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FGTS engorda caixa do governo - 02/09/2012 ***
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Dinheiro extra do FGTS engorda caixa do governo

Adicional de 10% da multa paga nas demisses arrecada R$ 3 bi por ano

Sindicatos querem dinheiro para fundo anticrise; empresas pedem retorno
da multa de 50% para 40% MARCOS CZARI
CLAUDIA ROLLI
TONI SCIARRETTA
DE SO PAULO


Governo, trabalhadores e empresrios disputam R$ 3 bilhes que entram
por ano no caixa do FGTS, arrecadados por meio da contribuio adicional
criada para ajudar a pagar o rombo de R$ 41 bilhes devido a milhes de
trabalhadores lesados nos planos Vero e Collor 1.

Essa contribuio surgiu em 2001, quando passou de 40% para 50% a multa
do FGTS paga pelas empresas nas demisses sem justa causa. O trabalhador
continuou recebendo os 40% e o restante foi para cobrir o rombo.

Aps dez anos, as perdas foram pagas a quase 80 milhes que aderiram ao
acordo. Mas a contribuio adicional das empresas, que deveria ser
temporria, continua engordando o caixa do FGTS e usada para financiar
programas do governo como o Minha Casa, Minha Vida.

Em fevereiro deste ano, a Caixa Econmica Federal, administradora do
fundo, informou ao secretrio-executivo do Conselho Curador do FGTS que
a contribuio de 10% j poderia ser extinta.

Desde 2002, s o adicional de 10% da multa rendeu R$ 18 bilhes ao caixa
do fundo, segundo documento encaminhado pela Gerncia Nacional do
Passivo do FGTS da Caixa, obtido pela Folha .

"A conta j foi paga. As centrais sindicais querem que os 10% sejam
usados para criar um fundo anticrise para evitar demisses. O
empresariado quer o retorno da multa do FGTS para 40%. E o governo quer
que esse dinheiro continue entrando no caixa", diz Antonio de Sousa
Ramalho Jr., um dos seis conselheiros que representam os trabalhadores
no Conselho Curador.

Na semana passada, foi aprovado o repasse de R$ 2 bilhes do FGTS para
custear o programa Minha Casa, Minha Vida. "Prova de que o fundo est
com superavit", diz Ramalho Jr..

Se no houver uma lei para extinguir a contribuio adicional de 10%,
ela continuar a ser cobrada, afirma o ministro do Trabalho, Brizola
Neto, que tambm preside o Conselho Curador do FGTS.

"A multa do FGTS inibe demisses,  um instrumento importante para
evitar a rotatividade no mercado de trabalho. Acrescida do adicional de
10%, torna-se um inibidor mais forte ainda", afirma Brizola Neto.

Para Emerson Casali, gerente-executivo de relaes de trabalho da CNI
(Confederao Nacional da Indstria), acordos so feitos para serem
cumpridos. "Se a conta j foi paga, se 'o maior acordo do mundo' garante
isso, por que manter a multa em 50%?" Prximo Texto | ndice | Comunicar
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deve ser extinta j, diz consultor - 02/09/2012 ***
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Contribuio de 10% deve ser extinta j, diz consultor

Arrecadao mostra que no  mais necessrio o pagamento adicional

Dinheiro necessrio para quitar emprstimo do Tesouro e repor patrimnio
do fundo j foi pago pelas empresas DE SO PAULO


Os nmeros do balano do FGTS de 2011, divulgados pela Caixa Econmica
Federal em agosto, mostram que a contribuio de 10% paga pelas empresas
nos casos de demisso sem justa causa j pode ser extinta.

Segundo o balano, ao final do ano passado faltava apenas R$ 1,611
bilho para que fosse quitada a parte do emprstimo do Tesouro Nacional
para pagar os expurgos dos planos econmicos e fosse restabelecido o
patrimnio do fundo.

O valor  proveniente dos crditos pagos (aos trabalhadores) no valor de
R$ 45,302 bilhes e amortizaes de R$ 43,691 bilhes (dinheiro
devolvido ao Tesouro mais o destinado  reposio do patrimnio).

Segundo o consultor Mario Avelino, presidente da ONG Instituto FGTS
Fcil, aquele valor j foi quitado ao final de julho deste ano. Ele se
baseia na mdia mensal arrecadada em 2011 com o adicional de 10% e
projeta essa mdia para este ano.

No ano passado, a contribuio adicional paga pelas empresas rendeu R$
2,788 bilhes, com mdia mensal de R$ 232,362 milhes. Mantida essa
mesma mdia pelos sete primeiros meses deste ano, a receita seria de R$
1,626 bilho, mais do que suficiente para quitar aquela dvida.

Segundo Avelino, o objetivo das contribuies (a outra, de 0,5% sobre a
remunerao mensal do trabalhador, foi cobrada at dezembro de 2006 -ver
texto ao lado) era ressarcir o emprstimo que o Tesouro fez para pagar
os expurgos aos trabalhadores e repor o patrimnio do fundo.

"No momento em que essa dvida  zerada, a contribuio de 10% tem de
ser automaticamente eliminada. E isso j ocorreu", diz Avelino.

SEM ESPERAR AT 2013

No ms passado o Senado aprovou o projeto de lei n 198/2007, que prev
o fim da cobrana da contribuio a partir de julho de 2013.

Segundo Avelino, no  necessrio esperar mais um ano para o fim da
cobrana, uma vez que o dbito j est quitado. Se a cobrana continuar,
o governo arrecadar pelo menos R$ 3 bilhes nesse perodo, estima o
consultor.

Diante desse quadro, Avelino entende que o governo deveria decretar j o
fim da cobrana, desonerando as empresas de um custo extra de 0,5% da
folha de pagamento (de cada 100 trabalhadores que sacam o fundo, 62 o
fazem por serem demitidos sem justa causa).

Avelino prope uma atitude mais radical caso a cobrana no seja
suspensa: as confederaes, federaes e sindicatos, de empresas e de
empregados, deveriam entrar com aes contra o governo para cessar o
recolhimento. Ou ento fazer o pagamento em juzo.

(MARCOS CZARI) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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cobrana s em 2013 - 02/09/2012 ***
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Projeto prev fim de cobrana s em 2013 DE SO PAULO


Projeto de lei aprovado no Senado no ms passado prev que o adicional
de 10% da multa do FGTS termine s em julho de 2013. At l, as
contribuies extras ficariam no fundo, engordando o caixa para obras do
governo.

O FGTS foi criado em 1967 para proteger o trabalhador demitido sem justa
causa. Todo ms, as empresas pagam 8% do salrio do empregado. O
dinheiro vai para uma conta em nome de cada trabalhador, que pode sacar
esse valor, entre outros, em caso de demisso sem justa causa, de
doenas graves e para comprar a casa prpria.

O conjunto desse dinheiro, que s rende para o trabalhador 3% ao ano
mais Taxa Referencial,  usado em programas de habitao popular,
saneamento e infraestrutura.

Segundo o senador Romero Juc (PMDB-RR), relator da Comisso de
Constituio e Justia, o pagamento das perdas dos planos econmicos
terminou h anos.

"Acabou em 2009. Foi tudo pago. O dinheiro est no FGTS. No discutimos
o que ficou para trs. Queremos parar a multa que os empresrios ainda
esto pagando. Esse dinheiro est sendo agregado ao fundo."

O projeto de lei  de autoria do ento senador Renato Casagrande (PSB),
hoje governador do Esprito Santo, e tramita desde 2007.

"O retorno da multa aos 40%  uma desonerao pontual para as empresas,
mas  importante. Contribui para diminuir o custo do trabalho", afirma
Emerson Casali, gerente da CNI.

