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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Um lugar para
maiores - 02/09/2012 ***
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Um lugar para maiores

Eles chegam pela manh, fazem de quatro a seis refeies e desenvolvem
atividades como desenho e canto




 Fotos Lucas Lima/Folhapress     
[Rebecca Bucchino, 79, que passa o dia no Centro de Vivncia Solar Flor de Lis] 
Rebecca Bucchino, 79, que passa o dia no Centro de Vivncia Solar Flor
de Lis

CLUDIA COLLUCCI
DE SO PAULO


A cadeira verde  da urea. A azul, da Horita. E a marrom  da Maria. Os
nomes delas e das colegas tambm constam no quadro da sala, ao lado das
datas de aniversrio.

No fossem pelas mais de sete dcadas que cada uma carrega, o lugar
poderia ser uma escola infantil. Mas  uma creche de vovs e vovs.

Esse novo tipo de negcio tem crescido em So Paulo. Alguns j nasceram
como creches ou centros-dia -como preferem chamar certos especialistas.

Outros so casas de repouso que esto aproveitando o espao ocioso para
atender a idosos por dirias. Alguns chegam a oferecer servio de
transporte (leva e traz).

"As creches so uma tendncia.  bom negcio para as casas de repouso
porque aproveitam a estrutura fsica e de pessoal que j tm. E resolve
o dilema das famlias que no querem deixar seu idoso asilado", afirma
Eduardo Bonini, consultor na rea de gerontologia.

Essas instituies funcionam assim: os idosos chegam pela manh,
trazidos por familiares. Ali, eles fazem de quatro a seis refeies ao
dia e desenvolvem vrias atividades monitoradas, como desenho e canto.
Tambm tm sesses de fisioterapia e fonoaudiologia. No final do dia, s
vezes j de banho tomado, voltam para suas casas.

"Facilitou minha vida e minha me est mais feliz. No tenho pacincia e
nem formao para cuidar dela o dia todo", diz a bancria aposentada
Marilisa Bradbury.

A me dela, Rebecca, 79, com diagnstico de demncia senil, frequenta
uma creche, na zona leste de So Paulo, cinco dias por semana.

Em geral, os usurios das creches so idosos fragilizados. Ou seja, tm
doenas como Alzheimer ou Parkinson, ou sequelas de derrame. Estima-se
que em So Paulo existam ao menos 350 mil idosos com esse perfil.

"Esses idosos no aparecem. So aqueles debruados nas janelas dos
apartamentos ou no fundo dos quintais. So invisveis para a sociedade",
afirma Edelmar Ulrich, 60, presidente da Associao dos Familiares e
Amigos dos Idosos (Afai).

Ele e um grupo de familiares de idosos criaram uma creche depois que o
local que frequentavam foi fechado. Cada famlia paga entre R$ 580 e R$
850 mensais. Hoje, existe fila de espera. Em outras creches, cujas
dirias chegam a R$ 130, h vagas.

POLMICA

O termo creche  polmico. Especialistas em envelhecimento dizem que ele
 pejorativo, infantiliza o idoso.

" lamentvel chamar de creche. Mesmo no caso de pessoas com demncia 
fundamental manter sua autonomia, respeitar seus desejos. No  uma
criana", diz o mdico Alexandre Kalache, presidente do Centro
Internacional de Longevidade.

J os proprietrios desses centros at usam o nome como marketing. "J
tentamos centro-dia, centro de vivncia, mas o que pegou mesmo  creche
ou escolinha", diz Neli Gaeta, scia do Centro de Vivncia Solar Flor de
Lis.

Ex-diretor na OMS na rea de envelhecimento, Kalache aprova o conceito
dos centros-dia. "Eles ajudam o idoso a preservar a dignidade, aumenta a
sociabilizao e estimula as funes fsicas e mentais remanescentes."

Mas ele alerta que a falta de uma regulamentao clara sobre o
funcionamento dos servios pode gerar abusos. "Vira um depsito de
idosos." Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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criao de 'creche' pblica para idoso - 02/09/2012 ***
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Projeto prev a criao de 'creche' pblica para idoso DE SO PAULO


Tramita na Cmara de So Paulo um projeto de lei que prev a criao de
creches pblicas para idosos, dentro de um programa social voltado para
a terceira idade. A populao idosa no municpio  de 12%.

