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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Falta regra para
dividir lucros de uma ideia - 15/07/2012 ***
Transcrita em 15/7/2012






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BRASIL BUROCRTICO

Falta regra para dividir lucros de uma ideia

Definio de titularidade, lentido de anlise do pedido e distribuio
de royalties inviabilizam comercializao

Para especialistas, universidade deve atuar como espcie de 'prestador
de servios' na inovao conjunta




 Bruno Figueiredo/Odin/Folhapress
[Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, empresa que desenvolve solues para controle e manejo da dengue] 
Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, empresa que desenvolve
solues para controle e manejo da dengue

SABINE RIGHETTI
DE SO PAULO


O casamento da universidade com a empresa no desenvolvimento de um
produto  difcil por si s. Mas, se o trabalho der origem a uma
patente, a coisa complica de vez -ainda mais se o governo entrar nesse
tringulo.

No h regras claras sobre quem fica com a propriedade intelectual e
sobre como ser a distribuio dos lucros dos trabalhos em conjunto.

Alm disso, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha , a falta de
cultura nessas parcerias, muito recentes no Brasil, faz com que os
acordos ainda patinem.

"A definio da patente  o principal entrave para a relao
universidade-empresa no Brasil", avalia a economista Hrica Righi, da
Fundao Dom Cabral. Ela estuda o assunto no doutorado que desenvolve na
Unicamp.

"As empresas tm medo de perder a propriedade intelectual. Muitos
cientistas querem publicar os resultados de um trabalho em conjunto em
artigos acadmicos [o que inviabiliza o patenteamento]."

O primeiro desafio  definir o titular (dono) da patente e a porcentagem
dos parceiros (veja quadro).

Se a proteo for concedida pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade
Industrial), o que leva uma mdia de seis anos, a prxima etapa 
verificar se o produto desenvolvido l atrs ainda  competitivo no
mercado.

ROYALTIES

Caso a deciso seja colocar a inovao nas prateleiras, a distribuio
dos royalties entre os parceiros  uma nova etapa -discutida s depois
da obteno da inovao.

Essa diviso pode tornar a comercializao invivel para o dono da
patente.

O empresrio Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, uma empresa
mineira de base tecnolgica que desenvolve solues para controle e
manejo da dengue, j enfrentou esse tipo de negociao trabalhosa.

A Ecovec tem cinco patentes concedidas. So duas individuais, duas com a
UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e uma tripartite, que inclui
a Fapemig (Fundao de Amparo  Pesquisa do Estado de Minas Gerais), que
financiou parte da pesquisa.

"Nesta ltima, a proposta inicial de distribuio dos royalties tornaria
impossvel comercializar o produto. Fechamos em 2,2% para a UFMG e 0,4%
para a Fapemig."

"Falar de propriedade intelectual  falar de dinheiro. As negociaes
so difceis", diz Mario Borges Neto, presidente da Fapemig.

A fundao , de acordo com o Inpi, uma das dez maiores patenteadoras do
pas. Na mesma lista esto a Fapesp (Fundao de Amparo  Pesquisa do
Estado de So Paulo), quatro universidades e apenas trs empresas.

"Nos pases desenvolvidos, quem inova so as empresas. As universidades
atuam como prestadoras de servios", diz Bruno Rondani, da consultoria
de inovao Allagi.

Do ponto de vista legal, de acordo com a advogada Flvia Merola, que
trabalha com patentes no escritrio Siqueira Castro, o problema  a
"idade" das leis. A Lei de Inovao, que trata de temas como as
parcerias, por exemplo, tem menos de dez anos.

"No temos uma cultura madura para fazer inovao nem patentes em
parceria." Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Falta regra para dividir lucros de uma ideia

Definio de titularidade, lentido de anlise do pedido e distribuio
de royalties inviabilizam comercializao

Para especialistas, universidade deve atuar como espcie de 'prestador
de servios' na inovao conjunta




 Bruno Figueiredo/Odin/Folhapress
[Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, empresa que desenvolve solues para controle e manejo da dengue] 
Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, empresa que desenvolve
solues para controle e manejo da dengue

SABINE RIGHETTI
DE SO PAULO


O casamento da universidade com a empresa no desenvolvimento de um
produto  difcil por si s. Mas, se o trabalho der origem a uma
patente, a coisa complica de vez -ainda mais se o governo entrar nesse
tringulo.

No h regras claras sobre quem fica com a propriedade intelectual e
sobre como ser a distribuio dos lucros dos trabalhos em conjunto.

Alm disso, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha , a falta de
cultura nessas parcerias, muito recentes no Brasil, faz com que os
acordos ainda patinem.

"A definio da patente  o principal entrave para a relao
universidade-empresa no Brasil", avalia a economista Hrica Righi, da
Fundao Dom Cabral. Ela estuda o assunto no doutorado que desenvolve na
Unicamp.

"As empresas tm medo de perder a propriedade intelectual. Muitos
cientistas querem publicar os resultados de um trabalho em conjunto em
artigos acadmicos [o que inviabiliza o patenteamento]."

O primeiro desafio  definir o titular (dono) da patente e a porcentagem
dos parceiros (veja quadro).

Se a proteo for concedida pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade
Industrial), o que leva uma mdia de seis anos, a prxima etapa 
verificar se o produto desenvolvido l atrs ainda  competitivo no
mercado.

ROYALTIES

Caso a deciso seja colocar a inovao nas prateleiras, a distribuio
dos royalties entre os parceiros  uma nova etapa -discutida s depois
da obteno da inovao.

Essa diviso pode tornar a comercializao invivel para o dono da
patente.

O empresrio Lus Felipe Pereira Barroso, diretor da Ecovec, uma empresa
mineira de base tecnolgica que desenvolve solues para controle e
manejo da dengue, j enfrentou esse tipo de negociao trabalhosa.