REPASSe AOs PREOS

Enquanto as empresas defendem o fim do adicional de 10%, os
sindicalistas querem a manuteno da multa em 50% para custear um fundo
anticrise. O objetivo  usar os recursos para ajudar a manter empregos
em empresas que enfrentam dificuldades econmicas.

"O adicional de 10% j foi incorporado aos preos dos produtos
fabricados pelas empresas", diz Srgio Nobre, presidente do Sindicato
dos Metalrgicos do ABC e secretrio-geral da CUT.

Sindicalistas, empresrios e tcnicos do governo embarcam no dia 23
deste ms para a Alemanha para conhecer de perto o fundo dos
metalrgicos do pas, que serviu de inspirao para criar projeto
semelhante das centrais sindicais brasileiras.

"O fundo anticrise ajudaria a conter tambm a sangria no FGTS. Quando
ocorrem demisses, o governo gasta mais com seguro-desemprego e as
empresas perdem consumidores", diz Nobre.

(MC, CR E TS) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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criados para custear 'maior acordo do mundo' - 02/09/2012 ***
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Adicionais foram criados para custear 'maior acordo do mundo' DE SO
PAULO


"O maior acordo do mundo." Assim foi denominado o acordo, feito em 2001,
entre o governo, os empresrios e os trabalhadores (representados pelas
centrais sindicais) para repor as perdas do FGTS devido aos expurgos de
planos econmicos.

Para viabilizar o acordo, os trabalhadores abriram mo de uma parte dos
expurgos -dependendo do valor a receber. As empresas, por sua vez, foram
chamadas a colaborar com duas contribuies.

A primeira delas era de meio ponto percentual, paga sobre a remunerao
mensal devida a cada empregado.

Assim, a contribuio de 8% passou para 8,5% durante 60 meses. Foi paga
entre outubro de 2001 e dezembro de 2006 (o Supremo Tribunal Federal
decidiu que a cobrana feita no ltimo trimestre de 2001 foi ilegal).

A segunda  de dez pontos percentuais (de 40% para 50%) sobre a multa
que as empresas tm de pagar nos casos de demisses sem justa causa.

Nesse caso, a lei determinou que o pagamento seria feito por 180 meses
(15 anos) a partir de sua edio. Em 2005, esse prazo foi reduzido em
quatro anos, passando para 132 meses (11 anos).

Para custear os expurgos, que comearam a ser pagos em julho de 2002,
parte do dinheiro veio do Tesouro Nacional e do patrimnio do prprio
fundo (retorno das aplicaes dos recursos em habitao, saneamento
etc.).

Com o pagamento das contribuies adicionais das empresas, a dvida com
o Tesouro foi sendo amortizada, e o patrimnio foi reposto.

(MC) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Mercado Aberto

MARIA CRISTINA FRIAS - cristina.frias@uol.com.br



Governo de So Paulo far PPP para cinco hospitais e fbrica de remdio

O governo de So Paulo vai realizar parcerias pblico-privadas para a
construo de cinco novos hospitais estaduais e uma unidade da Furp
(Fundao para o Remdio Popular) que fabrica medicamentos.

"Sero erguidos hospitais em regies que no possuem hospital pblico,
conforme as necessidades locais", afirma o secretrio estadual da Sade,
professor Giovanni Guido Cerri.

Pelas projees, sero cerca de mil novos leitos.

Na regio de So Jos dos Campos, dada a proximidade de estradas, h
carncia de centro cirrgico de maior complexidade, voltado para as
reas de traumatologia e neurologia, afirma.

A estimativa  que tenha entre 150 e 200 leitos e custo de cerca de R$
92,5 milhes.

O novo hospital de Sorocaba, por sua vez, ser de mdia e alta
complexidade e ter perfil semelhante, com foco em ortopedia e trauma.

Alm de contar com um pronto-socorro referenciado, o novo centro
cirrgico poder fazer at transplantes, de acordo com Cerri.

Diferentemente da unidade central que j existe na cidade, o Hospital
Estadual de Sorocaba ser mais perifrico, com acesso fcil por
rodovias.

Dever contar com aproximadamente 250 leitos e representar um custo de
R$ 154 milhes.

O terceiro prdio ser o Hospital Prola Byington, que ficar na regio
central da capital, possivelmente na Nova Luz. O edifcio atual, na
avenida Brigadeiro Lus Antnio (Bela Vista)  alugado pela Secretaria e
precisa de reformulao.

Com investimentos de cerca de R$ 61,6 milhes e 200 leitos, seguir
voltado para a sade feminina, como problemas de reproduo e
decorrentes de violncia contra a mulher.

Tambm na cidade, est previsto um centro de referncia em tratamento de
olhos e ouvidos, no Hospital das Clnicas, que ter cem leitos e vai
custar R$ 127,3 milhes aproximadamente.

Por ltimo, o Vale do Ribeira, provavelmente Registro, receber um
hospital com cerca de 250 leitos e aporte de R$ 154 milhes.

OFERTA DE REMDIO

"A nova fbrica de medicamentos populares permitir o aumento da oferta
de remdios mais baratos, alm de evitar a oscilao de preo e a falta
de produtos", afirma o secretrio Cerri.

Em So Paulo, so gastos com remdios cerca de R$ 1,5 bilho do
oramento anual de R$ 10 bilhes do Estado (alm dos R$ 4 bilhes do
Ministrio da Sade).

A expectativa  que as obras se iniciem no segundo semestre de 2013 com
prazo de 24 meses para concluso, incluindo equipamentos.

O investimento dos parceiros foi calculado em R$ 490 milhes para obras
e R$ 100 milhes para aquisio de equipamentos.

Alm da injeo de recursos, para o secretrio, "a vantagem das PPPs 
dar mais agilidade na contratao e concluso das unidades porque so
tocadas por particulares com interesse na rpida concluso das obras.
Evita processo demorado de licitaes pblicas."

Pelo padro proposto, as empresas parceiras podero explorar os servios
no relacionados  rea de assistncia mdica, tais como limpeza,
lavanderia e manuteno, por exemplo, pelo prazo de 15 anos.

"Esperamos ter pronta at final de outubro ou novembro essa modelagem,
que segue formato j desenvolvido em outros pases."

O modelo est em fase final de elaborao, coordenado pelo
vice-governador Guilherme Afif Domingos.

O QUE ESTOU LENDO

Alexandre Gama, diretor de criao da BBH

"Leio muita poesia por razes pessoais e profissionais. Agora estou
lendo 'Em Alguma parte Alguma' (Jos Olympio), do Ferreira Gullar. Essa
forma literria  importante para o trabalho de texto que fao. Esse
livro do Ferreira Gullar  para ser lido aos goles, matando a sede de
surpresa que a gente tem diante da vida", diz Alexandre Gama, diretor
global de criao da agncia de publicidade BBH e presidente da Neogama
BBH.

O publicitrio comeou a ler tambm "Made to Stick" (Random House), de
Chip Heath e Dan Heath, sobre comunicao.

PRESENTE PR-PAGO

Antes mesmo de comear a operar, a Vale Presente, companhia de cartes
pr-pagos, j faz novas aquisies.

Adquiriu 50% do site de compras coletivas Ofertas e negocia com outras
quatro empresas, diz o presidente-executivo, Rodrigo Bordes.

"A sade financeira dos nossos investidores nos permite alar voos alm
da Vale Presente." A Vale recebeu R$ 30 milhes da Mastercard no ano
passado.

A ideia  formar uma holding com todas as empresas quando concluir as
transaes, diz Bordes. "Queremos ser a maior empresa de pr-pago da
Amrica Latina."

