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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Negocios - Design chega s
pequenas empresas - 02/09/2012 ***
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Design chega s pequenas empresas

Programas de instituies pblicas incentivam inovao de produtos




Simon Plestenjak/Folhapress
[Roberto Alcantra mostra seringa disfarada de jacar para atender crianas] 
Roberto Alcantra mostra seringa disfarada de jacar para atender
crianas

FELIPE GUTIERREZ
DE SO PAULO


H trs dias, o Sebraetec, programa que subsidia o custo que pequenas
empresas tm com consultoria tecnolgica, atingiu a meta do ano: 59 mil
atendimentos.

Os servios relacionados ao design foram responsveis por 35% dos
atendimentos, diz Glucia Zoldan, gerente-adjunta de inovao e
tecnologia do Sebrae nacional.

A expectativa  que as consultorias se ampliem ainda mais neste ano -em
2011, a meta de atendimentos foi excedida em 50%.

O programa do Sebrae permite que interessados em mudar o formato de
produtos ou em aperfeioar o material de fabricao recebam orientao e
subsdio ao contratar um designer, que criar um projeto para colocar em
prtica as mudanas. O Sebrae paga de 80% a 90% do custo.

Nos ltimos seis anos, houve um aumento "vertiginoso" na busca pelos
servios de designers por parte de pequenos empresrios, diz Zoldan.

Dois motivos explicam o interesse crescente, segundo Luciano Deos,
presidente da Associao Brasileira de Empresas de Design: a busca pelo
aumento de competitividade e programas pblicos, como o Sebraetec, que
facilitam a contratao do trabalho.

Para Deos, depois que as empresas usam servios de design de produtos
pela primeira vez, viram clientes.

Foi o caso da Poly Play, empresa de Santa Brbara D'Oeste (SP) que
fabrica utilidades domsticas.

Em 2007, a fabricante firmou parceria com a Universidade Federal de So
Carlos para desenvolver um suporte para pregadores de roupa.

Os produtos so vendidos hoje em grandes lojas de departamento do pas.
A experincia positiva encorajou a pequena empresa paulista a encomendar
estudos de 20 outros itens, diz Marcos Toma, 42, scio da Poly Play.

"Empresas que investem em design de produtos ganham mercado", opina
Roberto Alcantra, 49, dono da Angelus, empresa que fabrica produtos
ortodnticos e aposta na contratao de designers desde 2009.

J naquele ano, a Angelus venceu prmio para pequenas empresas dado pela
Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Recebeu R$ 1 milho para
criar produtos. Fez gotejadores que dentistas conseguem usar com uma mo
s e criou um invlucro para esconder seringa em jacar de plstico e,
assim, amenizar o susto das crianas.

TABU

Apesar do crescimento da procura pelos designers, "ainda existe
estigma", diz Ana Brum, do Centro de Design do Paran. Ela afirma que as
pequenas empresas tendem a achar o servio caro e inacessvel. "Ns
mostramos para o pequeno empresrio que o servio est ao alcance dele,
sim."

O centro tem o site www.designbrasil.org.br para facilitar a busca por
esse tipo de profissional. Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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se compete com a China' - 02/09/2012 ***
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'No  por preo que se compete com a China' DE SO PAULO


Design no  s esttica.  tambm escolha da matria-prima,
aprimoramento ergonmico e processo de produo, ressalta Sidney Rufca,
da faculdade Belas Artes.

Usar o servio pode ser uma forma de ganhar mercado externo, argumenta
Marco Aurlio Lobo, da Apex, agncia federal de promoo de
investimentos. "No  por preo que ns vamos competir com produtos
chineses."

A empresa de luminrias Munclair contrata servios de designers h 12
anos. Hoje, 5% da receita  proveniente de exportaes, diz o dono,
Geraldo Garcia, 66.

Ele pretende aumentar a porcentagem e, para isso, tem apoio da Apex e da
associao de produtores de luminrias, da qual  diretor.

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facilita inovao - 02/09/2012 ***
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Impresso 3D facilita inovao

Com a ajuda da tecnologia, prottipos de novos produtos ficam prontos em
poucas horas DE SO PAULO


Outro fator alm das polticas pblicas tem tornado o design de produtos
mais acessvel: a impresso 3D.

As impressoras so mquinas que constroem objetos depositando camadas de
materiais (plstico, cermica ou metal, por exemplo). Com isso, 
possvel fazer prottipos de forma mais rpida.

Antes, para produzir uma pea de teste, era preciso esculpir
manualmente. Isso era demorado e custoso, explica Jorge Lopes,
pesquisador da PUC Rio de Janeiro.

O servio funciona assim: a empresa contrata um designer para fazer o
desenho de um novo produto em um software. Depois de aprovado, esse
arquivo  enviado  impressora 3D, que "l" os dados e cria o prottipo.

"s vezes, em uma hora o cliente est com o prottipo na mo", afirma
Alexandre Magdalon, 50, diretor de vendas e marketing da Seacam, empresa
que oferece esse tipo de servio.

O preo varia de acordo com o tamanho da pea. "Pode ser de R$ 100 at
R$ 20 mil", diz Magadalon.