A Ecovec tem cinco patentes concedidas. So duas individuais, duas com a
UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e uma tripartite, que inclui
a Fapemig (Fundao de Amparo  Pesquisa do Estado de Minas Gerais), que
financiou parte da pesquisa.

"Nesta ltima, a proposta inicial de distribuio dos royalties tornaria
impossvel comercializar o produto. Fechamos em 2,2% para a UFMG e 0,4%
para a Fapemig."

"Falar de propriedade intelectual  falar de dinheiro. As negociaes
so difceis", diz Mario Borges Neto, presidente da Fapemig.

A fundao , de acordo com o Inpi, uma das dez maiores patenteadoras do
pas. Na mesma lista esto a Fapesp (Fundao de Amparo  Pesquisa do
Estado de So Paulo), quatro universidades e apenas trs empresas.

"Nos pases desenvolvidos, quem inova so as empresas. As universidades
atuam como prestadoras de servios", diz Bruno Rondani, da consultoria
de inovao Allagi.

Do ponto de vista legal, de acordo com a advogada Flvia Merola, que
trabalha com patentes no escritrio Siqueira Castro, o problema  a
"idade" das leis. A Lei de Inovao, que trata de temas como as
parcerias, por exemplo, tem menos de dez anos.

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parceria." Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Srie mostra entraves
nos negcios - 15/07/2012 ***
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Saiba mais

Srie mostra entraves nos negcios

As reportagens da srie "Brasil Burocrtico", que o caderno "Mercado"
publicada desde fevereiro, mostram entraves enfrentados pelas empresas
no dia a dia. Os textos j publicados esto na pgina especial
folha.com/brasilburocratico , na qual  possvel contar sua experincia
e sugerir pautas. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Criado no Brasil,
produto s obtm vendas no exterior - 15/07/2012 ***
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Criado no Brasil, produto s obtm vendas no exterior DE SO PAULO


Inovar em parceria no Brasil  difcil, mas o que vem depois pode ser
pior ainda.

Para o empresrio Lus Felipe Ferreira Barroso, diretor da Ecovec, a
negociao da patente conjunta com universidade e governo foi s o
primeiro obstculo na comercializao dos seus produtos.

Uma das suas principais inovaes, o MI Dengue,  exportada para os
governos de cerca de dez pases, como Colmbia e Austrlia.  um sistema
com GPS que monitora as populaes do Aedes aegypti em uma determinada
localidade para visualizar se aes pblicas contra a dengue esto
surtindo efeito.

Outras exportaes esto sendo negociadas, por exemplo com o Ministrio
de Sade do Paraguai. So elas que do corpo  receita da empresa (R$
2,7 milhes em 2011).

"Vendo para a Austrlia, mas aqui no Brasil eu no consigo comercializar
o meu produto em nvel federal. Tenho acordos apenas com alguns
municpios."

"Isso no faz sentido, j que a inovao foi desenvolvida em parte com
dinheiro pblico federal [em parceria com a UFMG] e a dengue  um
problema srio no pas."

De acordo com o Ministrio da Sade, no primeiro semestre de 2012
(janeiro a junho) foram registrados 431.194 casos de dengue no pas.
Quase metade dos casos est na regio Sudeste.

Na opinio de Mario Borges Neto, presidente da Fapemig, a Ecovec  um
exemplo de empresa de base tecnolgica inovadora "sobrevivente" em um
ambiente com tantas barreiras.

"Mas infelizmente ela  uma exceo." (SR) Texto Anterior | Prximo
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prioridade deve ser a inveno e no o seu rendimento - 15/07/2012 ***
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Para consultor, prioridade deve ser a inveno e no o seu rendimento DE
SO PAULO


Produzir patentes j se tornou uma das misses das universidades -,
alis, um dos critrios para avaliar as principais instituies do
mundo, ao lado de indicadores como artigos cientficos. Mas ficar com os
royalties das patentes  outra histria.

De acordo com o engenheiro Bruno Rondani, scio-fundador da consultoria
de inovao Allagi, a negociao das universidades com as empresas na
comercializao de um produto feito em conjunto pode afugentar as
companhias -e o dinheiro.

"Nenhuma grande universidade dos EUA vive de royalties de patente."

No Brasil, as principais universidades do pas contam com ncleos
especializados para agilizar parcerias com empresas e negociar a
propriedade intelectual.

"Mas as universidades criam tantas regras que o negcio no ganha
volume."

Rondani trabalha principalmente com inovao aberta, que envolve vrios
parceiros no desenvolvimento de um produto. Um dos projetos em que ele
est envolvido, afirma, integra dez empresas e uma universidade.

"Separamos o processo da inovao em vrias pequenas partes. Cada
parceiro  dono da inovao que criar."

A advogada Laura Haimoff, especialista em propriedade intelectual, sabe
que negociar titularidade de patente e royalties  muito difcil.

"J acompanhei negociao de royalties que chegou a levar dois anos."
(SR) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Mercado Aberto

MARIA CRISTINA FRIAS cristina.frias@uol.com.br



Ministrio da Sade lista referncia de preos

O Ministrio da Sade vai preparar uma ata de preos que servir como
base para orientar os Estados nas compras pbicas de equipamentos do
setor.

Com a medida, o rgo afirma que pretende fazer com que os valores dos
produtos comprados pelos governos sejam padronizados para evitar
oscilaes nos processos licitatrios.

"O registro de preo garantir que os valores no sejam exorbitantes em
um lugar. Hoje, os Estados compram a preos muito variados. Ser uma
referncia", diz Zich Moyses Jnior, do ministrio.

A iniciativa ocorre aps a publicao do decreto, no final do ms
passado, que cria uma margem de preferncia para a compra de produtos
mdicos nacionais realizada pelo governo.