Quando comear a funcionar na segunda semana de setembro, a Vale
Presente ser a primeira a emitir cartes virtuais da bandeira
Mastercard.

com JOANA CUNHA, LUCIANA DYNIEWICZ, HELTON SIMES GOMES e LARA STAHLBERG
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calmos - 02/09/2012 ***
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Vinicius Torres Freire

Os nativos esto calmos

Pibinho no tem impacto no prestgio de Dilma, que continua a crescer
at entre adversrios

DE QUASE nenhuma parte se ouve crtica pesada ao governo de Dilma
Rousseff, com exceo da faco mais aguerrida, "terico-ideolgica",
dos economistas-padro, e da direita ideolgica, nanica.

Os inimigos internos de sua coalizo at que esto comportados, com
exceo do sindicalismo pblico, que acabou, no entanto, domado pelo
reajuste salarial sensato e pela firmeza da presidente.

O partido de Dilma Rousseff, ao menos nominalmente, est esquecido de
morder, em parte petrificado pela ameaa real de cadeia. Os
peemedebismos esto distrados com a eleio. A oposio realmente
existente (PSDB) inexiste.

O desempenho medocre da economia no suscita revoltas maiores ou
menores. Os nativos no esto inquietos: o povo est amaciado pelo
consumo que ainda aumenta. H mais demisses, mas tais avarias no
emprego so setoriais.

A economia no cresce porque no se investe e o comrcio exterior vai
mal das pernas. No ser possvel sustentar esse padro por muito mais
tempo, de consumo sem expanso quantitativa e qualitativa do
investimento e da mo de obra, mas isso  irrelevante para a poltica,
no curto prazo ao menos.

Dilma marcou pontos com os mais cticos ao bancar uma poltica econmica
heterodoxa, sem l grande viso de futuro, mas que ficou muito longe de
dar com os burros n'gua ("descontrole inflacionrio" e outras
histerias). Em vez disso, vai deixar o pas com juros e dvida pblica
relativamente baixos. No caso dos juros, contou com a "ajuda" da
conjuntura internacional (paradeira e tsunami monetrio), decerto, mas
apenas em parte.

Dilma descobriu tarde, mas descobriu, que precisava privatizar servios
pblicos. Vamos ver resultados disso apenas a partir do final de seu
governo, mas politicamente a presidente fez pontos e converteu mais
"liberais" ao seu governo.

No fim das contas, apesar da problemtica e evidente falta de
"reformas", Dilma deve entregar um setor pblico com contas quase
equilibradas, juro real por volta de 2% e dvida pblica que  um tero
da europeia ou americana. A inflao ainda ser desconfortvel, um
problema, mas contida.

Dilma conquistou a maior parte do empresariado com juros bsicos
menores, muito juro subsidiado, muita iseno setorial de imposto, muito
crdito de banco pblico, cmbio melhor e algum protecionismo.

Acelerou o programa Minha Casa, Minha Vida, para o qual a elite no liga
muito, mas que alegra o povo mido. Os programas sociais para miserveis
continuam a se expandir e a se aperfeioar, assim como os planos de
levar a pequena classe mdia e pobres para o ensino superior, coisa que
causa enorme impacto entre essas pessoas.

Apesar da adoo tardia de um plano de governo (uma descoberta, no um
projeto), Dilma praticamente no tem responsabilidade pelo Pibinho, que
em dois anos far uma mdia semelhante  dos anos FHC. Nos trs
primeiros anos, o crescimento ter sido pouco melhor que o dos anos
fernandinos.

Mas o pas vem de anos razoveis de crescimento, distribuiu um pouco
mais de renda, cuidou melhor de seus miserveis e tambm dos apenas
remediados.

Por ora, basta para acalmar os nativos.

vinit@uol.com.br Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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crise e cresce no Brasil - 02/09/2012 ***
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Entrevista - G. Lipovetsky

O luxo no conhece a crise e cresce no Brasil

PARA AUTOR FRANCS, EM CERCA DE DEZ ANOS, HAVER MARCAS BRASILEIRAS DE
ALTO PADRO MARIA PAULA AUTRAN
DE SO PAULO


O luxo no conhece a crise. E est crescendo, sobretudo nos pases
emergentes, como o Brasil. Em cerca de dez anos, haver marcas de luxo
brasileiras.  o que diz o filsofo francs Gilles Lipovetsky, autor de
"O Luxo Eterno", que esteve no Brasil para participar do evento "The New
World of Luxury".

Para Lipovetsky, o luxo  hoje mais bem-estar do que marca. "At quem
mora na favela conhece e deseja marcas de luxo. O 'hiperconsumidor' no
quer somente comer ou se vestir".

O filsofo diz que as pessoas compram porque a sociedade atual no
suporta a repetio, precisa de novidade e o consumo  novidade sem
risco, traz excitao.

-

Folha - O que  o luxo hoje?

Gilles Lipovetsky - Hoje  mais importante falar da diversidade do luxo
do que sobre o que ele . H diferentes estgios de luxo.

O desenvolvimento do premium, por exemplo, no  o luxo inacessvel. Ao
mesmo tempo,  algo caro, de boa qualidade.

Isso  o mais caracterstico dessa poca. Diferenciao da definio e
nova combinao do luxo com artesanato, arte e moda.

 mais a experincia?

O consumo de luxo vai se desenvolver muito nas coisas que favorecem o
momento, o bem-estar.

Por que uma mulher decide ir a um belo hotel com spa? Por causa do
bem-estar. Os produtos para pele no so para ostentao, mas para
seguir jovem.  mais importante parecer jovem que rica.

No Brasil, as mulheres so particularmente muito sensveis a essa
questo. Muitas me falam que, com 40 anos, esto velhas. Na Europa, no.

Hoje o luxo est nos restaurantes, no vinho, nos cosmticos, nas viagens
no turismo. No  uma bolsa Gucci.

Com a ascenso da classe mdia no Brasil e nos outros emergentes, o que
muda?

O pblico do mercado de luxo explodiu em nvel mundial. E, cada vez
mais, h pessoas muito ricas e tambm uma classe mdia na China, na
Rssia, no Brasil e na frica. O resultado  que as cifras do mercado de
luxo mundial dobraram entre 1995 e 2007.

Nos pases emergentes, se usa luxo por valorizao social. Na Europa, 
algo mais emocional. Nos emergentes, ele  marcado pela ostentao, mas
tambm h o pblico que quer coisas mais emocionais. Ser uma mistura.

O alto luxo vai mudar de cara com a classe mdia?

Sim. Nos anos 1950/60, o salmo era muito caro. Depois todos podiam
compr-lo. Logo veio o salmo selvagem, que custava o triplo. A difuso
das marcas no as mata; voc recria a raridade com preos maiores.

E h o exemplo das parcerias de grandes nomes com lojas populares.

Essa  a novidade do luxo e todo mundo ganha com isso. A H&M
[multinacional de roupas] com Lagerfeld, por exemplo: a loja fez uma
publicidade enorme e Lagerfeld, o criador de alto luxo, mostra que
tambm  capaz de fazer coisas muito populares.

 o contrrio de tudo o que ensinam nas escolas de negcios.

Voc disse que haver marcas brasileiras de luxo em cerca de dez anos.
Como isso vai acontecer?

No sou um homem de negcios, mas h muitos modelos. H a indstria
brasileira de produtos de cosmticos, que j  de muito boa qualidade.

E h as grandes marcas ocidentais que querem vir para o Brasil e vo
trabalhar com criadores brasileiros.

Ou o modelo da Herms na China, que criou uma marca chinesa l. Tudo 
possvel, o luxo muda.

A Armani, por exemplo, no  velha. Tem 30, 40 anos e, nesse tempo,
criou uma marca de luxo mundial.

Por que os brasileiros no poderiam fazer?

Dos Brics, qual  o mais promissor no mercado do luxo?

Acho que  a China, pelo tamanho. Os chineses so os primeiros
consumidores do mundo de produtos de luxo.