Segundo ele, h pequenos negcios que usam a impresso 3D principalmente
nos setores de calados e de embalagens -grandes empresas de eletrnicos
e de veculos tambm precisam obter prottipos rapidamente.

REALISMO NOS TESTES

A Gertec, empresa que produz teclados, leitores de cdigos de barras e
outros produtos,  um exemplo. H trs anos, ela comeou a usar servios
de impressoras 3D.

"s vezes, ns mesmos mandamos [imprimir], s vezes,  o designer [que
eles contratam]", revela o diretor Robinson Schincariol.

"Por melhor que seja o desenho, somente com a pea na mo conseguimos
ver como ela realmente ."

Ele afirma que sempre solicita correes nos prottipos. Fazer os
ajustes nesse estgio sai mais barato do que corrigir a linha de
produo.

O escultor Alexandre Leonato, 51,  dono da ALN Studio e faz embalagens,
maquetes e esttuas com a impressora 3D.

Leonato diz que imprimir uma pea pequena demora cerca de duas horas.
Uma grande demanda em torno de oito horas. "Mas fao isso de madrugada.
Estou dormindo e a impressora fica trabalhando por mim."

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Frase



"s vezes, em uma hora o cliente est com o prottipo na mo"

ALEXANDRE MAGDALON diretor de vendas e marketing da Seacam Texto
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valer amanh - 02/09/2012 ***
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Regra para ponto valer amanh

Pequenas empresas precisam ter aparelhos que no permitam alterao
posterior de dados DE SO PAULO


As pequenas empresas que usam aparelhos de ponto eletrnico para marcar
o horrio de entrada e sada de seus funcionrios precisam adotar
mquinas de acordo com as determinaes do Ministrio do Trabalho e
Emprego a partir de amanh.

A exigncia para grandes empresas vigora desde abril deste ano.

Os aparelhos so conhecidos pela sigla REP (Registrador Eletrnico de
Ponto), e a diferena entre eles e os outros  que os dados gerados no
podem ser apagados ou alterados posteriormente.

As empresas que usam aparelhos no autorizados pelo ministrio esto
sujeitas a multas que variam de R$ 37 a R$ 3.782, de acordo com o nmero
de funcionrios.

"[A multa]  baixa", critica Dimas de Melo Pimenta, presidente de uma
das empresas que fabricam os aparelhos de acordo com as novas
especificaes. Um REP simples custa cerca de R$ 1.500, e o preo mdio
 de R$ R$ 2.850.

A Fecomercio-SP (Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do
Estado de So Paulo) divulgou uma nota em que critica a obrigatoriedade
do aparelho por causa do custo, que  "alto para micro e pequenas
empresas".

Edgar Moreira Brando, coordenador substituto de fiscalizao do
trabalho do ministrio aponta a inviolabilidade dos dados como a maior
vantagem.

Em uma ao trabalhista, apresentar dados que no tiverem origem em um
REP ser um fator contra a empresa, afirma Brando.

"A questo de hora extra  um dos grandes problemas da Justia do
Trabalho."

A SMO (Servios Mdicos Oftalmolgicos), do Rio, empresa com 30
funcionrios, foi uma das que adotaram o REP. O auxiliar administrativo
Marcos Antnio Briggs, 24, diz que uma vantagem do programa  a
facilidade com que gera relatrios de quantas horas cada funcionrio
trabalhou no ms.

Claudia Ribeiro, 47, gerente administrativa da farmcia Sensitiva, que
adotou a mquina h dois meses, faz uma ressalva ao aparelho: ela acha a
emisso do recibo desnecessria.

O aparelho  por biometria, ou seja, os funcionrios colocam o polegar
em um leitor eletrnico e recebem um papel com os dados.

"A maioria deles no guarda o recibo. Cada funcionrio marca o horrio
quatro vezes por dia: ao entrar, na hora do almoo, quando volta e ao ir
embora. Imagina a quantidade de papel."

EXCEES

O REP s  obrigatrio se a empresa decidir usar um ponto eletrnico.
Ainda  possvel optar por folha (aquela em que os prprio funcionrios
marcam os horrios de entrada e sada) ou por aparelhos mecnicos que
fazem marcas em cartes.

Pimenta, que vende aparelhos, diz que mquinas que fazem leitura
biomtrica representam uma vantagem para a empresa: "Funcionrios podem
assinar ou bater carto pelos outros. Mas o dedo  pessoal e
intransfervel".

H duas excees para empresas no adotarem os modelos de aparelhos que
o ministrio aprovou. Uma  ter menos de dez funcionrios.

A outra  fazer um acordo coletivo entre o sindicato de trabalhadores e
a empresa.  uma soluo mais barata e tem sido buscada por pequenas
empresas, destaca Carlos Matos, 53, diretor comercial da Nasajon
Sistemas, que vende softwares para gerenciar os dados de pontos
eletrnicos.

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Frase



"Para ns, da fiscalizao, no faz diferena se a empresa  pequena,
mdia ou grande"

EDGAR MOREIRA BRANDO coordenador do Ministrio do Trabalho Texto
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