Pela medida, abrangida pelo PAC, o governo poder pagar at 25% a mais
por itens como cateter, marcapasso, mquina de hemodilise e outros,
desde que tenham sido fabricados no pas. Foram definidos cerca de 80
equipamentos de produo domstica que tero preferncia em relao aos
importados nas compras pblicas.

A elaborao de uma lista de preo  tema delicado, segundo Carlos
Goulart, presidente-executivo da Abimed, entidade que rene o setor.

"Temos que ver como isso vai ser feito.  preciso cuidar para que no
haja comparaes indevidas", diz Goulart.

DOCE ASITICO

A Arcor, multinacional argentina fabricante de balas, chocolates e
biscoitos, acaba de abrir seu primeiro escritrio na sia, na cidade
chinesa de Xangai.

O objetivo da empresa  aumentar as vendas de seus produtos no
continente.

"A unidade ser uma base para facilitar as exportaes principalmente
para China, ndia e Filipinas", diz Oswaldo Nardinelli, diretor-geral e
principal executivo da companhia no Brasil.

At o final deste ano, a empresa concluir o investimento de R$ 60
milhes para expanso de suas fbricas no Brasil.

"Vamos dobrar a produo de chocolates em Bragana Paulista (SP) e a de
balas em Rio das Pedras (SP)", afirma Nardinelli.

O Brasil  o principal mercado da companhia fora da Argentina e
representa 16% do faturamento do grupo.

R$ 1 BILHO

 o faturamento da companhia no Brasil

5

fbricas no pas

4.000

funcionrios no Brasil

LENTE DE AUMENTO

A rede de ticas Fototica mapeou pontos no pas para iniciar o plano de
expanso com foco no crescimento da classe mdia. O projeto piloto de 25
unidades definido para este ano j comeou a ser aberto. Para 2013,
esto previstas outras 60, todas prprias. Alm disso, mais de cem
unidades que a empresa j possui sero reformadas para um modelo que
facilite a venda de combos, com pacotes que incluem armaes e lentes.

"O foco no  o grande shopping center. So ruas e centros comerciais
onde h potencial, como a zona Leste de So Paulo", diz Marcelo
Ferreira, presidente da empresa. A expanso inicial ocorre em So Paulo,
Pernambuco e Bahia.

O QUE ESTOU LENDO

Graa Foster, presidente da Petrobras

Mesmo aps assumir a presidncia da companhia de petrleo, em fevereiro,
Graa Foster mantm o hbito de ter entre as mesas de casa e do
escritrio ao menos trs livros. A principal leitura atual  "My Early
Life", de Winston Churchill.

"A arte de escrever sobre si mesmo de forma delicada, e nos fazer
entender mais no s sobre ele, mas sobre a forma de ser dos demais, 
demonstrada com muita sensibilidade", diz Foster.

As memrias do chefe de Estado britnico sobre sua infncia e juventude
foram presente de uma amiga dela em Londres.

Outro livro que tem dedicatria, s que do autor Daniel Yergin,  "The
Quest Energy, Security, and the Remarking of the Modern World". "A
reflexo sobre 'how much oil' tambm  parte desse timo livro."

Alm das questes de energia e liderana, Foster se debrua sobre a vida
de um dos Beatles. "Um dia chego ao final, faltam umas 400 pginas de
'John Lennon -The Life', de Philip Norma."

Tambm tinha dedicatria, mas que ela no declara de quem, em "The First
90 Days: Critical Success Strategies for New Leaders at All Levels",
livro que Foster recebeu e leu no incio de sua gesto na estatal.

CRDITO S pequenas

O Banco do Brasil desembolsou R$ 15 bilhes de capital de giro para
micro e pequenas empresas de So Paulo nos seis primeiros meses deste
ano -alta de 13,6% ante mesmo perodo de 2011.

A reduo das taxas de juros e a ampliao dos limites de crdito
influenciaram o crescimento.

O Bradesco no fechou os nmeros do primeiro semestre. Em maro, sua
carteira nacional de crdito a micro, pequenas e mdias somava R$ 106,7
bilhes, alta de 20,6% ante o mesmo ms de 2011.

INOVADORES EM ALTA

Poucas empresas no pas tm hoje um setor destinado  inovao, segundo
estudo da R.Hannun encomendado pela consultoria Symnetics.

Enquanto 38% dos executivos ouvidos afirmaram que a companhia onde
trabalham tem uma rea especfica, 70% acham necessria a existncia do
setor.

"Essa demanda mostra que as empresas sentem falta de se organizar para
viabilizar a inovao. No  tanto uma estrutura fsica separada que
far a diferena", afirma Fanny Schwarz, scia da Symnetics.

LANCHE FRESCO

Com unidades apenas em Braslia e Goinia, a rede de lanchonetes Quiznos
entrar nas regies Sul e Sudeste.

Sero seis lojas at o fim do ano, todas em Curitiba. No incio de 2013,
a rede chegar a So Paulo. As primeiras unidades sero prprias e
serviro de modelo para franquias.

A empresa espera abrir anualmente cerca de 30 lanchonetes no pas nos
prximos dez anos.

A expanso faz parte da estratgia da marca, que tambm entrar no
Paraguai, na China e na ndia.

com JOANA CUNHA, VITOR SION e LUCIANA DYNIEWICZ Texto Anterior | Prximo
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Premidos por obras de
Viracopos, stios viram rea de lazer - 15/07/2012 ***
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Premidos por obras de Viracopos, stios viram rea de lazer

Vizinhos do aeroporto investem em turismo rural para garantir receita em
terras reduzidas por desapropriao

Produtor atrai, no fim de semana, cerca de 500 interessados em colher
goiabas no p e fazer passeios a cavalo MARLIA ROCHA
DE CAMPINAS


Produtores rurais de Campinas (93 km de SP) se uniram em torno de
iniciativas de turismo rural para resistir  presso de venda de
terrenos por conta da ampliao do aeroporto de Viracopos.