O Brasil tem um enorme potencial. O luxo no conhece a crise. Houve a
crise do subprime e, seis meses depois, ela ficou para trs.

Os especialistas dizem que em dez ou vinte anos o mercado de luxo ter
um crescimento anual de 7% a 9% no mundo. Texto Anterior | Prximo Texto
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Entrevista - G. Lipovetsky

O luxo no conhece a crise e cresce no Brasil

PARA AUTOR FRANCS, EM CERCA DE DEZ ANOS, HAVER MARCAS BRASILEIRAS DE
ALTO PADRO MARIA PAULA AUTRAN
DE SO PAULO


O luxo no conhece a crise. E est crescendo, sobretudo nos pases
emergentes, como o Brasil. Em cerca de dez anos, haver marcas de luxo
brasileiras.  o que diz o filsofo francs Gilles Lipovetsky, autor de
"O Luxo Eterno", que esteve no Brasil para participar do evento "The New
World of Luxury".

Para Lipovetsky, o luxo  hoje mais bem-estar do que marca. "At quem
mora na favela conhece e deseja marcas de luxo. O 'hiperconsumidor' no
quer somente comer ou se vestir".

O filsofo diz que as pessoas compram porque a sociedade atual no
suporta a repetio, precisa de novidade e o consumo  novidade sem
risco, traz excitao.

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Folha - O que  o luxo hoje?

Gilles Lipovetsky - Hoje  mais importante falar da diversidade do luxo
do que sobre o que ele . H diferentes estgios de luxo.

O desenvolvimento do premium, por exemplo, no  o luxo inacessvel. Ao
mesmo tempo,  algo caro, de boa qualidade.

Isso  o mais caracterstico dessa poca. Diferenciao da definio e
nova combinao do luxo com artesanato, arte e moda.

 mais a experincia?

O consumo de luxo vai se desenvolver muito nas coisas que favorecem o
momento, o bem-estar.

Por que uma mulher decide ir a um belo hotel com spa? Por causa do
bem-estar. Os produtos para pele no so para ostentao, mas para
seguir jovem.  mais importante parecer jovem que rica.

No Brasil, as mulheres so particularmente muito sensveis a essa
questo. Muitas me falam que, com 40 anos, esto velhas. Na Europa, no.

Hoje o luxo est nos restaurantes, no vinho, nos cosmticos, nas viagens
no turismo. No  uma bolsa Gucci.

Com a ascenso da classe mdia no Brasil e nos outros emergentes, o que
muda?

O pblico do mercado de luxo explodiu em nvel mundial. E, cada vez
mais, h pessoas muito ricas e tambm uma classe mdia na China, na
Rssia, no Brasil e na frica. O resultado  que as cifras do mercado de
luxo mundial dobraram entre 1995 e 2007.

Nos pases emergentes, se usa luxo por valorizao social. Na Europa, 
algo mais emocional. Nos emergentes, ele  marcado pela ostentao, mas
tambm h o pblico que quer coisas mais emocionais. Ser uma mistura.

O alto luxo vai mudar de cara com a classe mdia?

Sim. Nos anos 1950/60, o salmo era muito caro. Depois todos podiam
compr-lo. Logo veio o salmo selvagem, que custava o triplo. A difuso
das marcas no as mata; voc recria a raridade com preos maiores.

E h o exemplo das parcerias de grandes nomes com lojas populares.

Essa  a novidade do luxo e todo mundo ganha com isso. A H&M
[multinacional de roupas] com Lagerfeld, por exemplo: a loja fez uma
publicidade enorme e Lagerfeld, o criador de alto luxo, mostra que
tambm  capaz de fazer coisas muito populares.

 o contrrio de tudo o que ensinam nas escolas de negcios.

Voc disse que haver marcas brasileiras de luxo em cerca de dez anos.
Como isso vai acontecer?

No sou um homem de negcios, mas h muitos modelos. H a indstria
brasileira de produtos de cosmticos, que j  de muito boa qualidade.

E h as grandes marcas ocidentais que querem vir para o Brasil e vo
trabalhar com criadores brasileiros.

Ou o modelo da Herms na China, que criou uma marca chinesa l. Tudo 
possvel, o luxo muda.

A Armani, por exemplo, no  velha. Tem 30, 40 anos e, nesse tempo,
criou uma marca de luxo mundial.

Por que os brasileiros no poderiam fazer?

Dos Brics, qual  o mais promissor no mercado do luxo?

Acho que  a China, pelo tamanho. Os chineses so os primeiros
consumidores do mundo de produtos de luxo.

O Brasil tem um enorme potencial. O luxo no conhece a crise. Houve a
crise do subprime e, seis meses depois, ela ficou para trs.

Os especialistas dizem que em dez ou vinte anos o mercado de luxo ter
um crescimento anual de 7% a 9% no mundo. Texto Anterior | Prximo Texto
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Raio-X: Gilles Lipovetsky



IDADE

68

ORIGEM

Frana

ATUAO

Filsofo

OBRAS

"O Luxo Eterno"

"O Imprio do Efmero" Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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Dilma - 02/09/2012 ***
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Os combatentes de Dilma

Grupo de dez assessores de Dilma formula os projetos e os submete a uma
saraivada de crticas; s os "sobreviventes" saem do forno NATUZA NERY
DE BRASLIA


"Eu vou dar uma de Arno Agustin [secretrio do Tesouro] e mudar de
posio para concordar com a presidente", brincou o economista Bernardo
Figueiredo, um dos principais nomes do Executivo, escolhido para ser o
presidente da poderosa Empresa de Planejamento e Logstica.

A provocao levou aos risos o grupo que hoje opina sobre a
infraestrutura do governo Dilma Rousseff.

Trata-se do time de "espancadores" da Esplanada, aquele que h mais de
trs meses vem montando um novo modelo de concesses nas reas de
portos, aeroportos, energia, rodovia e ferrovia.

O nome do grupo faz aluso ao hbito da presidente de somente tirar um
projeto do forno se este sobreviver a uma "sova" sistemtica de
crticas.

O desafio no  pequeno: a transferncia de obras e servios 
iniciativa privada  vista como essencial para dinamizar a economia e
dar conta dos investimentos.

Alm de definir o destino de diversos setores cruciais, as reunies
ilustram como as decises so tomadas.

Quando a presidente est fora, as discusses so mais longas e menos
objetivas.

Quando ela est presente, os encontros so mais focados, e tambm mais
tensos. No raro, uma proposta execrada durante semanas volta  lista de
medidas provveis.

Os debates presidenciais tem duas fases: a do "corredor polons", ou
hora da bronca, e a "sesso tric", quando Dilma costuma notar o sapato
novo de um, a gravata repetida do outro ou contar uma piada para
relaxar.

"MACAQUINHOS"

"Mostre isso ao Mrio Veiga", ordenou Dilma ao grupo. Trata-se de um
ex-assessor hoje fora do governo, mas sempre chamado a opinar nas
discusses sobre energia.

Em uma das reunies, ele exibiu um vdeo em que dois macacos so
alimentados. O primeiro ganha um pepino. O segundo, uma uva.

Quando o animal percebe que o vizinho ganha a fruta, joga irritado o
pepino no cho e agita a gaiola.

Moral da histria: se a conta de luz cair s ara um setor, o outro ir
reclamar.

A metfora surtiu efeito, e hoje o Planalto estuda reduzir encargos
federais tanto da indstria quanto do consumidor domstico.

Certa vez, Paulo Srgio Passos (Transportes) reclamava do vazamento do
plano para a imprensa. Foi logo cortado: ", Paulinho, aqui quem no
pode vazar  voc. Eu posso". Todos riram.

Em outra, a presidente cancelou abruptamente uma reunio ao ver Passos
lendo um calhamao de planilhas.