" fundamental termos polticas pblicas no s para esse idoso que tem
famlia e que pode voltar para casa no final do dia, como para aquele
que j foi abandonado pelos familiares", diz Hlio de Oliveira,
responsvel pela coordenadoria do idoso do municpio.

Parte desses idosos sem apoio familiar  atendida hoje por um programa
de acompanhamento de idosos, da Secretaria Municipal da Sade. Os
acompanhantes levam os idosos ao mdico, supervisionam a alimentao e
higiene pessoal e ajudam na manuteno da casa. O programa atende hoje a
cerca de 2.700 idosos.

(CC) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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idosos ajuda no resgate da vida social - 02/09/2012 ***
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Anlise

Convvio entre idosos ajuda no resgate da vida social

Centro-dia surge como opo para quem no apresenta limitao grave ROSA
SATO CHUBACI
ESPECIAL PARA A FOLHA


QUANDO BEM EQUIPADOS E ESTRUTURADOS, ESSES CENTROS PODEM TRAZER
BENEFCIOS BIOPSICOSSOCIAIS  VIDA DOS IDOSOS, COMO SUPERAO da PERDA
DE ENTES QUERIDOS

Com o envelhecimento da populao brasileira, que em 2020 deve atingir
30 milhes de pessoas com 60 anos ou mais, o centro-dia surge como opo
para atender a demanda por um servio de assistncia a idosos
semidependentes.

Idosos semidependentes so aqueles que no apresentam limitaes graves
e que no podem receber os cuidados necessrios durante o dia por parte
de seus familiares.

Alguns estudos realizados pelos pesquisadores gerontlogos da USP
(Universidade de So Paulo) mostram que os motivos que levam os
familiares a colocar seus idosos em um centro-dia so vrios. Alguns
exemplos:

1 - Conflitos na famlia;

2 - Necessidade de tempo livre para o cuidador;

3 - Necessidade de atividade e convvio social para o idoso;

4 - Percepo do estresse e cansao para cuidar;

5 - Declnio cognitivo e da funcionalidade do idoso.

VIDA SOCIAL

Quando bem equipados e estruturados, esses centros trazem benefcios
biopsicossociais  vida dos idosos. Dentre eles, foram relatados pelos
idosos aspectos de superao a determinados eventos de vida, como a
perda de entes queridos.

O convvio entre os idosos frequentadores e destes com os profissionais
tambm se mostrou essencial no resgate da vida social.

Alm disso, os familiares tambm observam benefcios como perceber o
idoso mais feliz, com mais tempo livre para si e famlia, alm de
melhora na sade e na relao com os familiares.

Esses resultados mostram o centro-dia como opo positiva e alternativa
para evitar o asilamento.

Eles j so uma realidade em vrios pases.

No Japo, por exemplo, o centro-dia  encontrado em todos os bairros, em
todo territrio nacional, pois perceberam que a melhor alternativa para
a pessoa idosa  retornar para a casa no final do dia e permanecer na
companhia de seus familiares.

Esses centros precisam ser, urgentemente, instalados no Brasil, em um
nmero que possa atender  populao idosa, pois os que temos so
insuficientes. Por isso,  fundamental que a proposta de centro-dia para
idosos seja incorporada em uma poltica pblica, com profissionais
srios e competentes.