Com isso, termos como "valor agregado" e "expanso de mercado" passaram
a integrar o vocabulrio das famlias, que dividem funes e fazem
cursos de capacitao para receber turistas.

Desde o incio do ano, cerca de 500 pessoas interessadas em colher
morangos e goiabas no p, conhecer criaes de animais e fazer passeios
a cavalo ou comer queijo produzido no local lotam um stio do bairro
Fogueteiro a cada fim de semana.

"Implantamos as primeiras ideias de turismo rural para compensar o que
iremos perder com a ampliao do aeroporto. Hoje, tenho 30% a mais no
faturamento por conta dessas atividades", disse o produtor Jos
Abacherly, 59. "A pessoa paga pela experincia, e isso agrega valor ao
nosso produto."

Ele diz que nos prximos anos deve perder 80% da rea em que planta
milho e caf, j que o local est dentro do permetro de desapropriao
para a construo da nova pista do aeroporto.

Alm dessa mudana, produtores dizem que o assdio de empresrios
-especialmente do ramo de logstica- tem crescido nos ltimos cinco
anos. Compradores insistentes oferecem valores 230% mais altos pela
terra.

"H cinco anos o metro quadrado custava R$ 15. Agora, j vi venderem por
R$ 50", diz Abacherly. Segundo ele, quem vende vai para a cidade, onde
no consegue se sustentar. "A sensao  que estamos sendo cercados."

O presidente da comunidade luterana de Friburgo, bairro de descendentes
de alemes, Hedio Ambrust Junior, 42, afirma que a abordagem chega a ser
agressiva.

"Um rapaz perguntou se eu queria vender o terreno. Disse que no. Dias
depois, ele voltou dizendo que eu tinha que vender. Quem diz o que tenho
que fazer sou eu, e essa  a terra em que minha famlia produz h 140
anos."

Para ele e outras 40 famlias da regio, buscar alternativas de negcio
e atuar em grupo fortalecem as chances de permanecer no local. Com esse
objetivo, pretendem criar uma associao de turismo rural ainda neste
ano.

"Temos 250 famlias nos bairros mais prximos. Vamos conversar com todas
para tentar trabalhar juntos e continuar vivendo aqui", disse Altevir da
Silva Pinto, que em breve ir abrir uma pousada familiar no Fogueteiro.

CURSO

Cerca de cem produtores fizeram um curso de turismo rural do Senar
(Servio Nacional de Aprendizagem Rural), com apoio do Departamento de
Turismo de Campinas.

"A proposta  capacitar as famlias para gerar fonte de renda alm da
produo", disse a engenheira-agrnoma e instrutora Marlia Abarca.

Para Abacherly,  uma questo de alternativa. "Vamos planejar e ampliar
mercado para dar continuidade ao negcio", disse. Texto Anterior |
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esgota e encarece escritrios - 15/07/2012 ***
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Corrida ao Brasil esgota e encarece escritrios

Gasto de empresa para se instalar no pas mais que triplica em 10 anos

Nas regies mais concorridas de SP, aluguel comercial pode superar os de
Londres, Paris ou Nova York MAELI PRADO
DE BRASLIA


Foi em 2011, para apostar em um mercado considerado estratgico e para
diversificar riscos em um momento de crise na Europa, que a empresa
alem de publicidade on-line Zanox decidiu abrir seu primeiro escritrio
no Brasil.

Mas foi s em 2012 que Rodrigo Genoveze, que trabalhava para o grupo na
Espanha e foi promovido a diretor-geral no Brasil, conseguiu encontrar o
imvel certo para acomodar a nova filial.

A busca era por apenas 200 metros quadrados, mais que o suficiente para
a equipe inicial de dez pessoas, mas a procura durou seis meses.

"Queramos um prdio bem localizado, com transporte pblico prximo e
espao para crescer. Enfim encontramos um local perto da av. Paulista,
em So Paulo."

A Zanox  somente uma entre as muitas empresas estrangeiras que ajudaram
a engordar o recorde de investimentos de fora para instalao e
manuteno de escritrios no Brasil neste ano.

Dados do Banco Central mostram que o valor, entre janeiro e maio, foi de
US$ 2,866 bilhes, o maior montante em cinco meses desde 1980, quando a
srie comeou.

Para ter uma ideia, em 2002, o valor no mesmo perodo foi de US$ 808
milhes, um crescimento de 255%.

Antes, quem queria estar presente na Amrica Latina abria escritrio no
Mxico ou at em Miami. Isso mudou.

"Cada vez mais as empresas de fora consideram que no estar no Brasil 
perder mercado. E, quando chegam, querem uma boa localizao e costumam
gastar mais com projetos, estrutura de tecnologia e mobilirio", diz
Adriano Sartori, diretor da consultoria imobiliria CBRE.

MAIS CARO QUE NY

O salto reflete tambm a disparada no preo dos aluguis de imveis nas
principais capitais. No segundo trimestre, houve um aumento de 12% no
valor das locaes de escritrios ante os mesmos meses de 2011 em So
Paulo.

Se a comparao  feita com o perodo de maio a junho de 2008, antes de
estourar a crise internacional, a alta  de 40%, segundo dados da
consultoria imobiliria Colliers International.

Hoje, a taxa de vacncia do 1,65 milho de escritrios "triple A" (os de
padro internacional) em SP  de 3,2%, nmero que chegou a menos de 1%
no ano passado.

No Rio de Janeiro, onde as regies mais procuradas so a orla e o
centro, essa taxa  bem maior, de 10,4%.

"A rea da Faria Lima [zona sul de SP], que, com a avenida Paulista e a
Berrini, esto entre as mais desejadas, j tem um custo por metro
quadrado de R$ 250 ao ms", diz Sandra Ralstom, vice-presidente da
Colliers.

" mais caro que Nova York, Paris e Londres."