A cena entrou para os registros do Palcio como "a reunio mais rpida
do Oeste", e o ministro ganhou um codinome: "30 segundos".

Dilma  famosa pelas broncas, mas gosta de chiste. "Arno  filho de pai
rico", costuma brincar. Tambm provoca seu ministro da Fazenda: "Sabiam
que o Guido era muito namorador?".

ESPANCADOS

Ningum, porm,  imune ao "corredor polons".

O ministro da Aviao Civil, Wagner Bittencourt, tinha lugar cativo l
desde o leilo de Guarulhos, Braslia e Viracopos, uma das maiores
frustraes do governo.

Semana passada, foi promovido. Diante de toda a equipe, Dilma fez um
desagravo ao auxiliar. No encontro, os "espancadores" se surpreenderam:
pela primeira vez, em meses, ela no brigou com quem defendeu a
concesso de Galeo e Confins, assunto at ento proibido.

Talvez um sinal de que o vento possa soprar de novo pela privatizao.

Dilma no gosta da anttese "privatista" e "estatizante" para definir as
posies de sua equipe. Isso, porm, no impede gracejos.

"Vim reforar a bancada neoliberal", ironizou Nelson Barbosa, o nmero
dois da Fazenda.  apontando como a anttese do colega Arno Agustin.
Este, alis, foi um dos primeiros a concordar com a chefe sobre o fim
das concesses de aeroportos.

Diz-se, inclusive, que Arno nunca discorda da chefe. Quando ouviu a
provocao de Figueiredo, saiu-se com essa: "Vou instituir multa para
quem mudar de posio". Todos riram. Inclusive Dilma. Texto Anterior |
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negcio e se ampliam no Brasil - 02/09/2012 ***
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Lutas de MMA viram negcio e se ampliam no Brasil

Sucesso norte-americano tem mais de 30 verses nacionais, que atraem
pblico, patrocnios e TV

Torneios da modalidade chegam a movimentar R$ 500 mil na venda de
ingressos e em aes de marketing




 Fotos Daniel Marenco/Folhapress 
[O promotor de lutas Antnio Tolentino, 35,  cercado por &#145;ring girls&#146; em uma feira do setor;  direita, lutadores se enfrentam em ringue em clube do Rio de Janeiro] 
O promotor de lutas Antnio Tolentino, 35,  cercado por &#145;ring
girls&#146; em uma feira do setor;  direita, lutadores se enfrentam em
ringue em clube do Rio de Janeiro

FABIO BRISOLLA
DO RIO


O sucesso das lutas do UFC virou referncia para um circuito de torneios
que se alastra em territrio nacional.

Inspirados no formato americano do "Ultimate Fighting Championship", que
alou  fama atletas como Anderson Silva e Jnior Cigano, promotores
brasileiros investem em campeonatos prprios de MMA, sigla em ingls da
modalidade chamada de Artes Marciais Mistas.

Cada edio movimenta entre R$ 200 mil e R$ 500 mil em patrocnios e
vendas de ingressos.

As verses nacionais somam mais de 30 marcas distintas, invariavelmente
batizadas com estrangeirismos como nos casos de "Jungle Fight", "Watch
Out Combat Show" e "Bitetti Combat". O alcance desta safra de produes
pode ser visto na TV.

Especializado em lutas, o canal Combate, da Globosat, j destina mais da
metade de sua programao a eventos locais. Das 73 competies agendadas
ao longo de 2012, 42 delas so promovidas por empresrios brasileiros.

"Os futuros dolos do MMA surgem nos eventos nacionais", diz Pedro
Garcia, diretor geral do canal Combate, ao justificar o investimento em
atraes mais modestas.

O canal a cabo tem os direitos sobre todas as disputas do UFC. Mas o
marco na divulgao do esporte veio com a entrada da TV Globo, que
passou a exibir as lutas em 2011.

Apenas na Grande So Paulo, em mdia, 900 mil residncias acompanham as
transmisses da emissora nas madrugadas de pancadaria.

"O UFC impulsionou a luta de uma maneira geral. Quem gosta de UFC acaba
se interessando tambm por outros eventos", avalia o ex-lutador Andr
Pederneiras, 45, que organizou a 33 edio do torneio Shooto dentro do
Batalho de Choque da Polcia Militar do Rio de Janeiro.

"Escalei para lutar trs policiais do Bope (Batalho de Operaes
Especiais) e dois da tropa de choque da PM."

Para entender o crescimento da popularidade do MMA no Brasil, uma boa
referncia  a carreira de Anderson Silva, o campeo da categoria peso
mdio.

"Ele tinha poucos patrocinadores, todos ligados a equipamentos de luta.
Os valores eram 1/50 dos atuais. Hoje, ele tem contratos com grandes
anunciantes. O Anderson saiu do microcosmo que habitava para entrar num
universo de marcas populares", avalia Evandro Guimares, diretor de
operaes da 9ine, agncia responsvel pelo gerenciamento da carreira do
atleta.

Antnio Tolentino, 35, tambm  famoso. Em Belford Roxo, municpio da
Baixada Fluminense, na regio metropolitana do Rio.

Conhecido como Gringo, ele organizou um torneio de MMA numa casa de
shows da regio (um tradicional endereo de shows de pagode), que reuniu
11 mil pessoas.

Seu cartel de lutas produzidas  pequeno. Foram quatro edies do
"Gringo Super Fight" em seis anos.

Os planos, no entanto, so ambiciosos. Quer fazer uma competio para 20
mil pessoas em uma casa noturna da Barra da Tijuca, na zona oeste do
Rio, em janeiro de 2013.

"No  s botar um ringue. Precisa fazer algo diferente. Promover um
show. Por isso, as pessoas me chamam de Dana White da Baixada", diz
Gringo, citando o poderoso chefo do UFC.

NA INTERNET Veja galeria de fotos das verses nacionais das lutas de MMA
em folha.com/fg9223 Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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Frase



"Anderson Silva tinha poucos patrocinadores, todos ligados a
equipamentos de luta. Os valores eram 1/50 dos atuais. Hoje, ele tem
contratos com grandes anunciantes. Ele saiu do microcosmo que habitava"

EVANDRO GUIMARES diretor da 9Nine, empresa que agencia o lutador
brasileiro campeo no peso mdio Texto Anterior | Prximo Texto | ndice
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aproveitam a boa fase do esporte - 02/09/2012 ***
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Academias de luta aproveitam a boa fase do esporte DO RIO


O interesse do pblico pelo MMA refletiu tambm sobre o mercado das
academias. Nos centros de treinamento associados a lutadores
profissionais, chama a ateno o aumento do nmero de matrculas.

"H seis meses nossa academia tinha 86 alunos. Na contagem mais recente
o nmero saltou para 536 pessoas", diz Eric Lobo, que divide o comando
da academia Team Nogueira com os irmos lutadores Rodrigo Minotauro e
Rogrio Minotouro, dois dolos do esporte.

Localizada no bairro do Recreio, zona oeste do Rio, a Team Nogueira j
comeou um processo de expanso.

"Teremos 15 franquias espalhadas pelo pas at o fim do ano", avisa
Lobo.

Outra grife do MMA brasileiro  a Brazilian Top Team, equipe de
competio liderada pelo ex-campeo de jiu-jtsu Murilo Bustamante.

Alm de orientar seus atletas nas lutas no octgono, ele coordena o
ensino da modalidade em uma academia prpria no Rio e nas afiliadas.

"O Brazilian Top Team foi criado h 12 anos. Quando houve a exploso do
UFC no Brasil, eu j estava bem posicionado", afirma Bustamante, que
estabeleceu uma idade mnima para o aprendizado de MMA.