ROSA SATO CHUBACI  professora de gerontologia da USP Texto Anterior |
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Creches em SP



Centro-dia da Afai * R. Samuel Porto, 299, Mirandpolis Tel:
0/xx/11/2532-3803 A partir de R$ 580 por ms; inclui fisioterapia e
fonoaudiologia

Centro de Vivncia Solar Flor de Lis R. Eugnia de Carvalho, 1.208, Vila
Matilde Tel: 0/xx/11/2082-3495 R$ 60 a diria; inclui fisioterapia

Residencial Melhor Idade Av. Vereador Jos Diniz, 262, Alto da Boa Vista
Tel: 0/xx/11/5524-5045 R$ 120 a diria; inclui psicoterapia

Centro-dia Espao Verbo Amar Av. So Camilo, 1.583, Granja Viana Tel:
0/xx/11/4169-4000 R$ 130 a diria; inclui fisioterapia e enfermaria

*No tem vaga Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Certa pobreza -
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Danuza Leo

Certa pobreza

A pobreza urbana  agressiva; so mulheres com uma criana no colo, duas
pela mo

Outro dia tive que ir ao centro da cidade, onde no ia havia anos.
Conheci esse centro quando ainda era criana e tinha chegado do Espirito
Santo para viver no Rio. Na zona sul no havia lojas, ainda no existiam
as butiques, e uma vez por semana ia com minha me ao centro.

Era onde se faziam compras, desde as mais banais, at as mais
importantes, que na poca era um par de sapatos ou o tecido para fazer
um vestido. No existiam vestidos prontos, e cada famlia tinha sua
costureira. Comprava-se o figurino (revista de moda), a costureira dizia
de quantos metros precisava, fazia-se uma prova, e um dia chegava um
embrulho de papel cor de rosa, fechado com alfinetes -o durex ainda no
tinha sido inventado-, trazendo o vestido.

Era uma emoo ir ao centro, onde havia um comrcio que me parecia o
luxo dos luxos. Havia at lojas que vendiam casacos de pele, e imagino
que fazia frio no Rio para usar peles -devia fazer-, pois as vitrines
das lojas Canad e Sibria mostravam as mais lindas.

Depois das compras, um lanche na Colombo, e a volta para casa de bonde.
Era um dia completo, de total felicidade. Foi l que pela primeira vez
tomei um sundae e comi uma coxinha de galinha; em Vitria no existiam
essas coisas chiques.

O mundo mudou, h anos no ia ao centro, mas tive que ir, semana
passada. Passei pelas mesmas ruas e me deu uma tristeza to grande que
era melhor no ter ido.

Fui parar no largo da Carioca;  um largo, como diz a palavra, onde hoje
as lojas so barraquinhas, e havia uma que, para animar, tocava um som
bem alto. Das msicas, nem vou falar. Mas o que me impressionou mesmo
foi a quantidade de pessoas que circulava por ali. Eram muitas e todas,
absolutamente todas, muito pobres.

Em qualquer bairro do Rio existe gente pobre, mas no tantas assim, nem
to pobres. Era uma misria absoluta, que se via nas roupas, nos sapatos
-a maioria com uma sandlia havaiana j bem usada- e nos rostos. Muitas
lanchonetes pela rua, e numa delas o cartaz: "Arroz, feijo e batata
frita por R$ 10,50".

Fiquei pensando nos pobres do Nordeste, que se veem na televiso e em
alguns filmes brasileiros; eles moram em casebres com cho de terra
batida, sempre muito bem varrido. E tm uma dignidade; no sei bem de
onde ela vem, mas ela existe. Talvez por terem um pedacinho de cho s
deles, talvez.

A pobreza urbana  agressiva; so mulheres com uma criana no colo, duas
pela mo, levadas pelas mes porque no tm com quem ficar, adolescentes
de short e camiseta que devem ser a nica roupa que tm. Ningum pedia
esmola, todos estavam ali fazendo alguma coisa, trabalhando, encarando
um bico qualquer, talvez de ambulante, talvez de ajudante de camel.

E notei que apesar dessa misria to evidente, to dramtica -essas
pessoas no pertenciam, seguramente,  to falada classe C-, quase todas
as mulheres, e as crianas que iam junto, tinham as unhas dos ps
pintadas de esmalte colorido.