SALRIOS

Como consequncia do maior interesse no pas, o montante total pago
pelas estrangeiras em salrios para funcionrios que trabalham no Brasil
tambm aumentou.

O valor foi de US$ 262,2 milhes nos primeiros cinco meses, maior
montante desde 2009, segundo o BC. Texto Anterior | Prximo Texto |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - De pai para filho -
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De pai para filho

Aps ver a empresa herdada do pai falir com a crise de 2008, empresrio
retoma produo artesanal de tnis de corrida com a ajuda de rede social
RODOLFO LUCENA
COLUNISTA DA FOLHA


Quando abriu a porta da oficina, no fim da tarde de uma sexta-feira, em
fevereiro de 2003, foi o horror. O pai estava estendido no cho, o rosto
afundado, atingido por uma pea de maquinrio.

O jovem gritou, juntou gente, logo chegou o resgate. Roberto Felcio dos
Reis Correa, o Robertinho, est vivo, mas ficou cego. Nunca mais pde
produzir os calados de corrida que desenvolvera para atender seus
prprios ps e que eram bem recebidos na pequena comunidade de
ultramaratonistas.

Mas a Sprint Tnis, que funcionava num galpo nos fundos de sua casa, em
Campinas, continuou. "Eu no sabia costurar, no sabia colar um tnis,
nada. Tive de aprender sozinho", diz Roberto Filho, 35, que hoje fabrica
cerca de 250 tnis por ms.

Na poca, com o pai no hospital, os pedidos continuavam a aparecer,
ainda que poucos. Ele no podia perder a clientela conquistada pelo pai
com os prprios ps -foi depois de correr 202,5 km para vencer uma prova
de 24 horas vestindo os tnis que produzia que Robertinho viu as vendas
aumentarem.

Ferramenteiro de profisso, o corredor resolveu produzir seu calado
porque os de prateleira lhe machucavam os ps. Aprendeu a costurar,
criou ferramentas e acabou chegando ao que considerava ideal: um tnis
leve, confortvel e bem ventilado. Amigos comearam a pedir, ele vendia
o que fabricava, mesmo sem ter empresa, ao longo dos anos 1990.

Em 1997, deu um ar mais profissional ao produto, que ganhou a logomarca
criada por um amigo. Empresa registrada, porm, s teve em 2001, ano em
que o filho comeou a trabalhar com ele.

O faturamento era pequeno, e as entradas, irregulares: "s vezes, vendia
R$ 9.000, s vezes R$ 4.000 por ms", lembra Roberto Filho. O
importante, afirma,  que o produto ganhava confiana de corredores
dedicados.

Ento aconteceu o acidente, que deixou sequelas tambm na firma. Houve
crise na famlia e, no incio de 2004, o filho saiu para remontar a
empresa em Paraguau (MG).

Desde ento, a empresa vive em uma espcie de montanha-russa financeira.
No incio da etapa mineira, mal vendia 20 pares por ms. Em maio de
2008, festejou vendas de 268 pares. Em setembro veio a crise, as vendas
despencaram, as contas explodiram e a Sprint faliu.

"Nosso crescimento foi baseado no endividamento", avalia Roberto Filho.
Levaram nove meses para pagar os fornecedores. Com outra razo social,
mas a mesma marca, voltaram ao ramerro da produo caseira.

Tudo mudou no ano passado. Deprimido por questes financeiras e
familiares, Roberto Filho foi buscar velhos amigos em uma rede social.
Conversa vai, conversa vem, publica fotos com o tnis, oferece de
presente para alguns corredores, entrega como prmio em ultramaratonas.

"Ns sempre vivemos de propaganda boca a boca. Agora era o boca a boca
digital. O que um postava mil ouviam", diz Roberto Filho, que voltou a
correr e chegou a participar de ultramaratonas com clientes. "Fiz quase
85 km, mas fiquei arrebentado."

A empresa, que fechou 2011 com uma funcionria, contratada em dezembro
depois do boom provocado pela propaganda eletrnica, hoje tem cinco e
pretende contratar pelo menos mais um.

Os seis pares que produzia por dia em dezembro hoje so 12 e logo sero
15, espera Roberto Filho, que continua trabalhando na rea de produo,
enquanto sua mulher, Ana Paula, comanda as vendas -feitas apenas pelo
site da empresa e entregues pelo correio.

"Dinheiro  como a corrida", filosofa Roberto Filho. "Se voc treinar
bem, uma hora voc vai melhorar seu tempo. Se trabalhar bem, vai acabar
conquistando resultado financeiro." Texto Anterior | Prximo Texto |
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novatos na onda da internet - 15/07/2012 ***
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Euforia solapa novatos na onda da internet

Bom momento do setor no garante sucesso de empresas iniciantes; falta
de planejamento  um dos principais dos erros

Pesquisa mostra que mais de 60% dos empreendedores digitais no fazem
plano de negcios MARIANNA ARAGO
DE SO PAULO


O site Buscap ainda era uma empresa de garagem quando um de seus
fundadores, o paulistano Rodrigo Borges, cometeu um descuido tpico de
empreendedor iniciante: esqueceu de registrar o domnio do site que
acabava de criar.

Por causa disso, o QuantoCusta.com, nome inicialmente escolhido, virou
Buscap, hoje o maior site de comparao de preos da Amrica Latina e
uma das histrias mais bem-sucedidas no mercado digital brasileiro.

"Nesse caso, o tropeo acabou se revelando um golpe de sorte", diz
Borges, 36.

"Mas tambm deixou a lio de que planejamento  fundamental nessa
etapa."

Treze anos depois, com o avano da internet, a estabilidade da economia
e a chegada de fundos de investimento ao pas, o nmero de brasileiros
que se veem diante dos mesmos desafios de Borges  cada vez maior.

Em 2011, foram mais de 2.000 empresas de internet abertas, trs vezes
mais que em 2009, de acordo com o Instituto Inovao, de fomento ao
empreendedorismo.