"A procura aumentou muito, por causa do UFC e at mesmo dos jogos de
luta em videogames. A garotada j quer comear no MMA, mas s permitimos
a prtica aos maiores de 14 anos. Antes disso, encaminhamos para outras
modalidades de luta." Texto Anterior | Prximo Texto | ndice |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - 'No quero ser
rotulado pelo smbolo da reciclagem' - 02/09/2012 ***
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'No quero ser rotulado pelo smbolo da reciclagem'

Designer que criou o tringulo de 3 setas diz que marca demorou a pegar

Desenho foi feito para vencer concurso; arquiteto diz que regras
ambientais em excesso sufocam a inovao GARY ANDERSON
DEPOIMENTO PARA O FINANCIAL TIMES


Estudei engenharia na Universidade do Sul da Califrnia em um perodo
nos EUA em que treinar jovens engenheiros era uma prioridade.

Foi nos anos que se seguiram ao Sputnik, e a filosofia era a de que o
pas corria risco de ficar para trs da Rssia na arena tcnica.

Isso posto, acabei trocando de curso e fui estudar arquitetura, que era
mais tangvel. Formei-me em 1971, e entrei no mestrado.

Foi mais ou menos nessa poca que vi um cartaz divulgando um concurso
para criar um smbolo que representasse o papel reciclado. Um dos meus
cursos havia sido de design grfico, por isso achei que podia arriscar.

No demorei muito a criar meu design -um dia ou dois. Odeio admitir, mas
j tinha feito uma apresentao sobre papel reciclado e criado um
grfico do fluxo da gua, por isso j tinha em mente as setas, arcos e
ngulos.

O problema com meu design inicial era que ele parecia chato,
bidimensional.

Quando decidi me inscrever no concurso, lembrei de uma visita que tinha
feito com a escola  grfica de um jornal, onde vimos o papel acomodado
queles grandes rolos de impresso.

Aquela imagem me inspirou -as trs setas de meu esboo final pareciam
tiras de papel. Eu as desenhei a lpis, depois tracei os contornos com
tinta preta. Hoje, com os softwares grficos,  raro um design seco como
aquele.

Se me entusiasmei? Bem, sim -mas no muito. Acho que, quela altura da
vida, eu me achava importante demais. Parecia-me evidente que ganharia o
concurso!

Quando conclu meus estudos, que queria trabalhar com planejamento
urbano e me mudei para Los Angeles.

Realmente minimizava minha vitria naquele concurso. Tinha medo de que
ela me fizesse parecer mais um designer que um planejador urbano. Nem a
mencionava em meu currculo.

O smbolo tampouco ganhou fora na hora. Lembro de t-lo visto na fatura
de um banco, mas depois ele desapareceu. Anos depois, em certo vero,
viajei a Amsterd de frias, e jamais vou me esquecer: ao desembarcar do
avio, vi o meu smbolo, em um grande receptculo para reciclagem em
formato de iglu.

E o desenho era enorme! Fiquei realmente impressionado: tinha tirado
aquele smbolo da memria por anos, e l estava ele, na minha cara.

Isso aconteceu h muito tempo. Depois, fiz meu doutorado e trabalhei
para algumas empresas.

No momento, comando a filial de Baltimore de uma pequena companhia que
trabalha para o Departamento de Defesa, o que  estranho, porque, quando
jovem, eu no gostava dos militares.

Com relao ao movimento ambiental, tenho de admitir que minha carreira
em geral esteve mais concentrada em pagar as contas.

No meu trabalho  ocasionalmente frustrante esbarrar em regulamentaes
ambientais. No me entenda mal:  bom que elas existam. Mas excesso de
regulamentao pode sufocar a inovao.

Hoje, me sinto mais prximo ao smbolo da reciclagem do que no passado.

Talvez ele seja parte maior do que eu imaginava de minha contribuio ao
mundo, mas ainda assim no gosto de imaginar que toda a minha vida de
trabalho ser definida por ele.

Fiz mais do que criar o smbolo da reciclagem.

Texto de Katie Engelhart , traduo de Paulo Migliacci Texto Anterior |
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fbrica que custa 3 vezes o seu PIB - 02/09/2012 ***
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O Brasil que mais cresce

Imperatriz atrai fbrica que custa 3 vezes o seu PIB

Segunda maior cidade do Maranho recebe primeira grande indstria e, com
ela, cadeia de fornecedores

Para trabalhar nas obras, 4.500 pessoas receberam capacitao; empresa
de celulose investe R$ 5,8 bilhes TATIANA FREITAS
ENVIADA ESPECIAL A IMPERATRIZ (MA)


Aos 160 anos, a cidade de Imperatriz -a segunda maior do Maranho-
receber sua primeira grande indstria.

No quarto trimestre de 2013, a Suzano Papel e Celulose inaugura no
municpio uma fbrica que vai praticamente dobrar o seu tamanho.

Hoje, a Suzano tem capacidade para produzir 1,9 milho de toneladas de
celulose por ano. A nova unidade, sozinha, fabricar 1,5 milho.

" o maior projeto do setor em construo no mundo", diz Ernesto
Pousada, diretor de operaes da Suzano. A unidade Eldorado, que 
erguida pela J&F em Gois, tem a mesma capacidade.

Para um projeto gigantesco, cifras elevadas. A Suzano investe R$ 5,8
bilhes em Imperatriz -quase trs vezes o PIB do municpio, de R$ 2
bilhes em 2009, segundo os dados mais recentes do IBGE.

Com a Suzano, a cidade atrai outros investimentos. Pelo menos trs
multinacionais fornecedoras da companhia se instalaro na cidade.

No ano que vem, a finlandesa Metso, responsvel pelo projeto de
engenharia, abrir uma unidade para manuteno e assistncia tcnica da
fbrica de celulose.

A Eka Chemicals, brao da holandesa AkzoNobel, investir R$ 179 milhes
numa unidade de produtos qumicos.

Tambm do setor qumico, a francesa Air Liquide monta uma unidade de
produo de gases em Imperatriz, com aporte de R$ 128 milhes. Metade da
produo vai para a Suzano. Os outros 50% sero vendidos a indstrias de
outros setores e  rea mdica.

"Teremos excedente para atender a demanda do Norte e Nordeste, que esto
crescendo muito e so carentes de produtores locais", diz Marcelo
Fioranelli, diretor-geral da Air Liquide.

O prefeito de Imperatriz, Sebastio Madeira (PSDB), diz que o
empreendimento tambm movimenta a construo civil e servios. "Vinte e
seis prdios esto em construo na cidade."

Neste ms, um shopping com 180 lojas ser inaugurado. Em 2013, sete
cursos de ensino superior sero abertos.

CAPACITAO

Cerca de 600 quilmetros distante da capital So Lus, Imperatriz
cresceu lentamente aps a construo da rodovia Belm-Braslia, em 1958.

Entre Belm, Braslia, Palmas e So Lus, Imperatriz se desenvolveu como
entroncamento comercial. O resultado  uma economia concentrada em
servios, responsvel por 75% do PIB.

Sem histrico de atividade industrial, faltou mo de obra especializada
para a Suzano.

Para formar profissionais, a empresa patrocina cursos no Senai nas reas
de construo civil, montagem industrial e servios. Mais de 4.500
pessoas j foram treinadas e, dessas, 3.000 foram contratadas para
trabalhar na obra ou por outras empresas da regio.

Para a operao, a companhia montou um curso tcnico em celulose em
parceria com o Instituto Federal do Maranho. De 226 formandos, 116
esto sendo treinados em outras unidades da Suzano. No final de 2013,
estaro aptos a operar sozinhos as mquinas de Imperatriz.

A reprter TATIANA FREITAS viajou a Imperatriz a convite da Suzano Texto
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Srie mostra regies
bem desenvolvidas - 02/09/2012 ***
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Crescimento

Srie mostra regies bem desenvolvidas

A srie de reportagens, iniciada em maro, enfoca municpios ou regies
do Brasil que so ilhas de excelncia e se desenvolvem em ritmo
acelerado.