E me ocorreu que talvez seja esta a nica fantasia a que tm direito.

danuza.leao@uol.com.br

AMANH EM COTIDIANO Marcos Augusto Gonalves Texto Anterior | Prximo
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Atmosfera



FIQUE ATENTO

O tempo permanece firme no Estado; no interior, a umidade relativa do ar
cai

DIA DE SOL E TEMPO SECO EM BOA PARTE DO PAS

Domingo com tempo seco e ensolarado nas regies Sul, Sudeste e em boa
parte do Centro-Oeste e do Nordeste. reas de instabilidade causam
pancadas isoladas de chuva sobre Amazonas, Par, Roraima, Amap,
Tocantins e Rondnia Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Ministro da Fazenda
regressa ao pas depois de 25 dias no exterior - 02/09/2012 ***
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H 50 Anos

2.set.1962

Ministro da Fazenda regressa ao pas depois de 25 dias no exterior

DO BANCO DE DADOS - Aps passar 25 dias no exterior, em viagem aos EUA e
 Europa, o ministro da Fazenda, Valter Moreira Sales, regressou ao
pas.

O perodo fora serviu para o ministro manter contato com organismos
financeiros, visando honrar compromissos do pas a curto prazo. Sem dar
detalhes, ele classificou os resultados da viagem como "exploratrios".

O ministro da Fazenda j esteve ontem com o presidente Joo Goulart, no
Rio de Janeiro, para discutir o projeto de remessa de lucros para o
exterior. Depois de quase duas horas de reunio, Jango decidiu devolver
o projeto ao Senado, sem sancion-lo. Texto Anterior | Prximo Texto |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Concorrida,
Paulista ganha ciclofaixa - 02/09/2012 ***
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Concorrida, Paulista ganha ciclofaixa

Espao funciona aos domingos e feriados COLABORAO PARA A FOLHA


A Paulista, avenida acostumada a grandes aglomeraes, finalmente se
rende s bicicletas. A partir de hoje, sero 5 km de ciclofaixa -a
quarta da cidade-, o que promete atrair milhares de ciclistas e curiosos
em busca de diverso aos fins de semana.

Pedro Jansen, 28, que usa sua bicicleta diariamente para ir at o
trabalho, est eufrico por poder circular tranquilamente, aos domingos,
em plena Paulista.

"Tenho um grupo no Facebook que se mobiliza para pedalar", conta.
"Agora, teremos uma nova opo de lazer bem pertinho aqui de casa", diz
Jansen, que mora na rua Frei Caneca.

Vale aqui registrar: os motoristas devem ficar atentos. Durante o
horrio de funcionamento da ciclofaixa, das 7h s 16h, aos domingos e
feriados, o limite de velocidade na avenida diminui de 60 km/h para 40
km/h.

Mas o impacto no trnsito ser quase imperceptvel, segundo Silvio
Mdici, 60, presidente da Associao Brasileira das Empresas de
Engenharia de Trnsito.

Isso porque o movimento na avenida  bem menor no fim de semana.

So Paulo ainda  uma "novata" quando o assunto  ciclofaixas. No ms
passado, elas comemoraram trs anos e j se tornaram um dos principais
atrativos de lazer.

Cerca de 100 mil paulistanos pedalam os 67 km de vias a cada domingo,
segundo nmeros da Secretaria Municipal de Transportes.

Para a Associao CicloCidade ainda  pouco. Ela estima que h quase 500
mil ciclistas em So Paulo e que a cidade ainda precisa se adaptar para
receber mais.

"Precisamos um plano efetivo para a criao e manuteno de ciclovias",
diz Gabriel Di Piero, 33, diretor da associao. " importante a
integrao dos ciclistas com os motoristas", conclui.

So Paulo, porm, deve ceder um pouco mais de espao s bikes. At o fim
do ms, a cidade deve ganhar a "Ciclorrota Turstico-Cultural do
Centro", um trajeto que passar por 25 pontos tursticos, como a praa
da S, o Theatro Municipal e o Ptio do Colgio.

(THIAGO AZANHA) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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Mortes



APARECIDA DE GODOY ZANONI - Aos 91, viva de Angelo Zanoni. Deixa seis
filhos. Cemitrio Congonhas.

BARO GEORGES SCHWACHHEIM - Aos 86, casado com Margarida Vieira de Souza
Schwachheim. Deixa o filho Sergio, alm de netos e bisneto. Cemitrio
Ara.