SEM BARREIRAS

O bom momento do setor, porm, no  garantia de sucesso, alertam
especialistas.

"As barreiras de entrada no mercado da internet so baixas, o que gera
uma competio muito mais acirrada que no mundo fsico", diz Paulo
Alvim, gerente de acesso a mercados do Sebrae.

O investimento inicial para montar a infraestrutura de um site de
comrcio eletrnico, por exemplo, parte de R$ 100, diz ele.

Mas, uma vez no ar, o site exige capital de giro intenso para compra de
estoque, logstica, captao de clientes e ps-venda -um aspecto que
muitos empreendedores ainda subestimam.

"Um dos maiores erros do empreendedor  se deixar levar pela euforia e
ignorar os nmeros", diz Paulo Humberg, um dos pioneiros da internet
brasileira e hoje  frente da A5 Investimentos, voltada a start-ups
(empresas iniciantes) do setor.

Levantamento recente da empresa SaveMe mostra as consequncia dessa
euforia. Dos 2.000 sites do gnero existentes em julho de 2010, apenas
850 continuam no ar.

Henri Zylberstajn, dono de site de leiles on-line, seu segundo
empreendimento na web, cr que os negcios de operao complexa tenham
mais chance de sucesso.

"Vai levar tempo para passar a arrebentao, mas depois o empreendedor
surfar a onda com tranquilidade."

PLANEJAMENTO

Segundo especialistas, outro erro comum dos novatos  no fazer um plano
de negcios detalhado, avaliando o tamanho do mercado, a concorrncia e
possveis obstculos.

Em uma pesquisa do Sebrae de So Paulo, 62,2% dos entrevistados disseram
no ter feito plano de negcios para sua empresa digital.

" um cuidado que qualquer empresrio deve ter, mas que se torna crucial
num mercado ultracompetitivo", diz Alvim, do Sebrae.

O carioca Venncio Velloso, 31, enfrentou problemas de fluxo de caixa
com sua segunda start-up, uma loja virtual de calados, cujo crescimento
foi maior que o esperado pelos fundadores.

Dez meses aps a abertura, Velloso decidiu vender o negcio para um
fundo de investimentos.

"Pagamos o preo do pioneirismo", diz. Hoje, ele aplica esse aprendizado
em seu terceiro negcio na web, um portal de classificados para mquinas
e veculos pesados, que j tem 25 mil usurios. Texto Anterior | Prximo
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Frases



"S se constri uma companhia forte pensando em perpetu-la" RODRIGO
BORGES fundador do Buscap

"Uma empresa virtual no  s 'um site'" HENRI ZYLBERSTAJN empreendedor
de internet Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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sobraro as mais geis e inovadoras - 15/07/2012 ***
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Anlise

Ao final da corrida, sobraro as mais geis e inovadoras MARCELO
NAKAGAWA
ESPECIAL PARA A FOLHA


Era uma vez 1999. Havia euforia e apreenso. Euforia com as
oportunidades do novo sculo. Especialistas decretavam a morte das
empresas de tijolos e a longa vida das empresas digitais.

A revista "Business 2.0" explicava como diversas indstrias seriam
aniquiladas pelas empresas pontocom.

No Brasil, a revista "Pontocom" era lida com ateno. Afinal quem era
aquele uruguaio chamado Fernando Espuelas, da Starmedia? E Gustavo
Viberti e Fbio de Oliveira, do Cad?

A revista "Veja" explicava que, "com boas ideias e dinheiro dos
investidores de risco, a internet brasileira copia o modelo americano e
produz seus milionrios".

A euforia ia alm. Havia o First Tuesday, uma balada-reunio que
acontecia na primeira tera-feira de cada ms em So Paulo. De to
legal, o First Tuesday passou a ser replicado em outras cidades.

Diante de tantas oportunidades, incubadoras de negcios digitais
comearam a pipocar nas principais cidades brasileiras. Que empreendedor
no queria dinheiro, mentoring e networking?

E ainda tinha o tal business plan. Empreendedor precisa ter um.

Mas tambm havia apreenso naquele ano. O Bug do Milnio mandaria os
sistemas computacionais para o ano 1900!

Mas o bug no veio e a euforia voltou... at abril de 2000, quando a
Nasdaq derreteu e a bolha pontocom entrou para a histria.

Era uma vez 2012. No h mais "Business 2.0", mas tem o "TechCrunch". A
estrela da mdia agora  o Facebook.

No h incubadoras porque o negcio  ser uma aceleradora. E esto
fazendo bullying com o plano de negcio. O certo agora  ter um modelo
de negcio para ser "pivotado" (quando uma empresa muda de direo
conscientemente).

Mas a chamada da revista "Veja" continua atual: "Com boas ideias e
dinheiro dos investidores de risco, a internet brasileira copia o modelo
americano e produz seus milionrios".

Sylvio Barros Netto fundou a Webmotors e agora  o empreendedor da
MinhaVida, Paulo Humberg fundou o local Lokau e agora cuida da
BrandsClub e do ClickOn, e Romero Rodrigues, Ronaldo Morita e Rodrigo
Borges continuam no Buscap.

Alguns acreditam que 2012 repetir 1999. Mas eu acho que repetir 1900,
quando havia a euforia da indstria automobilstica. Mais de 500
empresas s nos Estados Unidos tentavam fabricar a carruagem sem
cavalos. Sobraram as mais geis e as mais inovadoras.

MARCELO NAKAGAWA  coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Nokia  exemplo de
empresa que nega o declnio, afirma professor - 15/07/2012 ***
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Nokia  exemplo de empresa que nega o declnio, afirma professor

Quedas ocorrem e  preciso saber administr-las, diz historiador NATLIA
PAIVA
EM MADRI


Casos como o da Nokia, ex-lder da telefonia mvel que anunciou a
demisso de 10 mil funcionrios no ms passado -e, nos ltimos cinco
anos, destruiu 90% do seu valor de mercado-, expem uma falha sistmica
do pensamento corporativo: a negao do declnio, afirma Rolf Strom
Olsen, professor da IE Business School, em Madri.