Leia as reportagens publicadas folha.com/brasilquecresce Texto Anterior
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Localizao favorece
a cidade, mas logstica  precria - 02/09/2012 ***
Transcrita em 2/9/2012






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Localizao favorece a cidade, mas logstica  precria DA ENVIADA A
IMPERATRIZ (MA)


Entre as 23 cidades analisadas pela Suzano para a construo de sua nova
fbrica, Imperatriz foi eleita pela facilidade para exportao.

As cargas no rodaro um quilmetro sequer sobre rodas. Todo o
transporte ser feito por ferrovias at o porto de Itaqui, em So Lus,
de onde seguir para EUA e Europa, destino de metade das exportaes da
empresa.

"Estamos quatro dias mais prximos desses mercados", diz Ernesto
Pousada, diretor de operaes da Suzano.

Os outros destinos da celulose, como a China e o mercado interno, sero
atendidas por outras fbricas da empresa em So Paulo e na Bahia.

Segundo ele, o baixo custo logstico foi o principal motivo para a
escolha de Imperatriz. Tambm pesou o incentivo fiscal. A empresa ter
reduo de 75% da alquota de IR por dez anos.

Se para a Suzano a logstica de Imperatriz favoreceu -embora ela precise
construir um trecho de 28 quilmetros de ferrovias para chegar at a
Norte-Sul-, para os moradores de Imperatriz a infraestrutura ainda 
precria.

A rodovia Belm-Braslia, que passa no meio da cidade, precisa de
duplicao no trecho urbano. "Temos cem mil veculos cadastrados e um
adicional de 30 mil veculos de fora que transitam pela cidade todos os
dias.  uma cidade mdia com o trnsito j enlouquecido", diz o prefeito
Sebastio Madeira.

"Imagine como ser quando a Suzano transportar diariamente 450 carretas
articuladas por essa avenida que j est congestionada", afirma.

A prefeitura reivindica a incluso da duplicao do trecho urbano da
rodovia no PAC (Programa de Acelerao do Crescimento). Texto Anterior |
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Rede japonesa dispara
com linha bsica e cor berrante - 02/09/2012 ***
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Rede japonesa dispara com linha bsica e cor berrante

Com faturamento de US$ 10 bilhes, marca Uniqlo se torna a 4 do mundo

Estratgia vital para a empresa  crescer mais na sia e nos EUA; loja
da Quinta Avenida (NY) sucesso entre turistas RAUL JUSTE LORES
DE NOVA YORK


Quando o homem mais rico do Japo, Tadashi Yanai, afirmou no ano passado
que sua rede Uniqlo se tornaria a maior varejista de roupas do mundo at
2020, o setor levou muito a srio.

Em menos de uma dcada de internacionalizao, a Uniqlo se tornou a
quarta rede do mundo em faturamento, prximo a US$ 10 bi, abaixo apenas
de H&M, Zara e Gap. Em 2006, o faturamento era de US$ 4 bi.
Percentualmente,  a que mais cresce entre as quatro grandes.

Por causa do mercado saturado e estagnado no Japo, a estratgia vital
para a empresa  crescer mais na sia e nos EUA e se ater s peas mais
bsicas do vesturio.

A maior loja da rede, que  a maior na Quinta Avenida de Nova York,
tornou-se ponto de peregrinao para turistas brasileiros em compras.

Vice-presidente do conglomerado Fast Retailing, que controla a Uniqlo,
Shin Odake, 49, explicou  Folha a estratgia da marca.

"Apesar de prestarmos ateno nas tendncias, no as seguimos tanto
quanto Zara ou H&M. O que ns buscamos  o bsico perfeito. Queremos
vestir da vov  fashionista. Todo mundo quer um jeans, uma polo, uma
camiseta perfeitas", explica.

Foi apostando no bsico que a Uniqlo cresceu justamente nos anos 1990 e
2000, auge da estagnao econmica japonesa. "Compra-se o bsico sempre,
com ou sem crise", acrescenta.

No final de setembro, a Uniqlo Kids chega aos EUA Para garantir os
preos, quase toda a produo  feita na China. Mas no que eles mais
investem  nos materiais.

"Temos acordos com grandes fornecedores japoneses, cientistas,
universidades. A cada dois anos, deixamos nosso polister mais fino ou
tentamos descobrir um material melhor", conta.

A coleo que mais vende na rede  chamada de Heattech [tecnologia do
calor]. So peas para se usar por baixo em dias de frio, que se parecem
a pijamas que praticamente colam na pele -chamadas de trmicas.

Outra assinatura da marca  a variedade de cores, normalmente berrantes,
de todas as peas. H dezenas de cores para suas meias, cuecas e
camisetas, de verde limo a azul turquesa, passando por rosa-choque e
vrios tons de roxo ou marrom.

"Como trabalhamos com peas de preo baixo, os consumidores podem
experimentar e comprar cores para arriscar um pouco", conta.

POPULARES

Apesar das cores pouco convencionais, as peas da Uniqlo se
popularizaram tanto no Japo por vrios anos que elas se tornaram
sinnimo de padronizao e caretice. Para a expanso internacional, alm
das megalojas modernosas, a marca est investindo em diferenciais.

Em 2009, contratou a estilista minimalista alem Jil Sander para
desenhar peas exclusivas.

J nas trs lojas de Nova York, por exemplo, h uma srie de camisetas
estampadas com todos os cartazes dos filmes de David Lynch, um agrado
aos fashionistas.

A discrio japonesa abraou a cultura de celebridades e vrias delas
foram  abertura da megaloja na Quinta Avenida, das atrizes Susan
Sarandon e Ludivine Sagnier  cantora Sharon Jones. Na semana passada, o
tenista Novak Djokovic jogou tnis e deu autgrafos na loja.

"Somos internacionais e japoneses, e a imagem de capricho e servio
atencioso ligados ao Japo nos ajuda muito", diz Odake. O Brasil,
segundo ele, ainda vai esperar pela expanso da marca. Texto Anterior |
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Brasil, mas ainda descarta o pas - 02/09/2012 ***
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Marca 'namora' o Brasil, mas ainda descarta o pas DE NOVA YORK


Centenas de brasileiros visitam diariamente o maior smbolo da expanso
da rede Uniqlo, um imvel de cinco andares e 8.300 metros quadrados, a
maior loja de roupas da novaiorquina Quinta Avenida.

Entre dezenas de teles de LED de alta definio, com comerciais feitos
no Japo por videoartistas e muito mang, pode-se comprar uma camiseta
de algodo por US$ 8 (R$ 16), uma camisa polo por US$ 12 (R$ 24), mas
principalmente peas da coleo ultrafina Airism, lanada em maio, antes
do incio do vero americano.

"No esfria  noite no Brasil?", pergunta o vice-presidente da Uniqlo
que dirige a operao nos Estados Unidos, Shin Odake.

FORA DO MAPA

Apesar do recente reconhecimento da marca entre os turistas brasileiros,
a multinacional japonesa ainda no tem data para comear uma operao
brasileira.

"Estamos abrindo uma mdia de 100 lojas por ano na China e quase 100 na
Coreia at 2015", conta Odake  Folha . A marca tambm deve abrir 30
lojas nos EUA no ano que vem.

"No h tanto recurso disponvel assim, ento precisamos nos focar. O
Brasil  importantssimo para qualquer estratgia global, mas no temos
parceiros l".

Na Coreia, a empresa se associou a uma rede varejista local.

O que analistas do varejo dizem  que a Uniqlo est se reforando na
sia, no s pelo crescimento econmico do continente, mas pelas
investidas das concorrentes Zara e H&M em seu territrio.