MARIA DO CARMO RODRIGUES ARAJO - Aos 76, viva de Mateus Azevedo
Arajo. Deixa dois filhos. Cemitrio Congonhas.

MARIA IZABEL DOS SANTOS SOUZA - Aos 85, viva de Raul de Souza. Deixa
dois filhos. Cemitrio Congonhas.

VICTORIO FERRACINI - Aos 95, casado com Amlia Dias Ferracini. Deixa uma
filha. Cemitrio Congonhas.

7 DIA

ANGELINA BURTI DE CASTRO - Hoje, s 18h, na igreja N. Sra. do Carmo, r.
Brs Cubas, 163, Aclimao.

2 MS

JOS HAMILTON PRADO GALHANO - Amanh, s 19h, na parquia N. Sra. da
Consolao, r. da Consolao, 585, Consolao.

1 ANO

GEORGETTE DACCA MATTAR - Hoje, s 17h, na igreja S. Jos, r. Dinamarca,
32, Jd. Europa.

3 ANO

SHIRLEY ENNOR PETHERAM - Hoje, s 10h, na igreja Assuno de N. Sra.,
al. Lorena, 665-A, Jd. Paulista.

MATZEIVA - CEMITRIO ISRAELITA DO BUTANT

BORIS SZECHTMAN - Hoje, s 11h, q. 405, sep. 66, set. R.

FRYMETA (FRIDA) SZMUSZKOWICZ - Hoje, s 10h30, q. 403, sep. 62, set. R.

HANA PROCHOWNIK GRUNSPAN - Hoje, s 11h, q. 403, sep. 71, set. R.

IDA KELEN MEISEL - Hoje, s 11h30, q. 400, sep. 97, set. R.

MARGARIDA FLORY STERMAN - Hoje, s 11h30, q. 233, sep. 123, set. M.

MARIA CHUSTER - Hoje, s 11h, q. 375, sep. 26, set. R.

RUTHI URES ZALCSZTAJN - Hoje, s 11h, q. 392, sep. 123, set. R.

MATZEIVA - CEMITRIO ISRAELITA DO EMBU DAS ARTES

CHANA FURGANG - Hoje, s 12h, q. 15, sep. 37, set. B.

SHLOSHIM - CEMITRIO ISRAELITA DO BUTANT

ALEXANDRE WAJNBERG - Hoje, s 11h, q. 329, sep. 16, set. O.

HENRIQUE TURKIENICZ - Hoje, s 11h, q. 394, sep. 143, set. R.

ISAAC ABRAMOVITC - Hoje, s 13h, q. 90, sep. 127, set. J.

KATE WEG - Hoje, s 10h, q. 404, sep. 141, set. R.

LIA ROSENBAUM - Hoje, s 10h30, q. 394, sep. 67, set. R.

LUBA CHINKERMAN - Hoje, s 10h30, q. 391, sep. 117, set. R.

SAULO DUCHOVNI - Hoje, s 11h, q. 180, sep. 9, set. B.

SHLOSHIM - CEMITRIO ISRAELITA DO EMBU DAS ARTES

ABRAHAM KATZENELSON - Hoje, s 12h30, q. 19, sep. 161, set. B. Texto
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Guerra Mundial - 02/09/2012 ***
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Flvio Villaa Guimares (1923-2012)

Combatente da 2 Guerra Mundial ANDRESSA TAFFAREL
DE SO PAULO


Extremamente organizado em tudo, Flvio Villaa Guimares no podia
deixar de anotar o que viveu ao participar de um dos episdios mais
importantes da histria: a Segunda Guerra Mundial.

Ao voltar da Itlia em 1945, aps um ano e meio com outros pracinhas
combatendo ao lado dos Aliados, trouxe um dirio cheio de lembranas
-como o dia em que quase morreu ao cair do posto de observao que
ocupava.

As anotaes viraram o livro "Memrias de um Soldado Observador", que
ser lanado em breve, diz a famlia.

Foi condecorado com a Cruz de Combate de 1 Classe, medalha concedida
aos militares que "praticaram atos de bravura ou revelaram esprito de
sacrifcio no desempenho de misses em combate" durante a Segunda
Guerra.