Em mercados dinmicos e cclicos, afirma, declnio ocorre e  preciso
saber administr-lo, em vez de lutar com unhas e dentes em neg-lo
-perdendo milhes de dlares no processo.

"Empresas esto sujeitas s foras da histria, e a queda simplesmente
ocorre", diz Olsen, historiador e estudioso de como empresas e imprios
seguem lgica semelhante de ascenso e queda.

As mudanas pelas quais o mercado de telefonia passou so semelhantes s
da indstria automotiva nos anos 1920 ou s da indstria de computadores
nos anos 1980. "H a vantagem do pioneiro, seguida de declnio quando a
competio aumenta, o que acaba por pressionar margens e derrubar a
fatia de mercado.  comum administrar mal essa transio."

Leia trechos de entrevista.

Folha - Por que empresas que tm vantajosa posio de mercado entram em
declnio? Rolf Strom Olsen - Em uma economia dinmica, s vezes
negcios, mercados e margens encolhem. O desafio maior nessas
circunstncias  saber administrar o declnio, mas no h nada na
cultura corporativa que aceite isso. Voc no pode chegar na frente dos
acionistas e dizer que em dez anos a empresa ser metade do que  hoje.
Esse problema enfrentam empresas como RIM [dona do BlackBerry] e Nokia,
que se expandiram rapidamente, mas em um novo contexto das foras de
mercado seu modelo de negcios no consegue manter o nvel de sucesso.

O que ocorreu com a Nokia? Em posio dominante e com pouca
competitividade no fim dos anos 1990, a Nokia se beneficiou com um
modelo de negcios de altas margens de lucro e grande fatia de mercado.
O cenrio mudou com a ascenso de competidores, que reduziram os preos
e alteraram as expectativas dos consumidores em relao ao celular. A
Nokia no conseguiu perceber que tinha de ajustar seu modelo para ser
uma empresa com margens menores.

Ento no  necessariamente um falha na administrao? No. No caso da
Nokia, eles deixaram de ser lderes na telefonia mvel e de ser
extremamente inovadores, mas o mercado estava levando os grandes players
para nichos. E isso significa por definio margem e receita reduzidas.
 um movimento natural. Ento voc pode dizer "as condies esto
mudando e veremos dez anos de declnio". Mas, na narrativa corporativa,
empresas s so bem-sucedidas se estiverem constantemente crescendo.

Leia a ntegra folha.com/no1120176 Texto Anterior | Prximo Texto |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Maquiagem por correio
 alvo de queixa - 15/07/2012 ***
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Maquiagem por correio  alvo de queixa

Reclamaes contra servio, que entrega produtos de beleza em casa, vo
de creme vencido a cobrana indevida

Clientes tambm relatam que recebem caixas compostas de amostra grtis;
companhia nega PRISCILLA OLIVEIRA
LORENNA RODRIGUES
DE BRASLIA


Um servio que chegou ao Brasil no incio de 2011 prometendo maquiagens
e produtos de beleza de primeira linha por uma mdica assinatura mensal
 alvo de reclamaes de seus clientes.

O modelo de caixinhas que chegam pelo correio todos os meses com as
novidades do mundo da beleza por R$ 40 foi importado da Europa, onde foi
sucesso entre consumidoras e blogs femininos.

No Brasil, porm, os clientes encheram sites e redes sociais com
reclamaes -e chegaram a criar pginas como "GlossyBox me enganou", em
referncia  maior empresa a oferecer o servio.

Os relatos incluem o fato de a caixinha ser composta basicamente de
amostras grtis, o atraso nas entregas e o envio de produtos vencidos.

Alm disso, consumidores dizem ter dificuldade de contatar a empresa e
que sofreram cobrana indevida ao cancelar a entrega.

S no site Reclame Aqui, utilizado por consumidores insatisfeitos, so
952 reclamaes nos ltimos 12 meses para servios do tipo, sendo 933
contra a GlossyBox.

Uma das clientes  a professora e blogueira Brbara Soares, que escreve
sobre maquiagem e produtos de beleza. Ela se queixa de que recebeu
cremes vencidos e um mesmo item por trs meses consecutivos.

Alm disso, recebia produtos fora do perfil indicado por ela ao
contratar o servio.

"A cereja do bolo foi terem mandado uma base para peles negras, sendo
que a minha pele  muito branca. Depois, ainda me mandaram lenos de
limpeza vencidos."

Brbara conta ainda que teve dificuldades em entrar em contato com a
empresa e que nunca conseguiu resposta para suas reclamaes.

O Procon de So Paulo no tem dados de reclamaes contra a GlossyBox.
Mas a assessora tcnica do rgo Edila Moquedace diz que o contrato
oferecido  abusivo ao proibir, por exemplo, o cancelamento do contrato
em sete dias sem multas.

"O consumidor tem o direito de reclamar e de se arrepender e com isso
ter seu dinheiro devolvido."

OUTRO LADO

A GlossyBox informou que comercializa um servio de consultoria de
beleza e que no vende produtos nem amostras.

"Nosso compromisso  orientar, apresentar e promover a experimentao de
produtos de beleza. Assim, as assinantes podero ter melhor poder de
escolha no momento de efetuar a compra", diz a empresa em nota.

A empresa alegou ainda que teve problemas de atraso na entrega porque
recentemente encerrou contrato com empresa terceirizada e passou a ser
responsvel pelo envio das caixas.