A rede est abrindo lojas nas Filipinas, Indonsia, Tailndia e Taiwan
onde, segundo Odake, "a cultura japonesa e suas referncias j tm um
bom apelo pop".

(RJL) Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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escala semanal e estreia colunistas - 02/09/2012 ***
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O texto abaixo contm um Erramos, clique aqui para conferir a correo
na verso eletrnica da Folha de S.Paulo.

Caderno reformula escala semanal e estreia colunistas

Samuel Pessa, pesquisador da FGV, escreve aos domingos, e Marcelo
Miterhof, do BNDES, s quintas

Mudana reequilibra assuntos das colunas, aps "Mercado" passar tambm a
publicar macroeconomia DE SO PAULO


Com a coluna de Samuel Pessa  pgina B11, a Folha inicia hoje a
publicao regular de novos colunistas no caderno "Mercado".

Pessa, 49, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV,
fsico e doutor em economia pela USP, escrever semanalmente, aos
domingos. Pretende tratar de conjuntura econmica e, como hoje, de
crescimento.

Tambm pretende abordar poltica, quando houver interao com economia.

Na prxima quinta, o economista Marcelo Miterhof, 38, assessor da
presidncia do BNDES, onde  funcionrio de carreira, tambm passa a
escrever semanalmente.

De modo geral, vai discutir as aes econmicas "de acordo com as vises
mais liberais e mais intervencionistas",  direita e  esquerda.
Sublinha que seus textos "no vo refletir necessariamente a opinio do
BNDES". Tambm pretende abordar temas ligados  qualidade de vida, como
transporte pblico e infraestrutura.

Alm de Pessa e Miterhof, o economista Alexandre Schwartsman, professor
do Insper e ex-diretor do Banco Central, que hoje escreve quinzenalmente
no caderno, passa a publicar sua coluna todas as quartas-feiras.

E a senadora Ktia Abreu (PSD-TO), presidente da CNA (Confederao da
Agricultura e Pecuria do Brasil), que j escrevia quinzenalmente,
passar a publicar coluna semanal aos sbados. Texto Anterior | Prximo
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esperado - 02/09/2012 ***
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Samuel Pessa

PIB pior do que o esperado

A retomada vir pela maior demanda domstica; assim, o setor de servios
liderar o crescimento brasileiro

Na sexta-feira o IBGE divulgou o resultado das contas nacionais
trimestrais. O principal nmero esperado pelos analistas e investidores
 a taxa de crescimento do PIB do segundo trimestre ante o primeiro, j
corrigida da sazonalidade. O crescimento foi de 0,41%, o que significa
aumento anualizado de 1,63%, no muito diferente das expectativas de
mercado para o avano em 2012 em comparao ao nvel mdio do PIB em
2011. O resultado foi um pouco abaixo das expectativas.

Quando olhamos a composio do crescimento do PIB, o problema  que no
parece que houve alterao das dinmicas que tm caracterizado a
economia brasileira de 2010 para c. Em seguida  forte recuperao em
2009, quando a indstria, a agricultura e os servios se recuperaram, a
partir do primeiro trimestre de 2010 a indstria passou a andar de lado.

A parada da indstria  simultnea  parada das economias do Atlntico
Norte, que tambm perderam dinamismo em seguida a uma recuperao que
poderia ter tido maior flego. Com se sabe, diversos problemas na Europa
e nos EUA impediram a plena retomada dessas economias e, assim, metade
da economia mundial patina desde ento.

As dificuldades dos pases desenvolvidos atingiram diretamente nossa
economia. Por um lado, a demanda mundial por bens manufaturados caiu
muito e, por outro, apareceu um excedente exportvel nas economias
centrais que passou a ser direcionado para o nosso mercado.

O reequilbrio da economia mundial a partir de 2010 teve dois impactos
sobre nossa economia. Primeiro, a fortssima reduo dos preos dos bens
manufaturados -consequncia do excesso de oferta desses bens no mercado
externo- permitiu estabilizar a inflao brasileira, mesmo que um pouco
acima do centro da meta, com juro real muito mais baixo do que o perodo
anterior  crise de 2008. Esse  o efeito colateral positivo do excesso
de oferta mundial de manufaturados.

O efeito colateral negativo foi um padro de crescimento liderado pelo
setor de servios que explica parte da reduo de dinamismo da economia
e, principalmente, explica as dificuldades da indstria de
transformao.

Em meados do ano passado apareceram dinmicas internas que produziram
reduo adicional na demanda domstica, fato no muito comum em nossa
economia, que normalmente se defronta com situaes de excesso de
demanda e presso inflacionria permanente.

A deteriorao das expectativas com a perspectiva de piora na Europa,
associada  forte acumulao de estoques na indstria devido 
frustrao da demanda desde 2010, reduziu o investimento. A reduo dos
estoques gerou menos encomendas, e a crise de excesso de endividamento
das famlias, com forte elevao da inadimplncia, reduziu a taxa de
crescimento do consumo.

A soma desses trs efeitos -reduo do investimento, ciclo de estoques e
desaquecimento do consumo- explica a piora da atividade da economia
adicionalmente  piora explicada pelo esfriamento da demanda externa.

A economia internacional ir continuar ruim por muito tempo. Assim, nos
prximos anos continuaremos a observar excesso de oferta de bens
manufaturados para c, bem como carncia de demanda no resto do mundo
por nossos manufaturados.

A retomada da economia resultar da elevao da demanda domstica.
Portanto, continuaremos a conviver com um modelo de crescimento liderado
pelo setor de servios. A composio setorial do crescimento do segundo
trimestre ante o primeiro sugere que esse  o caso.

Os servios e a agropecuria contriburam para o crescimento, mas
indstria de transformao, construo civil e indstria extrativa
mineral andaram para trs. Pela tica da demanda, o crescimento foi
puxado pelo consumo das famlias e da administrao pblica. O
investimento e a demanda externa puxaram para trs.

A nota negativa foi o forte processo de acumulao de estoques.
Parece-me que se trata da contrapartida do baixo investimento. Devido
aos sinais fracos de recuperao do setor da construo civil, parece-me
que ainda teremos problemas com esse componente da demanda por algum
tempo. Motivo adicional para toda a recuperao depender do consumo.

SAMUEL PESSA  doutor em economia e pesquisador associado do Instituto
Brasileiro de Economia da FGV.

AMANH EM MERCADO Marcia Dessen Texto Anterior | Prximo Texto | ndice
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Amazon deve lanar
tablet de baixo custo - 02/09/2012 ***
Transcrita em 2/9/2012






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Tecnologia 1

Amazon deve lanar tablet de baixo custo

A rede de varejo virtual planeja lanar uma nova verso do seu tablet
com um modelo baseado em publicidade. A informao  do "Wall Street
Journal", que cita fontes prximas  empresa. O anncio ser exibido a
cada vez que o usurio acionar a tela. Por isso, o preo ser inferior
aos de mercado. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar
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*** Ttulo da Pgina: Folha de S.Paulo - Mercado - Wal-Mart testa iPhone
como caixa nos EUA - 02/09/2012 ***
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Tecnologia 2

Wal-Mart testa iPhone como caixa nos EUA

O modelo, ainda em teste, permite aos clientes usarem o iPhone para
escanear produtos na loja. Na hora de pagar, eles podem "furar" as filas
do caixa e pagar em balces de auto-atendimento. O investimento faz
parte de um esforo para reduzir o tempo de espera na hora de finalizar
as compras. Texto Anterior | Prximo Texto | ndice | Comunicar Erros 






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Na internet



POUPANA Veja como fica o rendimento com nova regra folha.com/no1087687

CALCULADORAS Simule a rentabilidade de seus investimentos
folha.com.br/121643 Texto Anterior | ndice | Comunicar Erros 






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