De volta ao Brasil, cursou direito e, mais tarde, economia. Alm de
advogar, deu aulas de matemtica e educao moral e cvica. Foi ainda
secretrio de Educao de Marlia, cidade onde vivia -era natural de
Caapava, tambm no interior paulista.

Em 1950, casou-se com a professora Eunice. Como ela geralmente
trabalhava at tarde, era Flvio quem colocava as crianas para dormir.

Por causa da mania de organizao do pai, cada um dos sete filhos
recebeu, ao sair de casa, uma pasta com notcias, fotos e outras coisas
referentes ao perodo em que viveram com a famlia.

Morreu na segunda-feira (27), de falncia mltipla dos rgos. Tinha 89
anos. Vivo desde 2004, deixa os filhos, 16 netos e um bisneto. A missa
do stimo dia ser hoje, s 19h, na parquia Nossa Senhora da Glria, em
Marlia.

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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Cotidiano - Campinas usa
alternativa 'verde' para tratar gua - 02/09/2012 ***
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Campinas usa alternativa 'verde' para tratar gua

Empresa faz teste indito com oznio MARLIA ROCHA
DE CAMPINAS


Tem novidade na gua de Campinas (a 93 km de So Paulo): a empresa de
saneamento da cidade est testando uma alternativa mais econmica e
eficaz para trat-la. Em vez do cloro, aposta no uso de oznio.

Iniciado em fevereiro, o projeto da Sanasa  considerado vivel para
substituir 80% do cloro utilizado.

Indito no Brasil, o oznio j  aplicado como desinfetante em outros
pases, segundo Sidnei Lima Siqueira, um dos responsveis pelo projeto.
"E j se mostrou extremamente vantajoso", diz.

O cloro, amplamente utilizado como desinfetante, elimina poluentes e
compostos (como coliformes fecais) exigidos pela legislao, mas no
acaba totalmente com resduos complexos de pasta de dente e remdios,
por exemplo.

O oznio, por sua vez,  mais eficaz contra esse tipo de substncia e
outros micro-organismos, alm de ser mais "verde" porque  totalmente
decomposto e no deixa novos resduos na gua.

"Mas, por isso, no fim do tratamento ainda precisaremos aplicar uma
parcela de cloro, que fica mais tempo na gua e garante que ela chegue
tratada s casas, mesmo passando por tubulaes velhas ou caixas d'gua
sujas", diz Siqueira.

Segundo ele, a instalao do oznio em escala industrial custaria R$ 20
milhes -todos os equipamentos so importados- e geraria uma reduo do
custo mensal de R$ 300 mil para R$ 250 mil.

"O investimento se paga em poucos anos, e a utilizao  muito mais
econmica. Precisamos s de energia eltrica para gerar o oznio,
enquanto o cloro tem que ser transportado e armazenado", diz o
coordenador.

O projeto tem participao do Instituto de Qumica e da Faculdade de
Engenharia Civil da Unicamp -que detectam as concentraes de compostos
que restam na gua aps o tratamento com oznio e sua capacidade de
destruir micro-organismos que o cloro no elimina.

A Sanasa vai avaliar os resultados at a metade de 2013 para decidir se
far alteraes na planta de alguma estao. Texto Anterior | Prximo
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Jubarte chega por aqui em n recorde

Segundo estudo, 11.418 baleias da espcie nadaram no litoral do pas

Espcie, que tinha sido quase dizimada, vem aos mares do Brasil para se
reproduzir de julho a outubro COLABORAO PARA A FOLHA, DE SALVADOR


Se voc tem planos de fazer um safri fotogrfico atrs das
baleias-jubartes no litoral brasileiro, suas chances de encontrar uma
pela caminho aumentaram.

Um censo feito pelo Instituto Baleia Jubarte identificou um nmero
recorde dessa espcie por aqui. Entre o litoral de Sergipe e o do Rio de
Janeiro foi registrado o aparecimento de 11.418 exemplares no ano
passado.

A pesquisa anterior, de 2008, tinha registrado o nmero de 9.330
exemplares.