A GlossyBox ressaltou que no envia produtos vencidos, mas admitiu que
enviou produtos com prazo de vencimento prximo, problema que, segundo a
empresa, j est sendo resolvido. Texto Anterior | Prximo Texto |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Famlia, amigos e
crise de crdito - 15/07/2012 ***
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Marcelo Neri

Famlia, amigos e crise de crdito

Na pobreza, como na famlia, no temos a opo de no ajudar; j amigos
e crdito devemos escolher

Estamos h alguns anos mobilizados pelos impactos macroeconmicos do
terremoto financeiro deflagrado pela quebra do Lehman Brothers, em 2008.

Dadas a natureza creditcia e contagiosa da crise em curso e a nfase
que se tem dado ao crdito ao consumidor,  interessante tirar lies
dos efeitos micro da megacrise na vida dos tomadores de crdito
produtivo popular no pas.

Comeamos pela base de dados do Crediamigo, que  o maior programa de
microcrdito da Amrica do Sul, hoje com 1,2 milho de clientes, a
grande maioria atuantes nas cidades nordestinas brasileiras.

A base do Crediamigo permite acompanhar ao longo do tempo balanos e
demonstrativos de resultados completos dos negcios nanicos, incluindo
interfaces com despesas e ativos familiares, que  algo raro.

Criamos uma amostra pareada de no clientes a fim de isolar os tomadores
de crdito dos no tomadores em situaes similares. Esse "efeito
placebo"  particularmente importante, pois as cidades nordestinas tm
crescido mais que as demais.

O lucro dos clientes do microcrdito nas cidades nordestinas tem
crescido nos ltimos anos 9,3% ao ano acima daquele observado no
conjunto dos pequenos negcios. Agora o ganho anual de lucro dos
clientes do Crediamigo, embora positivo e superior aos dos demais, caiu
7,7% depois da crise europeia de 2011.

As relaes entre Crediamigo e Bolsa Famlia estudadas so mais
controversas, pois no contamos com anlise controlada, mas tomadas a
valor de face indicam crescimento maior dos beneficirios do Bolsa
Famlia do que dos no beneficirios.

Ou seja, h evidncias de que o microcrdito conseguiu produzir um
diferencial no crescimento de lucros favorvel aos seus clientes
vis--vis o seu grupo de controle nos cenrios analisados. Esse
diferencial no cai, mas aumenta com a presena do Bolsa Famlia, mas
cai com o aprofundamento dos efeitos da crise creditcia em curso.

Da cidade ao campo: o censo agropecurio mostra que, apesar de o
microcrdito ser mais escasso no Nordeste e para os pequenos produtores
da faixa do Pronaf B, estava mais presente nesta faixa na rea rural
nordestina. A explicao para esse mistrio nordestino  a atuao do
programa Agroamigo, tambm ligado ao Banco do Nordeste, que atua nessa
faixa e j conta com 1,1 milho de clientes.

Em tempos normais, uma amostra longitudinal de clientes do Agroamigo
(sem grupos com controles, mas sem placebo) demonstra o ganho de lucro
real de 15,3% e uma taxa de inadimplncia um dcimo daquela observada no
Pronaf B, fruto da atuao de agentes de crdito incentivados por
prmios.

No crdito como na atividade agrcola, h que separar o joio do trigo.
Isso no se faz atrs de um balco com ar refrigerado.

 preciso inspirao e incentivos para a transpirao na busca dos
melhores clientes.

Uma amostra mais recente permite captar os efeitos de um drama local
mais srio que a crise global: a forte seca que hoje assola o serto
nordestino.

As principais causas de atrasos no microcrdito l so ligadas  gua,
como sistemas de irrigao e de cisternas que reduzem em 2/3 a taxa de
inadimplncia controlada. A principal defesa contra os atrasos no  a
poupana prvia ou outros instrumentos financeiros, mas o Bolsa Famlia.

O sol, smbolo da solidariedade que d nome a muitas iniciativas de
microcrdito na Amrica Latina, tem sido implacvel no serto
nordestino. Programas sociais tm irrigado as condies de vida locais
no auge da seca em curso. Fome, migrao e saques no esto presentes na
conjuntura atual.

Interfaces entre programas sociais, como o Bolsa Famlia, e produtivos,
como o Agroamigo e o Crediamigo, devem ser potencializadas. Lembrando a
mxima: famlia no se escolhe. Na pobreza, como na famlia, no temos a
opo de no ajudar. J amigo pressupe troca, ento devemos sempre
poder buscar e escolher.

MARCELO NERI , 49,  economista-chefe do Centro de Polticas Sociais e
professor da EPGE, na Fundao Getulio Vargas, e autor de "Microcrdito,
o Mistrio Nordestino e o Grameem Brasileiro" (editora da Fundao
Getulio Vargas) e "A Nova Classe Mdia" (editora Saraiva).

www.fgv.br/cps mcneri@fgv.br

AMANH EM MERCADO: Gustavo Cerbasi Texto Anterior | Prximo Texto |
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download pago de msica - 15/07/2012 ***
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Internet 1

Canad probe download pago de msica

A Suprema Corte do Canad decidiu que compositores e gravadoras no
devem receber pelos direitos de execuo de msicas baixadas na web.

A deciso contrariou os interesses de artistas e foi favorvel aos de
teles. J a msica tocada em streaming continua podendo ser cobrada.
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por US$ 500 mil - 15/07/2012 ***
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Internet 2

Site Digg  vendido por US$ 500 mil

Lanado em 2004, o Digg alcanou a proeminncia como agregador de
contedo on-line. O site permitia que usurios votassem a favor de
links, um precursor de como o Facebook e o Twitter ajudam a espalhar
contedo "viral". O site foi adquirido pela Betaworks, incubadora de
tecnologia. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Na internet



PALESTRAS TED mundial ter 20 novatos escolhidos pelo pblico
folha.com/no1117955

REDES SOCIAIS Acompanhe as notcias de Mercado pelo Facebook
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