O primeiro levantamento, em 2002, localizou apenas 3.396 animais. A rea
de pesquisa, porm, era bem menor -se estendia da costa da Bahia at o
Esprito Santo, em uma regio conhecida como banco de Abrolhos, que 
onde h a maior concentrao dessa espcie no pas.

Foi s em 2005 que a busca foi ampliada do Rio Grande do Norte at So
Paulo.

O aumento da populao das jubartes nos ltimos anos  visto com bons
olhos pelos pesquisadores brasileiros.

A espcie foi quase dizimada em guas brasileiras aps os espanhis
introduzirem a caa, no incio do sculo 17.

O crescimento se deve  suspenso da caa, no ano de 1987, e tambm aos
trabalhos de conscientizao que vm sendo realizados.

Comunidades de pescadores so orientadas a no atuar em reas de
preservao -onde as baleias, principalmente filhotes, podem se enroscar
nas redes e terminar mutiladas ou mortas.

Apesar disso, a presidente do instituto, Mrcia Engel, diz que as
jubartes no esto em um ambiente seguro.

Elas sofrem ainda com riscos de atropelamentos por embarcaes e
enfrentam a escassez de seu principal alimento, um pequeno camaro
chamado krill.

Mrcia avalia: " preciso fazer muito mais por esses animais". O nmero
de jubartes hoje, por exemplo, representa apenas 27% da populao
original antes da caa.

As jubartes podem ser vistas na costa brasileira do fim de julho at
meados de outubro. Elas vm at aqui para se reproduzir, depois voltam
para a Antrtica.

(EDER LUIS SANTANA) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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antiantena tenta 'frear' as irregulares - 02/09/2012 ***
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Movimento antiantena tenta 'frear' as irregulares

Entre as iniciativas esto abaixo-assinado e aes contra operadoras

Reclamaes variam de instalao em local proibido e danos a prdios a
receio de problemas de sade EDUARDO GERAQUE
CAROLINA LEAL
DE SO PAULO


Em uma manh de sol, um grupo reunido nas esquinas da avenida Nhandu com
a rua Apetubs, no corao do residencial bairro Planalto Paulista, na
zona sul, discute de forma entusiasmada.

Nas conversas entre eles  fcil perceber: so moradores contrrios s
antenas de celular irregulares espalhadas por So Paulo. Para lidar com
uma instalada no bairro, fizeram um abaixo-assinado que j tem mais de
mil assinaturas.

O caso do Planalto Paulista no  o nico. A reportagem levantou oito
aes judiciais de moradores contra antenas de telefonia mvel em
bairros to distintos quanto Jardins, Santana e Santa Efignia.

So vizinhos que reclamam de instalaes em local proibido, moradores de
edifcios que afirmam que a locao de rea comum para operadoras no
passou pelo qurum mnimo em assembleia, alm de relatos de problemas de
sade e interferncia na estrutura do prdio.

Helio Gomes de Paula, 59, conhece bem essas reclamaes. Ele mora no
ltimo andar de um prdio no centro -e sobre a laje de seu apartamento
foi instalada no incio do ano uma antena da Claro, apesar de a
prefeitura ainda analisar o pedido de alvar.

Laudo feito por um engenheiro aponta que a instalao provocou
rachaduras e infiltraes no apartamento, alm de no considerar normas
que estabelecem regras para recuo e distncia da antena em relao 
moradia.

"A antena faz muito barulho. Voc no consegue dormir, fica um 'zum' na
cabea. Se tivesse condies de me mudar j estaria fora daqui", conta
Gomes de Paula.

A prefeitura admite que grande parte desses equipamentos est fora da
lei, tanto que move uma ao contra as principais operadoras de
telefonia mvel para tentar resolver o problema.

No caso do Planalto Paulista, por se tratar de uma rea essencialmente
residencial, nenhuma antena poderia ter sido colocada ali. Mas ela
funciona, diz a prefeitura, por meio de uma liminar.

Para a biloga Tsugui Nilsson, da associao de moradores do bairro, a
grande preocupao  com a radiao que a antena emite.

Outros casos levados  Justia relatam o mesmo receio.

Em 2011, um morador de um condomnio em Santana (zona norte) entrou com
uma ao para retirar a antena do prdio, argumentando que os riscos 
sade eram grandes.

Mas um laudo mostrou que a emisso de radiao da antena era baixa e, em
fevereiro de 2012, a Justia negou o pedido do morador.

" possvel que no exista limite de segurana mnimo que no nos
afete", diz a especialista Margarete Padueli. "Mas at que conheamos
essa fronteira no  sensato, sob a perspectiva da sade pblica,
continuar com a implantao de novas tecnologias que aumentem a
exposio a alguns tipos de radiao."

Sobre a antena instalada no prdio de Gomes de Paula, a prefeitura diz
que far uma vistoria. J a Claro diz que no se manifestar porque
ainda no foi citada no processo.

Colaborou RICARDO GALLO Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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'cara' a 54 trens do Metr - 02/09/2012 ***
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Paulistanos vo dar 'cara' a 54 trens do Metr

Quase mil obras esto concorrendo para enfeitar monotrilho na zona leste

Qualquer pessoa com mais de 18 anos pode participar do processo de
seleo; inscries terminam amanh MARIANA DESIDRIO
DE SO PAULO


So Paulo, uma cidade tipicamente cinzenta, vai ficar (bem mais)
colorida. O Metr abriu um concurso de arte para decorar os trens do
monotrilho da linha 2-verde, que devem circular na zona leste paulistana
a partir de 2013.

Nas primeiras duas semanas, o concurso teve 999 obras inscritas.
Qualquer um pode participar, desde que tenha mais de 18 anos.

"Na hora do trnsito, a pessoa vai ver algo bonito, que pode representar
algo da sua vida", diz a artista Suzette Marcatto, que inscreveu cinco
obras suas.

Diferente do metr, o monotrilho atravessa a cidade por vias elevadas e
 criticado por moradores das reas por onde vai passar.

O medo  de que haja um "efeito Minhoco", com a degradao do entorno
da linha. O Metr, porm, nega que o objetivo do concurso seja combater
as crticas. Sero decorados 54 trens.

ARTE GANHA A RUA

A iniciativa do Metr  mais uma dentro da onda de incentivo  arte de
rua em So Paulo. Neste ano, trs obras gigantes apareceram em prdios
na Paulista, na Faria Lima e na Consolao.

As pinturas so de Rui Amaral, da dupla Mulheres Barbadas e do Estdio
Colletivo e foram bancadas pela empresa GE.

A incorporadora Brookfield tambm levou obras dos artistas Binho Ribeiro
e Nina Moraes para os tapumes de construes na Vila Nova Conceio e no
Morumbi.

O cenrio para os artistas de rua melhorou muito nos ltimos anos,
afirma Rui Amaral -conhecido em So Paulo por seus desenhos no tnel
entre as avenidas Paulista e Dr. Arnaldo. "As pessoas esto entendendo
que tem artistas que gostam de usar a cidade como suporte."

Ele conta que, entre os anos 1980 e 1990, quando pintou o tnel da
Paulista, foi preso e processado.

Hoje, diz, essas abordagens so mais raras. Conseguir autorizao para
grafitar em reas pblicas tambm ficou mais fcil, acha Amaral.

Entretanto, segundo o artista, a graa do grafite est um pouco no ato
ilegal.

"Tem essa coisa da liberdade e do protesto. Voc acha que o lugar tem
que ter um desenho, vai l e faz", diz.

Para quem no est disposto a se arriscar numa interveno no liberada,
ainda d tempo de participar do concurso promovido pelo Metr
paulistano. As inscries vo at amanh. Texto Anterior | Prximo Texto
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Como participar



INSCRIES

- Podem ser feitas at amanh pelo site do projeto:

www.tapintandoumnovometro.com.br

- Qualquer pessoa com mais de 18 anos pode participar

SELEO

- Uma banca escolher at 20 finalistas. A deciso final ficar para o
pblico, que poder votar pela internet a partir de 11 de setembro Texto
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